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[.::musicness::.] The Magician no Brasil em março
23.02.11 15:224 comentários

the_magicianDeu na página do The Magician no Facebook: teremos set do eclético DJ pela primeira vez no Brasil. Vai ser no último fim de semana de março e pelo que consta, toca em São Paulo no Josephine e na Vibe em Curitiba respectivamente nos dias 25 e 26. 

 

Ex-metade do ótimo projeto Aeroplane, Stephen Fasano tornou-se O Mágico em julho de 2010, quando deixou o nome Aeroplane para o ex-parceiro musical Vito Deluca que logo depois lançou o álbum de estreia "We Can't Fly", um bom disco do ano que passou.

 

Mas afinal por que ele acabou ganhando destaque depois disso? Eu diria que Stephen Fasano não deixou a peteca cair ao gravar mensalmente um set melhor que o outro e, disponibilizando pra todos no Soundcloud, fez correr um boca a boca entre os fãs do projeto Aeroplane e dos novos ares da nu disco. Misturando baixas bpms com pop, disco, eletrônica, house, clássicos de disco/synthpop e até pitadas de rock, abriu os horizontes pra algo que parecia ser fechado só nas levadas da nu disco. No final das contas é um pop eletrônico pra cantar e dançar, muito melódico quase a ponto de ser meloso. Ok, tem seus momentos de sacarina sim e eu gosto. 

 

 

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
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[Marmita Sônica] Conheça super coletivo houseiro hoje no LAB!
16.12.10 15:104 comentários

 

"Queremos quebrar barreiras e misturar núcleos, o nome da festa não é por acaso!?", garante o músico e DJ Rafael Moraes sobre o projeto Chemistry que estreia hoje nas quintas-feiras do novíssimo LAB.

 

O figurão do deep house no Brasil conseguiu reunir diversos tipos de houseitos da cena de São Paulo para fazer uma noite plural, como nos lendários tempos da Paradise Garage em NY. Hedonismo e cultura DJ em sintonia!

 

Fazem parte da empreitada grooventa seus comparsas Ney Faustini, Milton Chuquer, Andre Torquato (Numumbah) e o DJ Marmitex, yeap!

 

Com essa miscelânea cultural de artistas, a Chemistry vai do deep ao tech, da nu-disco ao classic house, do lado-B ao re-edit.. Uma festa cheia de atitude e animação sob o lema de seu experiente mentor, "do underground ao mainstream e vice-versa", no Baixo Augusta.  

 

A divulgadora Nega, figura conhecida nas festas da região, está no front da Chemistry. Descola seu nome na lista com ela. LISTA VIP (ATÉ AS 24:00 hs): lista.chemistry@gmail.com.

 

Até a pista!!

Categoria: Deep House
Felicio Marmitex
Felicio Marmitex (marmitex86 @ gmail.com)
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[Molotov21] Vanguarda: uma nova proposta para a noite de Niterói
25.10.10 17:43Deixe seu comentário

 

vanguarda_avatar

 

A palavra Vanguarda vem do francês avant-garde, que significa "agente, grupo ou movimento intelectual, artístico ou político que está ou procura estar à frente do seu tempo, relativamente a ações, ideias ou experiências". É com essa ideia que surge a festa do club Line Up Lounge, em Niterói. 

 

Um evento que procura mostrar ao público as novas tendências e que convidará DJs e produtores que estejam ligados às novas sonoridades. Não espere ouvir um hit de FM. Na festa Vanguarda o barato é explorar o que é inédito para a grande maioria e desvendar o universo musical dos artistas convidados.

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Para o evento de estreia, que rola esse sábado, dia 30, o convidado é o DJ Diogo Reis, residente da MOO,responsáveis por transformar o minimal e a nu-disco em estilos "hypados" para o público "Zona Sul" através de diversas festas, entre elas Discoland, MOO e MOOnãoMOO.

