Cinco Perguntas para Dubfire
Ali Dubfire
faça login para votar!
Enviar esse texto
login para votar!
Enviar esse texto
social bookmarks
Digg
Mugg
del.icio.us
Cinco Perguntas para Dubfire
Metade do Deep Dish enveredou para o minimal é atração do Skol Beats 2008
27.09.08 13:55
Numa noite em que o clima da sempre ensolarada Búzios estava irreconhecível, a Pacha local trouxe ao balneário fluminense mais um nome consagrado mundialmente: O iraniano/americano Ali Dubfire, que veio ao Brasil como um dos headliners da mais esperada noite do ano em São Paulo, o Skol Beats.

Quando Ali se preparava pra comandar as carrapetas, e enquanto a pista - que tem um visual incrível da praia - esquentava para a atração principal da noite, comecei um bate-papo rápido para tentar extrair tudo o que eu podia deste grande produtor americano, nome forte tanto no techno quanto no progressivo. Confira.

As suas produções solo são bastante diferentes do som que você fazia junto com o Sharam, no Deep Dish. Como Dubfire, você inclusive lançou tracks pela M-Nus no último ano. O techno e a música de low bpm sempre foram uma paixão sua ou é uma experiência nova?

Eu sempre fui o lado mais underground do Deep Dish, mas ao produzir em conjunto com o Sharam, tínhamos que equilibrar os dois estilos que, por serem diferentes de alguma forma, se completaram neste projeto.

De qualquer forma, a proposta do Deep Dish sempre foi fazer com que o techno e o house andassem juntos.

Hoje você está tocando na Pacha de um balneário paradisíaco como Búzios, já amanhã você se apresenta no maior festival de uma selva-de-pedras chamada São Paulo. O que o ambiente ao seu redor influencia na escolha da tracklist para cada situação?

Na realidade o que me influencia mais é o meu humor no dia e, principalmente, a reação da pista. Eu costumo mesclar muitos estilos na primeira hora de set pra sentir o que mais agrada aquele tipo de público e, depois disso, sigo a tendência que mais faz a pista ferver.

Você fundou uma label recentemente chamada Sci-Tec, pela qual já lançou inclusive um remix feito pelo Booka Shade, além da nova track de Steve Mac. Qual é o propósito deste novo projeto?

O Sci-Tec é um projeto que está me deixando muito feliz e através do qual posso trabalhar a pós-produção de tracks de alguns amigos e de novos bons produtores que estão surgindo.

Agora mesmo estou trabalhando em duas faixas juntamente com o projeto Radio Slave, e o resultado está sendo bem interessante. Não tenho grandes planos, apenas me divertir e fazer boa música.

Ouvi falar de um set alucinante que você fez na Warung (SC, carnaval de 2007) que durou oito horas! Tocar no Brasil é realmente diferente? E a estrutura que você vê por aqui já está no mesmo nível da que encontramos na Europa e EUA?

Nossa, aquela noite foi demais! É realmente especial tocar por aqui.

Quanto à estrutura não há muita diferença. Tocar em clubes que tem o clima praiano do Warung e daqui (Pacha de Búzios) me dá a mesma sensação que tocar em Ibiza.

E finalmente o que todos querem saber: O Deep Dish acabou de vez?

(Risos) Não, não. Estamos apenas dando um tempo e focando nossos projetos paralelos que, aliás, sempre existiram.

Felipe Tiradentes
Felipe Tiradentes
We drop bass in your face, b-b-bass in your face
comentários
16 comentários
Thiago Freitas
Thiago Freitas(01.10.08)
meio boring.
DANIEL
DANIEL(29.09.08)
-1AprovadoQueima
Bem infeliz o carioquismo de Felipe Tiradentes kkkkk
CAio C B
CAio C B(29.09.08)
2AprovadoQueima
o som do dubfire foi foda, curti muito, e so tinha gente "loca" na tenda, hahahahha
Riquinho Mattos
Riquinho Mattos(29.09.08)
0AprovadoQueima
Uma pena que o som da Pacha Bz "não aguentou" o dubfire e parou umas 3 vezes no início do set. Deu uma boa esfriada na galera que se animou depois da metade e ferveu de vez, até quase 08h com o residente Da Cat apavorando! hehehehe...
cami serelepe
cami serelepe(29.09.08)
1AprovadoQueima
pra mim, ele foi o melhor do SB 2008