SB 2007 - Gui Boratto, o ícone do minimal brasileiro
Gui compenetrado no Skol Beats passado
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SB 2007 - Gui Boratto, o ícone do minimal brasileiro
No embalo de seu novo álbum, o paulistano apresenta seu live cheio de novidades
26.04.07 12:15
 
Gui Boratto é um orgulho para todos nós. Não exatamente por emplacar hits em selos famosos ou ter lugar de destaque no case de muitos DJs, mas simplesmente por fazer um som tão fino que se destaca de longe em meio a tanta gente boa batalhando no mercado gringo. Apesar de possuir uma longa estrada, foi o single "Arquipélago", lançado pelo famoso selo de minimal techno Kompakt que colocou o paulistano no caminho sem volta para o sucesso. Depois que todos os olhos se voltaram para ele, o cara não parou mais.

Após apresentar seu live act para meio mundo, seu último feito foi o lançamento de seu primeiro álbum, Chromophobia, também pela Kompakt. Sobraram elogios para o trabalho de Gui, que agora vem com novo live e se prepara para lançar um álbum de remixes do disco com participações de gente como Sascha Funke e Wighnomy Brothers.

Gui Boratto toca no Live Stage, entre 02h00 e 02h50, na sexta-feira (4/5).

Onde você está agora e o que está fazendo?

Estou em casa, no meu estúdio, fazendo um remix de "Beautiful Life". Está saindo agora o Chromophobia Remixes, com quatro músicas do meu álbum ("Beautiful Life", "Hera", "Terminal" e "Mr.Decay") remixadas por Sascha Funke, The Field, Wighnomy Brothers e Robert Babicz (Rob Acid), respectivamente. O "vinyl remix" da "Beautiful Life" já tem a versão do Sascha, e agora vai ter uma versão minha também.

O que as pessoas podem esperar de sua apresentação no Skol Beats?

50% do meu álbum e 50% de coisas extras, como remixes e alguma coisa inédita. Mas tudo meio diferente, já que estamos falando de um live.

Você nunca se interessou em discotecar?

Já fui convidado, mas não é minha praia não. Primeiro que a minha maior intenção é mostrar meu trabalho como produtor e compositor, trabalho autoral mesmo. Não poderia ser DJ e tocar apenas músicas minhas, mesmo porque adoraria tocar coisas de produtores que eu admiro.

Toco de brincadeira em casa. Além de que não sou o cara mais antenado do mundo pra ser DJ. Acho, acima de tudo, que são coisas distintas. Acho que é difícil fazer os dois com maestria. É como comer pasta e ser esbelto, sabe? Assunto delicado mas, se pensar bem, não consigo pensar em um nome de um grande produtor que seja um grande DJ ao mesmo tempo. Quincy Jones, Trevor Horn, Vince Clarke, Mark Bell passam longe dos toca-discos, não?

Quais são suas influências/gostos musicais mais estranhos?

Adoro Astor Piazzola, Carlos Gardel, o pequeno indiozinho Armando Manzanero, sabe? Um bocado de bossa nova. Difícil dizer. Gosto de alguns barulhos também, texturas, arpeggios de synths, solfejo, vocais, coisas pop. Tanta coisa...

Agora que você anda viajando tanto quais as coisas que mais sente falta do Brasil?

Em primeiro lugar, minha mulher Luciana, minha parceira e grande inspiração, e minha filhota Valentina, de dois aninhos e meio, que me dá força pra tudo. Mas, sempre que eu estou voltando, minha mulher prepara meu prato preferido e enche minha casa de flores.

Conte um segredinho de produtor pro pessoal que está começando agora.

De produtor? Transforme TUDO que é MIDI em áudio. Novas possibilidades surgirão, e claro, manual é bom e a gente ama!

Camilo Rocha
Camilo Rocha
Putz! Putz!
comentários
19 comentários
Guilherme Boratto
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PLAGIO? POR CAUSA DE BPM?
PLAGIO POR CAUSA DE HARMONIA??
QUE IGNORANCIA...
SAIBA MAIS ANTES DE FALAR SILVIA, OU MARCO, OU PEDRO, O CARALHO a QUATRO...
GROW UP AND FEEL THE VIBE BITCH
QUE PENA...
Marco
Marco(13.05.07)
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nada a ver isso aí gente....
Silvia
Silvia(07.05.07)
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E Shebang que ele copiou a Stacks & Stacks do Marc Houle?
Silvia
Silvia(07.05.07)
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Vinicius essa descrição sua não deu... plágio querido, palágio!
ok?
Vinícius
Vinícius(05.05.07)
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"The Sound of the Big Babou" e "Arquipélago" são semelhantes em alguns aspectos e diferentes em outros (a começar pela BPM), assim como MILHÕES DE MÚSICAS (ainda mais na e-music).

Dizer que foi plágio é o cúmulo do exagero.