 

O coletivo BOOMBASS, que através dos seus artistas Marcelo Abreu, Felippe Barcellos, Mario Bros e Guilherme Rocha se tornou uma das grandes referências cariocas da boa música eletrônica, é o responsável pela curadoria artística do evento.

 

Completa o line up da edição de lançamento o DJ Daniel Lucas, artista do coletivo Voyageinc, de São Paulo, que fará um B2B com Pedro Kurdian, um dos principais representantes da nova geração de DJs da cidade de Niterói.

 

Serviço:

 

Line up:

 

Daniel Lucas vs. Pedro Kurdian

DIOGO REIS (MOO) 

Boombass A/V Feat. Abreu, Barcellos & Televisionando

 

Entrada:

 

Homem: $40

Mulher: $30

 

Lista Amiga:

Homem: $20

Mulher: $15

 

Mande seu nome para a lista amiga, no e-mail contato@lineuplounge.com.br, com o assunto "VANGUARDA" LISTA AMIGA!

 

Local:

 

Line up Lounge - Rua Mariz e Barros 367 - ICARAÍ - NITERÓI - RJ 

Informações: (21)2612-0941

Categoria: Festas
Molotov 21
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[Marmita Sônica] Entrevista Glocal (versão tosca)
03.05.10 00:003 comentários

GlocalDepois de uma entrevista fina para o Radar da semana que passou, vamos despir o Glocal aqui no blog. O duo vem adiando esse papo com o Marmita Sõnica desde que conheci o QG dos caras há cerca de dois meses. Mas além de zuar nas respostas abaixo, revelam agora que já estão ensaiando com uma banda para a turnê de lançamento do LP de estreia. 

 

Os manos da Tijuca Dani El Souto e Lennox se mudaram para São Paulo com "preguiça da preguiça carioca". A dupla de nu-disco não queria se vender ao ponto de fazer samba, funk carioca ou forró no Rio de Janeiro, onde nasceram na década de 1970. Estão se dando muito bem com sua sonoridade autoral e até desafiam os donos de selos a apostar mais na criação do que nos rótulos.

 

O Glocal garante que não conheceu os progenitores de Robert Owens, mas mostram que conhecem muito a voz do mítico cantor houseiro com quem gravaram a distância recentemente. E ainda afirmam que gostam mesmo é de um surubão musical cheio de safadezas black. Se liga só na baixaria de bate-papo.

 

ENTREVISTA GLOCAL (VERSÃO TOSCA)


Marmita Sônica - O Glocal é mais 80’s ou 90’s? Disco-house ou Detroit-tech? Explique as maiores referências na espinha dorsal do duo.

 

Glocal – Cara... na verdade, as décadas de 70, 80 e 90 trouxeram os alicerces atemporais de nossa identidade, o jazz, o funk, o soul, o punk, o post punk, o pop, o synth pop, o italo, o house, o detroit e o acid. Não tem como eleger uma preferência.. a gente gosta assim, em cada musica um surubão armado, todo mundo se pegando!!! hahahahah

 

Marmita Sônica - Vocês também têm influências rítmicas de música afro. Poderia nos contar como vocês costumam produzir e seqüenciar o groove no processo de criação? Planos para tocar na Copa da África do Sul?

 

Glocal - Além de não podermos negar nosso pezinho na "Mama Africa", temos orgulho de dizer que a música negra tem a regência de grande parte do nosso modo musical de pensar... mais quente, mais sensual, com mais soul, enfim. E na parte de produção e seqüenciamento, em conseqüência do nosso gosto e pesquisa, agente vai construindo os ritmos... até mesmo como uma banda a moda antiga, com instrumentos de percussão vivos ou sampleados, e até tocados e gravados na hora ao vivo... Copa na África?? Fomos convidados por um casal de babuínos, amigos nossos, para acompanhar uma legitima manada de elefantes... vamos ver no que vai dar...

