Parcerias com Fatboy Slim, St. Vincent e Dave Sitek fazem parte da concorrida agenda do ex-líder do Talking Heads
Não é de hoje que o ex-líder do Talking Heads, David Byrne, faz parcerias de sucesso com outros gênios da música (e, muitas vezes, do cinema).
No caso de Byrne, duas de suas parcerias mais recentes tem dado o que falar. E, ao que tudo indica, 2010 deverá ser um ano tão - ou mais - produtivo que 2009, quando ele colaborou com
MGMT, no disco de estreia da dupla,
Oracular Spectacular, e na coletânea
Dark Was The Night.
No final de 2009, Byrne anunciou o lançamento de um comentado disco feito em conjunto com o Fatboy Slim (
Here Lies Love), sobre Imelda Marcos, que é uma espécie de opera. Ele tem lançamento oficial previsto para o dia 6 de abril e conta com mais de 20 participações especiais.
A colaboração rendeu boas músicas agraciadas com a presença de nomes como Santigold, na faixa "Please Don't", que ganhou clipe esses dias e você assiste abaixo.
Uma das parcerias de Byrne anunciadas para 2010 é com a cantora Annie Clark, a St. Vincent, que também participou de
Here Lies... Segundo ele, a colaboração tem cerca de oito músicas até agora.
No mesmo post, o músico anunciou que está trabalhando também com o produtor Dave Sitek, do TV on the Radio, e as músicas Petra Haden e Yuka Honda.
Assista abaixo um vídeo de Byrne e St. Vincent apresentando uma das músicas da colaboração, "Breathing", no Lincoln Center, em Nova York.
Michel GondryOutro que parece ter um bom projeto para este ano é o cineasta Michel Gondry, que declarou na semana passada que pretende dar um novo passo na parceria com a islandesa Björk, que começou em 1993 e rendeu bons frutos durante toda a carreira da cantora.
Juntos, os dois já produziram sete clipes --alguns dos melhores já feitos na história--, e agora estão envolvidos em um projeto de um filme em 3D para salas IMAX. A notícia foi revelada durante o festival SXSW, que aconteceu em Austin (EUA).
"Nós temos um projeto muito ambicioso, uma espécie de musical científico. É um filme,
mas talvez mais para museus. Como uma projeção de 40 minutos em 3D para IMAX", contou Gondry.