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[Molotov21] VOODOO LOUNGE: Smashing Pumpkins e a tristeza infinita
29.07.10 18:46Deixe seu comentário

Billy CorganApesar de não confirmado pela produção do Planeta Terra, a banda de Billy Corgan já divulgou em seu site oficial uma apresentação em São Paulo no mesmo dia e local do festival.

 

E não tem como falar de Smashing Pumpkins sem falar do premiadíssimo álbum “Mellon Collie and the Infinite Sadness”. O disco duplo lançado pela Virgin é o terceiro do grupo e já estreou em primeiro lugar na Billboard, além de ter ganho todas as sete indicações para o Grammy de 97 e fazer parte de respeitadíssimas listas como a de 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame e o top 500 da revista Rolling Stone.

 

O melhor álbum de 1995, segundo a Time, é garantia de música boa do início ao fim de ambos os CDs. E, aproveitando para informar a galera, quem conseguir o LP triplo, eu compro!

 

Mellon Collie and the Infinity Sadness

Categoria: Voodoo Lounge
J.R. Menezes
J.R. Menezes (jr @ molotov21.com)
I love to be bipolar. I hate to be bipolar.
[.::musicness::.] Entrevistão - The Offspring
07.11.08 18:39Deixe seu comentário

O Jade fez um texto legal sobe os discos e a importância do Offspring. Então me poupa o serviço de escrever sobre isso. Segue abaixo entrevista que fiz semana passada, por telefone, com o guitarrista Kevin "Noodles" Wasserman para o jornal O Estado Do Paraná. A banda se apresenta neste sábado em São Paulo, no Planeta Terra, em Belo Horizonte no domingo e aqui em terras curitibanas na próxima quarta-feira (12).

 

O que você lembra dos últimos shows no Brasil?

Cara, eu me lembro dos fãs! Loucos! É sem dúvida um dos melhores lugares do mundo para se tocar, porque as pessoas realmente parecem curtir a música. Não há fãs tão energéticos na Terra como os que encontrei no Brasil.

 

Após 24 anos numa banda de punk rock, você consegue dizer o que é o punk?

Há uma diferença nessa concepção com os envolvido com bandas antes e agora. Eu não sei se ainda tem o mesmo sentido. Eu sei que para a velha guarda era o espírito de rebelião, quebrar as regras... Não sei se para os garotos de hoje é assim. Eu sou da época em que era perigoso ser punk, quando você era surrado por causa disso. Eu não sei se a molecada de hoje entende isso.

 

Mas isso também não mudou para vocês? O Offspring vendeu muitos CDs, fez dinheiro. Vocês têm até seu próprio avião...

Ei, mas o nosso jato tem um baita símbolo da anarquia desenhado na cauda. (risos) E isso sempre causa algum incômodo quando vamos cruzar fronteiras. Então, de certa forma, isso ainda é quebrar as regras. Além disso, não podemos ser anarquistas num avião comercial.

E eu ainda gosto de avaliar essas coisas quando penso na forma como vivo a minha vida e na forma como faço música. Para mim, o punk rock é algo pessoal, que me mostrou muito sobre como a vida funciona e seu significado. E isso você não compra e não aprende vendo TV. Eu acho que os punks hoje não têm nem pista sobre isso. Eles não entendem como isso tudo era perigoso.

 

Então o sentimento de ser punk hoje não é mais o mesmo? Mas mesmo vocês já não eram da geração original do punk...

Mas hoje não é nem um pouco parecido. O perigo se foi. Hoje quem está numa banda punk namora a Paris Hilton! (risos) Antes você não via punks namorando celebridades como essa. Por outro lado, acho que atualmente há uma abertura muito maior para os diferentes pontos de vista. A internet é o maior canal que existe para se expressar. Acho que os jovens hoje são mais criativos. Acho que por isso eu fui tocar punk rock, porque meus contemporâneos eram todos muito chatos. Seguiam todos pro mesmo lado.

 

A internet seria então uma ferramenta para fazer punk rock...

Certamente ela democratiza a indústria da música. E não só os músicos, mas também para quem faz filmes, artistas. Dançarinos podem fazer seus próprios vídeos e se tornarem super conhecidos da noite para o dia. Você não precisa ter uma grande gravadora por trás. Você pode ouvir alguém realmente interessante no myspace ou no iTunes. Você pode fazer um vídeo diferente e ele se tornar viral sem gastar praticamente nada.

 

Nesse sentido, o compartilhamento de arquivos de músicas na internet te incomoda?