 

Marmita Sônica - Como vocês gravam os vocais?

 

Glocal - A métrica guia, rítmica e melódica do vocal pode sair em qualquer lugar... no mercado, no chuveiro ou na privada... a gente fica com a música na cabeça e aí a idéia vem... as vezes até grava no celular pra não esquecer...e aí chega em casa, compõe a letra e grava... sem auto tune nem melodine.. hahahahahah..

 

MS - Podemos falar sobre o álbum pela Rebirth e possível formação de banda? O que andam fazendo atualmente no sentido destas realizações?

 

G - Bom... pelo nosso planejamento, sairá no inicio do segundo semestre deste ano, provavelmente e naturalmente pela Rebirth e pela gravadora da 3plus aqui no Brasil. Faremos uma tour de lançamento e estamos bolando formatos diferentes para o nosso show, inclusive um deles com uma banda completíssima, aos moldes do Hercules & Love Affair....blurrrrrp....desculpa arrotei...

 

MS - Como vocês do Glocal se conheceram? Quem sugeriu de vir a São Paulo primeiro?

 

G - Nos conhecemos no bairo onde morávamos no Rio de Janeiro, a Tijuca, bairro de Tim Maia, Roberto Carlos, Jorge Bem Jor, Erasmo Carlos... segundo Nelson Mota, a Detroit brasileira... por causa da Motown e etc...Teve uma hora que começou a dar preguiça da preguiça carioca, e ai foi natural, os dois chegaram no consenso que se quiséssemos viver de música e arte, sem virarmos sambistas, funkeiros, forrozeiros nem hippies....só em São Paulo.

 

MS - Vocês também lançam pela Lo-Kick. Vocês curtem a cena de labels nacional? O que falta para fortalecer este seguimento, na sua opnião?

 

Glocal - Cara, curtimos e somos entusiastas da ideia de selos nacionais... nossos prediletos são a Lo Kik do Rafael, Cassiano Noronha e a Mister Mistery do queridissimo Victor A (Rotciv), pelos quais já lançamos, mas acreditamos que existam ou venham a existir outros bacanas por esses anos que virão... só achamos que, como nos selos que citamos, os aspirantes a "Label Managers" tem de ter bastante atitude, derrubando rotulos e segmentacoes, apostando no talento e na boa musica, seja ela qual for...

 

FreaksBanner

 

MS - O que vocês já conheciam sobre o Robert Owens antes de fazer o remix? Rolou algum feedback dele? Qual seu relacionamento com os italianos do label?

 

G – Olha, não conheciamos o Pai nem a Mãe do Owens, mas somos fans deslavados do trabalho dele faz tempo... desde "Can You Feel It" e "Bring Down The Walls" com o Larry Heard, tem a clássica com o Cold Cut "Walk a Mile on My Shoes", "Mine to Give" como Photek e "Back in Day" com o Harry Choo Choo Romero.... Soubemos pelo pessoal da Rebith que ele e o Freaks (Justin Harris & Luke solomon) ficaram super felizes com o remix, inclusive tendo o Luke Solomon postado no seu twitter. O nosso relacionamento com a Rebirth é diretamente com o Shield dono do label, e o cara é um italiano boa praça, da total liberdade para trabalharmos, e ao que parece, acredita bastante na nossa criatividade..

 

MS - Quando vamos fazer o nosso programa Na Cozinha Com os DJs no Drop-Kick?

