A obsessão religiosa do Drums of Death
Ele diz que foi o Metallica
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A obsessão religiosa do Drums of Death
Pré e pós-Metallica
26.05.09 06:55
Colin Bailey, nova estrela do electro e fã de vudu, falou comigo essa semana sobre seu alter-ego, o Drums of Death, e revelou que a gênese de seu lado zumbi diabólico emergiu quando ele descobriu o heavy metal, aos 14 anos.

"Eu cresci em uma família muito religiosa. Era uma casa muito católica. As pessoas costumam achar que isso significa mais do que realmente significa, mas é verdade que nos meus tenros anos de início de adolescência eu queria ser um padre," confessa. "e só parei de querer entrar para a Igreja quando comecei a ouvir Metallica". "Eu era muito tímido e assustado com o mundo, e ia para muito à Igreja. Eu costumava encontrar respostas ali, eu nunca fui cego, mas encontrei consolo na religião, dava sentido ao mundo," continua Colin, "Mas uma vez que eu sai da minha zona de conforto eu percebi que o mundo é muito mais divertido quando você não acha que sabe de tudo".

Hoje com 29 anos, o produtor, que lançou o Drums of Death em 2008, alcançou sucesso imediato com seu single de estréia "Breathe", que rendeu acordo com o selo Greco-Roman, casa do Hot Chip e Buraka Som Sistema. Sua performance ao vivo, com maquiagem inspirada em rituais de magia vudu, agradou tanto que ele está prestes à sair em uma grande tour pelos EUA com ninguém menos que Peaches.

"Estar fora da minha zona de conforto tem tudo a ver com usar toda essa maquiagem, eu quero que as pessoas saiam do censo comum. E isso me tira do tal senso comum também, eu tenho uma reputação a zelar. Quando eu subo no palco não posso fazer um show pela metade, eu tenho que realmente abraçar essa 'coisa'". Sem vergonha de soar ultra-competitivo, o escocês também diz que seu background religioso é um fator de motivação: "Tem um certo fervor que eu sinto, uma obsessão. Se você cresce acreditando tanto em alguma coisa, e então essa fé desaparece, toda essa motivação tem que ir para algum lugar. Para mim foi a música. Em um bom dia eu sou agnóstico. Nos outros eu sou profundamente ateu", ele complementa.

Jonty Skrufff
Jonty Skrufff
comentários
2 comentários
marilyn manson manda bem no som independente da pose na minha opniao... antichrist superstar e um disco bem loco, o anterior tbm... varios alias na minha opniao... teatrinho d horror nao e novidade desde kiss, alice cooper, mas pra quem curte um toque sombrio pode ser muito divertido e alem do marketing heheheh.. na apresentaçao do zombie nation em sp a uns anos atras por ex, o cara com mascara de zumbi e projeçoes de filme de terror no fundo foi a coisa mais linda (alem do som q foi foda - q venha a festinhade aniversario do madame sata hehehe).. a e o mix da peaches q eu baixei tem uma versao nova da track q ela canta com o iggy pop q ta sinistra ... mas nao tem no disco novo infelizmente.. ;)
Palestina
Palestina(26.05.09)
0AprovadoQueima
Conheço a religião desse cara, é a mesma do Marilyn Manson! "Seja bizarro e aumente as vendas".