Bem, nós não estamos mais fazendo tanto dinheiro quanto fizemos com Smash ou mesmo com o Americana. Mas eu acho que na verdade é apenas questão de descobrir como fazer a internet trabalhar para a gente. Eu cresci gravando fitas para meus amigos e eles para mim, e essa era a forma que eu conhecia as bandas que existiam para sair e comprar o disco. Apenas acho que é um mundo diferente hoje. Não posso apenas chorar e reclamar sobre isso como muita gente na indústria faz, remando contra a maré. Isso não vai levar a lugar algum. Eu acho que a internet, primeiramente, é uma forma ótima de ficar em contato com seus fãs, ter suas letras e vídeos conhecidos, mostrar para as pessoas onde você está tocando, em qual lugar do mundo. É apenas questão de aprender a mágica.

 

Você acha que o álbum Smash teria o mesmo sucesso se a internet estivesse lá, em 1994?

Não sei, apenas posso dizer que fiquei feliz por ele ter sido lançado naquela época! (risos) É difícil ter uma idéia clara sobre isso. Foi o álbum certo para aqueles dias. Mas certamente venderíamos menos, hoje.

 

Falando sobre o trabalho atual, como você descreve o novo disco, Rise and fall, Rage and Grace?

Fizemos as estruturas das músicas bem simples, da mesma forma que fizemos com Smash, mas não há nenhuma faixa engraçadinha ou brega. É um disco muito sério. Sempre colocamos uma música engraçada nos discos, como "Pretty Fly (for a White Guy)". Mas acho que agora é um mundo muito mais sério em que vivemos, então acho é o álbum certo para 2008.

 

E por que esse hiato de cinco anos entre o disco anterior, Splinter (2003), o novo álbum?

Na verdade, Splinter foi gravado muito rápido, em apenas três meses. Depois, saímos em turnê do disco. Se somarmos, só tivemos tempo para pensar no próximo trabalho no fim de 2005, o que diminui um pouco esse espaço. Já em Rise and Fall, gastamos mais que o dobro de tempo para fazê-lo. E a vontade era conseguir o melhor trabalho que já havíamos feito. Sabíamos que algumas bandas mais antigas, como o Metallica iriam lançar trabalhos, e que seriam bons, que precisaríamos nos esforçar. Até o Guns N'Roses conseguiu lançar um disco novo! (risos) E a internet e tudo mais nos forçaram a procurar uma forma de sermos mais competitivos. Estava conversando com o Fletcher, guitarrista do Pennywise, sobre essa necessidade industrial de fazer um álbum e logo fazer uma turnê, passando por cima da qualidade. Mas cada vez mais sinto vontade de me esforçar para que o próximo seja sempre o melhor disco que já fiz.

 

Vocês têm uma lista enorme de hits. Como vocês selecionam o set list de cada apresentação? E podemos esperar alguma coisa diferente para os shows no Brasil?

Ainda estamos tentando saber quais músicas do novo disco funcionam melhor ao vivo. Além disso, aí no Brasil vamos tocar em festivais e em shows apenas nossos. Quando esse é o caso, podemos nos focar em coisas mais "nossas", escolhas que sabemos que nossos fãs vão gostar. Já nos festivais precisamos colocar mais músicas de rádio. Afinal, é preciso agradar a todos.

Diogo Dreyer
Diogo Dreyer (diogo.dreyer @ gmail.com)
[QG DO RRAURL] Planeta Terra já tem o substituto do substituto!
05.11.08 14:051 comentário

Sebastien Léger
Sebastien Léger
Justin Robertson não vem mais pro Terra. Sim, é verdade. Mas quem ia substituir Calvin Harris já tem seu próprio substituto.

 

A tarefa ficou a cargo do produtor e DJ de house Sebastien Léger, mais conhecido por seu trabalho como remixer. Nascido holandês mas criado na França, Léger já produziu remixes para artistas que vão de Groove Armada à Kylie Minogue e é também dono de hits próprios como "Hypnotized".

 

Os motivos do cancelamento de Justin Robertson - escalado às pressas para substituir Harris - não foram oficialmente divulgados.

 

Vale lembrar que os ingressos pro Terra já estão esgotados.

 

Alisson Gøthz
Alisson Gøthz (alissongothz @ gmail.com)
www.twitter.com/alissongothzzzz
[QG DO RRAURL] Planeta Terra
14.10.08 12:556 comentários

Dia 08 de novembro tem o festival Planeta Terra, uma boa simbiose entre ritmos roqueiros, dançantes e experimentais. A assessoria de imprensa divulgou hoje o horário e ordem do line-up do festival que terá sua segunda edição na área de 145 mil m² do Villa dos Galpões.

 

Os ingressos, que já estariam rumo ao esgotamento, estão custando R$ 130,00 atualmente.

