Parece que a dublê de modelo, estilista e anoréxica Kate Moss aproveitou bastante a influencia de seus namorados para se inspirar em uma nova carreira. Apelidada de 'Cocaine Kate' após ser protagonista de um escândalo por uso de cocaína, a ex- Topmodel coleciona diversos affairs no mundo artístico como Johnny Depp, Pete Doherty (do Libertines), o editor Jefferson Hack e seu atual namorado James Hince, guitarrista do The Kills, o que facilita sua nova aventura como autora de roteiros, livros e músicas.
O tablóide inglês Telegraph acrescenta que qualquer coisa que Kate escrever irá direto pra mídia e que representantes da Performin Rights Society (uma espécie de ECAD da terra da rainha) afirmam que o objetivo da modelo é aproveitar estas conexões feitas ao longo de seus namoros e de sua carreira para ganhar bastante dinheiro.
Tudo bem que o mundo do entretenimento é um negócio, mas se toda arte for feita objetivando apenas o lucro, deixa de ser expressão artística não é?
Agora estou curioso pra saber se a gata tem algum talento ou se vai comprar obras no mercado negro para registrar em seu nome, como confabulam por aí. Se isso se tratar apenas de mais um golpe de mídia, não me espantaria nada em ver a quase quarentona indo à festas sem calcinha acompanhada de Britney Spears e Paris Hilton.
Foi dada a largada para a semana mais esperada pelos cinéfilos do Rio de Janeiro: o Festival do Rio, que já faz parte do calendário anual de quem gosta de ver bons filmes, sejam eles lançamentos esperados ou filmes que normalmente não tem o índice blockbuster num nível que o possibilite ser distribuído por aqui.
No título dos filmes, rola o link pro trailer no Youtube. Aproveitem!
O grande destaque em termos de formato é, sem dúvidas RIP - A Remix Manifesto (www.ripremix.com), um documentário dirigido pelo ciberativista Brett Gaylor que tem como foco principal a discussão acerca dos direitos autorais, da propriedade intelectual e da cultura do remix. A idéia era que o filme fosse uma produção colaborativa, onde o público pudesse contribuir com material ou mesmo baixar, editar e remixar o filme de acordo com a sua vontade, seguindo a idéia da chamada Cultura do Remix.
A abertura do festival ficou por conta de Aconteceu em Woodstock, de Ang Lee, aplaudidíssima homenagem ao aniversário de 40 anos do maior festival da contracultura do nosso planeta.
Dois dos meus diretores favoritos marcam presença no festival com lançamentos - um fisicamente e outro através de sua obra. Quentin Tarantino vem lançar o polêmico Inglorious Basterds (pqp, "Bastardos Inglórios" ficou uma tradução muito ruim do título né?) em que Brad Pitt interpreta um militar nazista. Parece que Israel até proibiu o filme no país.
Almodóvar não vem em carne, mas vem em alma lançando Abrazos Rotos. Filme que já causa especulações em torno de Penélope Cruz e um possível Oscar de Melhor Atriz.
A grande surpresa do festival foi a inclusão de um filme de Scorsese rodade em 78: American Boy é um documentário onde o diretor bate papo sobre drogas, Woodstock, música brega e desilusões com Steven Prince, renomado produtor musical.
It Might Get Loud é um documentário de Davis Guggenheim (ganhador de dois Oscars com 'Uma Verdade Inconveniente', aquele do Al Gore), que visa mostrar a música como um espaço de rebeldia conversando com ninguém menos que Jimmy Page (Led), The Edge (U2) e Jack White (Stripes)
Pra quem quer mais Infos:

Estar numa cabine de som tocando em um clube ou pista cheios intimida a maior parte das pessoas que se deparam pela primeira vez com um setup cheio de botões e luzes. Além disso, tem as dezenas ou centenas de rostos que fitam vidrados cada movimento que o DJ faz.
Mas existem aqueles profissionais dos decks que já se acostumaram com isso. Ou que na verdade, adoram estar nessa situação, em que o poder de seduzir uma massa de pessoas vira uma espécie de estimulante poderoso. É mais ou menos igual o que experimenta uma banda de sucesso num palco.
E é na hora em que uma faixa entra na seqüência da outra que podemos descobrir muito da personalidade e da cultura musical de quem está conduzindo o público. Esse pode ser um momento de total empolgação ou de puro coitus interruptus.
Neste último caso existem alguns DJs em que por falta de imaginação, criatividade, preguiça, desinformação ou tudo isso junto, manda aquele hit que a gente viu nascer, crescer, morrer, renascer como zumbi, deteriorar-se até se tornar um fantasma que nos assombra por anos. Todo mundo com aqueles sapatos gastos nas pistas entende isso.
Até a molecada de 15 anos já provou da sensação de dejá vu que essas músicas causam na hora em que a viagem musical flui causando deleite na mente distraída do(a) dançarino(a) e de repente... lá vem aquela música manjada em sua 7.ª versão desde que foi lançada há cinco, dez anos atrás.
E que músicas seriam essas? O .::musicness::. fez uma listagem rápida de algumas dessas famigeradas faixas que não agüentamos mais ouvir em nenhuma versão e pede: será que elas não podiam ser esquecidas por, pelo menos, uns 30 anos?
- Eurythmics - "Sweet dreams"
- Depeche Mode - "Enjoy the silence"
- Donna Summer - "I feel love"
- Lorenna McKennit - "The Silence"
- Underworld - "Born Slippy" (imbatível!)
- Jaydee - "Plastic Dreams"
- Fragma - "Toca's Miracle"
- White Stripes - "Seven Nation Army"
- Blur - "Song 2"
- New Order - Qualquer uma delas
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Íamos incluir ainda "Hey Boy Hey Girl", do Chemical Brothers, mas aí o Soulwax aparece com esse remix aí abaixo que, definitivamente, mostra como se faz para repaginar um antigo clássico indigesto (o link da faixa é via Popload, do Lúcio Ribeiro).
Chemical Brothers - "Hey Boy, Hey Girl (Soulwax Remix)"
PS - Esse post surgiu por iniciativa do co-autor do blog, Raul Aguilera, que redigiu quase todo o texto (especialmente as partes que falam da excitação em comandar as pick-ups). Mas depois de um papo de bar entre ele, eu e o outro co-autor, o João Anzolin, entraram, claro, alguns pitacos nossos.
Foto: William bigChill

Gostou? Nós achamos umas gracinhas os pen-drives do White Stripes, que trazem o CD novo e estão disponíveis para venda no site da dupla. Você pode comprar separadamente, mas se levar Jack e Mag juntos, ganha desconto.
Dica do Link (o excelente caderno de tecnologia do Estadão) de hoje, que ganhou o reforço do Alexandre Matias na editoria :D
Uma fonte anônima entregou para um site de cinema americano que Jack White, do White Stripes, deve intrepretar Elvis Presley na comédia Walk Hard, a ser lançada em 2008 e dirigida por Jake Kasdan, do filme Correndo Atrás do Diploma.
O filme trata da história do cantor Dewey Cox, inpirada em Johnny Cash com os altos e baixos de uma vida no showbiz. Para este papel foi escalado John C. Reilly, o marido traído de Chicago.
Jack White já fez pequenos papéis nos filmes Sobre Café e Cigarros e Cold Mountain