 

G - O Drop-Kitchen??? já está de nove meses!!! Está pra nascer desde que viemos morar aqui e vimos essa cozinha incrível....a gente convida os DJs, cozinhamos e no final você faz o marmitex... topas? heheheheh

Categoria: Disco
Felicio Marmitex
Felicio Marmitex (marmitex86 @ gmail.com)
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[Marmita Sônica] Boogie Central na ativa
15.12.09 13:3610 comentários

boogie_central_logoA música que dançamos hoje tem uma dívida enorme com o passado. Os DJs-historiadores, tão importante quanto os produtores/músicos para cena, que digam. De Belém do Pará, também conhecida como Berlim de Paris (rs), Benjamin Ferreira contribui por onde passa. Seja dentro da cabine, seja na pista compartilhando informações preciosas com que dança ao seu lado. Tomara que ele continue bloggando e registrando as pérolas que pesquisa no Boogie Central, como na recente entrevista com Simon Lee, uma das metades do duo nu-disco Faze Action. Confira o bate-papo abaixo com Benja, que acaba de comemorar 31 aninhos.

 

Quando que o blog Boogie Central irá publicar o edit que você fez de uma música do Gilberto Gil. Você pode nos contar um pouco sobre essa faixa?


Olha, nem sei se vai sair.. rs! A história nasceu porque eu meti na cabeça que uma faixa do Sound Stream, "Soul Train", combina com "Toda Menina Baiana", do Gil. Estou começando a mexer no Ableton Live e loopei alguns trechos da do Gil pra jogar em cima do Sound Stream enquanto toco. Testei duas vezes - uma no Hot Hot e outra no Vegas sábado passado. Ainda quero fazer alguns ajustes, mas quem sabe meto a cara e faço um mash-up das duas quando eu estiver mais à vontade com o software. A música brasileira sempre teve uma importância grande na minha vida. Só quero fazer isso sem que soe forçado, oportunista. Não porque sou brasileiro, mas porque também ouço e gosto de muita coisa feita aqui, até algumas que muitos não consideram lá muito cool. Deve ser mais um passo natural para outras experiências futuras.

 

 

Você prima pela pesquisa musical atemporal, fator que impulsiona o nu-disco como um movimento cultural, mais do que como um gênero. Como você avalia a cena paulistana em relação a este espírito freestyle em 2009?

Eu penso que, musicalmente falando, vivemos um dos momentos mais empolgantes dos últimos anos. Quando mudei para cá em 2006 não sentia a abertura que vejo hoje. Sempre gostei de mostrar diferentes referências mas nem sempre me sentia à vontade, e é imensamente animador ver que várias festas, produtores e DJs não só em Sampa mas em vários outros lugares no Brasil (poderia passar horas citando aqui) estão cada vez mais à vontade para misturar, e o público cada vez mais receptivo. Você pode ter um norte, uma linha que te guia, só que é bom estar livre para passear não só por estilos, mas também no tempo: isso traz surpresas para a pista e prova que música boa é aquela que fica, que é atemporal.

 

Como foi ter aulas de pandeiro com o Simon Lee, do Faze Action? Como foi entrevistar um dos principais revitalizadores da disco?

Antes de vir tocar no Vegas, na Old School Friends (noite do Magal) em julho desse ano, o Simon achou meu perfil no Myspace, onde tem um edit que fiz com meu amigo Bernardo Pinheiro para uma faixa da Biddu Orchestra. Ele gostou da faixa, entrou em contato e como chegou em Sampa dois dias antes da festa, acabamos nos encontrando antes. Saímos direto durante esses dias (eu, ele e o amigo dele que também se tornou
meu amigo, Jack Malipan, de Portugal) para procurar vinil e conhecer a cidade, e no sábado à tarde fomos a uma aula de pandeiro com o virtuoso e experiente Don Pandeiro, já que o Simon toca percussão e ama música brasileira. O pior foi que ele comeu algo na noite anterior que não caiu bem e passou mal durante o sábado todo, mas foi assim mesmo para a aula e ficou emocionado. Levou pandeiro verde/amarelo pra Inglaterra e tudo.

A entrevista rolou pelo Skype e eu adorei conversar com ele, como sempre. Ele tem um senso de humor peculiar, é inteligentíssimo, muito simples e doce, mas acabamos mais batendo papo do que fazendo a entrevista. Ainda assim, fiquei feliz com o resultado, já que compartilho do otimismo dele com o cenário musical da atualidade. E
ele quer vir com o Faze Action live, então promoters, fiquem ligados!

