O novo editor da DJ Mag, Ben Murphy, falou sobre o lançamento de sua votação anual, a sempre polêmica lista Top 100 da revista, defendendo tanto a reputação da pesquisa quanto o domínio imbatível dos DJs de trance.
"Muita gente interpreta de forma errada o sentido da pesquisa. Não é listar 'os melhores DJs do mundo'. São os mais populares do mundo, votados pelo público. Não é uma questão de ser melhor, mas do carinho do público", diz Ben. "E como o trance é tão popular, os DJs de trance geralmente estão no topo em um concurso de popularidade."
Ele também rejeitou
a insinuação de Ricky Stone, em 2009, de que a pesquisa classifica a eficácia das campanhas de marketing dos DJs ('muitos dos DJs não precisam de campanhas de marketing para incentivar seus fãs a votarem neles').
"A crítica recorrente é que a pesquisa não é representativa. Isso é uma bobagem," continua Ben, defendendo mais uma vez a predominância pesada do trance. "Os votos vêm do público em quantidades absurdas e o trance continua fortíssimo. A pesquisa reflete isso."
Ele convida os fãs de dubstep, house e techno a sair de sua apatia e votar em seus favoritos, e também sugere precaução aos DJs que fazem suas campanhas de 'vote em mim'. "Quem quiser pode contratar relações públicas. Usar redes sociais para mobilizar votos vai levar o cara à vitória, com certeza," diz Ben, "mas ninguém pode oferecer incentivos aos votos, ou será desclassificado."
100.000 votos já foram computados nos cinco primeiros dias da pesquisa: para escolher seu top 5, veja em
http://www.top100djs.net
Acho que ja probiram ele de participar, afinal levava todas.
Acho mais correto que esse. Não quer dizer tbm, que o nº 1 de lá, é realmente o melhor, mas acredito que o publico que vota lá é mais "musicalizado" do que o da DJ Mag, tem uma visão mais ampla.