 

MAIN STAGE

01:30 - 02:45 - Kaiser Chiefs

23:45 - 01:00 - Bloc Party

22:00 - 23:15 - Offspring

20:30 - 21:30 - Jesus and Mary Chain

19:00 - 20:00 - Vanguart

17:30 - 18:30 - Mallu Magalhães

 

INDIE STAGE

00:00 - 01:30 - Breeders

22:30 - 23:30 - Spoon

21:00 - 22:00 - Foals

19:30 - 20:30 - Animal Collective

18:00 - 19:00 - Curumin

16:30 - 17:30 - Brothers of Brasil

 

DJ STAGE

01:00 - 03:00 - Felix da Housecat

23:30 - 01:00 - Calvin Harris (DJ set)

22:00 - 23:30 - Mylo (DJset)

20:30 - 22:00 - Mau Mau

Joaquim Lefévre
Joaquim Lefévre (joaquim @ rraurl.com)
[QG DO RRAURL] Planeta Terra 2008
05.09.08 10:005 comentários

Em 2007, o Planeta Terra foi um dos festivais mais elogiados por aqui (line up, produção, local e preços excelentes), essa segurança fez com que os organizadores colocassem o primeiro lote de tickets a venda por um preço excelente (R$60, a inteira) sem te confirmarem o line up dessa edição.

 

Então vamos fingir que Bloc Party, Kaiser Chiefs, Spoon, The Raconteurs, Animal Collective, The Jesus and Mary Chain e Foals nunca foram citados como atrações (quase) confirmadas, e você acredita na produção do Planeta Terra dando o braço a torcer clicando aqui e adquirindo seu ticket.

 

Dia: 08/11 - Sábado

Local: Villa dos Galpões (galpão Savoy)

Endereço: Av. Nações Unidas, 20.003 - São Paulo

 

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Pois é... efeito "Madonna" devastando as vendas de entradas para os shows aqui no Brasil. A venda do convite só começará a partir do dia 12/set.

Raphael Caffarena
Raphael Caffarena (raphael @ rraurl.com)
www.imyouare.com
[Bate-Estaca] This was Devo!
12.11.07 18:101 comentário

São Paulo é mesmo azarada quando se trata de lugares para shows. Enquanto o pessoal do hemisfério norte tem dezenas de eventos em parques, áreas rurais, distritos industriais e casas de shows bacanas de vários tipos a suposta metrópole cosmopolita do hemisfério sul é magra de opções.

 

Daí o pessoal do Planeta Terra descobre esse achado que foi o local do seu festival e, no dia seguinte, a gente já fica sabendo que a vizinhança vai fazer de tudo para que nenhum evento musical role mais por lá. Saco!

 

O festival foi excelente. Clima agradável, boa organização no geral (tirando algumas falhas absurdas como vender ingressos para menores para depois barrá-los na porta), bastante espaço para circular e um lineup relevante e empolgante.

 

Cheguei tarde e tive que sair cedo do festival para tocar na XXXPerience (que foi bem animada mas teve um desfecho caótico por causa da chuva e da lama) então eu só vi mesmo foi Devo e Vitalic. Mas o Devo foi tão bom, mas tão bom, que já fez minha noite.

 

Admirável que um bando de esquisitões cujas idades somadas davam alguns séculos quebraram tudo nesse festival "jovem". A entrada, com os tiozinhos em seus macacões de funcionário de usina nuclear dançando feito robozinhos marchando, ao som de "That's Good", foi de arrepiar geral e nos deixou com sorriso de ponta a ponta, com aquela sensação emocionadamente feliz de reencontrar um velho amigo em ótima forma.

 

Nem preciso falar do repertório ("Secret Agent Man" foi um dos meus momentos preferidos) que é imortal e cheio de músicas energéticas, criativas e boas de cantar e se sacudir. Mas uma das coisas que mais faz o Devo ser especial é seu senso de humor, por mais perverso e niilista que ele seja. Quantas bandas teriam a cara de pau de cantar um de seus maiores clássicos, "Beautiful World", com o vocalista vestido de boneco sinistro (o famoso Booji Boy) e num tom agudo absolutamente debilóide? E sabe o que? O pior é que ficou bom!

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
Putz! Putz!
[Todo DJ Já Sambou] Robotnick, Planeta Terra, Mark Farina... PT
12.11.07 15:223 comentários

Fernanda Takai no momento do "ataque" ao Devo

 

Alguns finais de semana entram pra história. Acho que este último foi um deles, por ter reunido tantas cenas divertidas numa sequência de videoclipe.

Pra muita gente, os trabalhos começaram na quarta-feira, com o show do Chemical Brothers. E continuou quinta, com a festa do Clash que teve Booka Shade na cabine.