 

benjaminfotofundovermelho-modifi-1

Quais são os planos do Boogie Central para 2010? E os planos do Benjamin Ferreira?

Pretendo tomar vergonha e atualizar com mais frequência o blog e quero também fazer um podcast. Também gostaria de arrumar um lugar para voltar com a festa Boogie Central. Fora o BC, tenho muitos planos pra 2010 - a Soul Glow no Volt com a Flávia Durante, projeto delicioso que começou esse ano e que espero que continue. Tem também a DJ Mag Brasil, para a qual estou fazendo traduções e adorando, e o programa semanal na webradio curitibana www.discothequeradio.com, de disco old
school, que faço com meu amigo e conterrâneo Fábio Miranda. Parcerias com meus grandes comparsas e incentivadores Camilo Rocha e Jonty Skrufff, e mais amigos como Ezy, Erico Theobaldo, Simon Lee e Jack Malipan envolvendo produção musical, festas, web radio, textos e outras idéias que pintarem. E claro, meu projeto com você e Lika
Marques, mas disso a gente só vai falar mais tarde, né? (risos) E que venha 2010, cheio de saúde, felicidade e música boa pra todos nós!

Felicio Marmitex
Felicio Marmitex (marmitex86 @ gmail.com)
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[Bate-Estaca] Nu em São Paulo e Floripa
08.07.09 00:3421 comentários

O que São Paulo e Florianópolis têm em comum? Não faço ideia da resposta. Mas têm dois caras aí que apareceram com uma opção inesperada: nu disco.

 

Rotciv, também conhecido como Victor A (que eu conheci nas boas raves dos anos 90), e Davis, vivem na rota Floripa-SP. Os dois são de São Paulo, mas moram na capital de Santa Catarina. Eles estão direto na Freak Chic, Victor como convidado regular e Davis como residente. Também tocam em festas no Vegas e Tapas, em SP, e na Contents, que Davis organiza em Floripa.

 

Discretamente, sem muito alarde fora desse círculo mais restrito de festas e DJs, Rotciv e Davis vêm lançando boas faixas, mandando bons sets e disseminando o evangelho da "boa música de todas as épocas" (vulgarmente conhecido como "nu disco").

 

"Frequentemente tocamos juntos na noite paulistana e de Floripa, conversamos muito e trocamos informações sobre músicas novas, artistas, selos etc", conta Victor/Rotciv. "E ... pretendemos em breve produzir um EP juntos", completa Davis.

 

Se a incipiente cena nu disco nacional já anda bem de noites e DJs, ainda carece da fartura de produções e edits que se vê na gringa. Mas Victor e Davis estão correndo atrás do prejuízo.

 

O selo digital de Victor, Mister Mistery, já está no oitavo release, entre produções, remixes e re-edits. No label, produções de caras como Pejota, Ledgroove, Minima, Pareto (como Coringa) e, claro, Davis. "As faixas são tocadas por mais de 30 DJs aqui no Brasil e vários outros no exterior", diz o DJ. Ele também mantém o projeto Giorgio Vokoder, com o músico Pedro Zopelar.

 

Aqui dá pra ouvir uma de suas músicas e um edit que ele fez para um hit menos conhecido do mestre da disco Peter Brown.

 

Peter Brown - Love is Just the Game (Rotciv Edit)

 

 

E aqui uma faixa própria do cara.

 

Rotciv - Victims of the New World

 

 

Davis lançou o EP Commited pelo Mister Mistery. Além de usar o nome próprio, ele agora começa um novo projeto chamado Dos and Don't's. Ele aguça nossa curiosidade: "Tenho 3 novos EPs prontos. Aguardamos os remixes dos artistas (nacionais e internacionais) que toparam participar do trabalho, para organizarmos as datas de lançamentos."