 

Na tentativa de chegar ao sábado com uma boa reserva de energia pro Planeta Terra, comecei apenas na sexta-feira, com Alexander Robotnick no D-Edge. A noite estava super agradável, com lotação na medida, e o convidado ilustre, animadíssimo. Não é exagero dizer que ele um dos melhores DJs em atividade se considerarmos o seu tempo de carreira versus o nível de excelência em que ele se encontra hoje. Robotnick não só tocou vários clássicos seus e de artistas contemporâneos, como pegou o microfone para cantar "Problemes D'Amour". Um pouco depois, com a pista toda urrando de felicidade, ele também se entregou à catarse e tirou a camisa.

 

Sábado, o Planeta Terra me surpreendeu pela organização e principalmente pelo local onde foi realizado, um verdadeiro achado. Pena, mas já soube nas internas que dificilmente outro festival acontecerá ali, por causa da vizinhança que não gostou nada do barulho e do trânsito.

 

Uma das cenas mais divertidas do Planeta Terra foi a perfomance groupie da cantora Fernanda Takai, do Pato Fu, durante o show do Devo. Ela, que estava assistindo à apresentação do backstage, não se segurou quando os quatro Devos tiraram o macacão amarelo e ficaram de shortinho (tipo Elite), camiseta preta e joelheira. Fernanda estava do meu lado quando lançou um "vou lá pegar". Hahahaha! E ela foi mesmo! Pegou uma pedaço do macacão, arrancou um beijo do vocalista e saiu escoltada por um segurança. Sério, sá faltou o assistente de palco Russo pra fazer desta uma cena digna do Chacrinha. E o mais engraçado foi o alvo da tietagem. Com os integrantes beirando os 60 e com aquela roupa de time de vôlei da ACM da 3a idade, a cena ficou ainda mais engraçada. Ah, pontos, muitos, para o baterista da banda, que se divide entre Devo e o Nine Inch Nails. E toca muito.

 

Outro fã do Devo que estava feliz da vida no backstage era o DJ Zé Gonzales. Ele consegiu pegar um dos chapéus do Devo. Um dos músicos jogou o chapéu no chão. Só que, feito de plástico duro, o ornamento quicou no palco e foi parar atrás da bateria. Zegon foi rápido, e foi pra casa com o souvenir.

 

O sósia involuntário do Devo estava com cara de quem não aguentava mais posar pra fotos. Ou será que fomos só eu e a Maricota?

 

Legal a iniciativa de colocar no telão os nomes das músicas. Ajuda e muito as jornalistas desavisadas, como eu, que errei o nome de uma música que a Björk tocou no Tim. Oops!

 

E a Lily Allen é mesmo uma jamantinha, né? Sábado ela ligou pro manager da turnê, Ross, às seis da manhã. "Ross, estou no hotel errado, o que eu faço?". É, a menina entorna. Além de dar trabalho pro manager, ela deve dar uma canseira na banda também, que por sinal é bem boa. No meio das músicas, ela simplesmente esquecia as letras e ficava cantando uns "lalalas". E falava um monte entre uma música e outra. Divertida, mas acho que quem queria mesmo ver o show deve ter ido pra casa contrariado/a.

 

Outro momento legal foi o belo show das Canseis. Acho que elas precisavam brilhar num festival nacional, depois de terem tocado (bem) em tantos gringos. E o que era aquela roupa da Luíza? Linda, parecia um cyber-arrelia.

 

Com tantas emoções e as pernas cansadas de ir de um palco pra outro, além de uma festinha de aniversário que começou às três da manhã de sábado (parabéns, Serginho!), no domingo, não consegui ir até a Pacha, onde o americano Mark Farina ia tocar, um dos meus DJs prediletos de house. O jeito foi ficar em casa, tomando chazinho.

 

Bom, e agora é trabalhar na recuperação o mais rápido possível. Porque amanhã tem LCD Soundsystem no Via Funchal. E, como eu digo, viva o Centrum Performance!!!

 

Claudia Assef
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.
[QG DO RRAURL] Data do Festival Planeta Terra?
28.08.07 13:45Deixe seu comentário

O UOL deu hoje que o Festival Planeta Terra já teria data para ser realizado: diz dez de novembro. Segundo o portal, a fonte é um comunicado da assessoria do evento.

 

Porém, o rraurl.com apurou com a produção artística do Terra que a assessoria de imprensa ainda nem foi escolhida, e que nada do que foi divulgado é oficial.

 

Curiosamente, o próprio site Terra não publicou uma vírgula sobre o assunto ainda.

 

Como já falamos aqui, fontes nos apontaram a trinca Rapture, Datarock e Devo como prováveis headliners do festival.

Marcus Vinícius Brasil
Marcus Vinícius Brasil (marcvs @ rraurl.com)
twitter.com/marcvs