 

Davis - Nautica

 

 

Uma palavra final de cada um:

 

Victor: "Acredito que as pessoas estão se ligando que, depois de tantos modismos, distorções, barulhos, tendências e estilos, a boa música dance está prevalecendo finalmente. Música no sentido de ser musical, harmoniosa, rica em instrumentos e referências, música que nos remete à infância e também às décadas passadas."

 

Davis: "A atual fase é excelente. O público quer mais house, mais disco, mais groove, mais funky, mais harmonia e uma volta às origens. Acho extremamente importante olhar para o passado, conhecer e buscar a origem daquilo que ouvimos e tocamos hoje em dia. Muitas propostas musicais nos últimos anos buscavam ser tendências, a música do futuro, mas sem um lastro, sem uma origem."

 

MySpaces e blog listados aí do lado, é só ir atrás de mais coisas dos dois!

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
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[Bate-Estaca] Dose dupla disco em junho
21.05.09 19:582 comentários

Confirmado no fim do mês de junho no Brasil uma dobradinha groovística muito firmeza.

 

O americano Prince Language e seu chapa, o inglês Maurice Fulton, tocam na Freak Chic, D-Edge (São Paulo, 26/6) e na Moo Discoland (Rio, 27/6).

 

O prisma é disco, mas o alcance desses dois vai bem mais longe, incluindo experimental, world music, new wave, electro e mais. Sempre carregado por um groove sólido.

 

http://www.myspace.com/mauricefulton

 

http://www.myspace.com/princelanguage

 

The Droyds - All I Ever Wanted (Prince Language remix)

 

 

Ahmed Fakroun - Sahranin 12" (Prince Language Re-edit)

 

 

Maurice Fulton - Gigolo

 

 

Crazy P - Lie Lost (Maurice Fulton Remix)

 

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
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[Bate-Estaca] A ponte entre nu disco e tech-house
19.05.09 09:107 comentários

A cada faixa nova que eu ouço dos belgas do Mugwump, eu fico mais feliz por eles existirem. Pois os caras, individualmente conhecidos como Geoffroy e Kolombo, têm conseguido fazer a ponte perfeita entre dois gêneros que estão entre os mais ativos da atualidade: tech-house e nu-disco.

 

Ouça o EP deles que saiu pela Kompakt ano passado, Meditation. A hipnótica "Ignored Folklore" chega a soar como prog do começo dos anos 90, com aquele teclado oscilante que parece ter vindo de um dos primeiros singles do Underworld ("Dog Man Go Woof"). No mesmo EP, "Reverse the Curse" parte para uma direção bem mais disco-funk espacial, sem nunca esquecer que está saindo pela Kompakt (ou seja, é mais Gui Boratto do que Prins Thomas).

 

Mugwump - Ignored Folklore

 

 

Os desgraçados têm uma faixa que tocaram no programa Beats In Space chamada "Tellakian Circles" que é o encontro tech-disco retratado à perfeição. A faixa ainda é para poucos. O site do selo Mule Musiq informa que ela sai só para o público no final de junho.

 

Mas, em se tratando de Mugwump, tem música boa sobrando por aí.

 

Vai ouvir Yajna, épico de mais de dez minutos com um groove ultra-arredondado que leva você embora até cair num dos breakdowns mais surpreendentes dos últimos anos, quando entra uma banda de metais de baile da saudade e confunde todas as cabeças.

 

Mugwump - Yajna

 

Tem mais: "Boutade" pelo selo Misericord, do Ewan Pearson, "Fears Inc", também pela Kompakt, "Mindflexes", pela Cocoon.

 

Não é à toa que, de Sven Vath a Aeroplane, de MANDY a Mr. Scruff, todo mundo hoje em dia tem um pouco de Mugwump no seu case.

 

Corre no MySpace deles pra conhecer mais.

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
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