Essa semana eu revi "O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus" que logo logo eu falo por aqui. Daí me lembrei de um dos melhores documentários já feitos sobre um filme que eu já vi.
"Lost In La Mancha" começou como um "making of" de um dos projetos mais nababescos do diretor Terry Gilliam, que era contar a história de Don Quixote, obviamente que à sua maneira toda peculiar.
Mas daí o projeto foi tomando um ruma absurdo com tempestades destruindo cenários, locação ao lado de um campo de testes da aeronáutica, o ator principal, o francês Jean Rochefort sofrendo de um problema sério de coluna que o proibia de montar cavalo, sendo que ele é o próprio Don Quixote, isso é, vivia em cima de um cavalo, isso só pra contar um pouco. Fora o Johny Depp perdido no meio disso tudo.
O legal do filme é que acaba mostrando toda a genialidade e ao mesmo tempo toda a doidice de um diretor como Gilliam, que ao mesmo tempo que é super generoso com sua equipe, é super autoritário (sim, ele consegue ser os dois), controlador, perfeccionista, cabeça dura e por tudo isso o projeto acaba tomando um rumo pra lá de complicado.
Geniais são as cenas onde os grupos de investidores vão visitar o set de filmagem e o mundo vai caindo e a produção não consegue esconder os problemas ao bando que olha atônito.
Gilliam sofre à medida que o projeto vai desandando e principalmente à medida que ele vai percebendo que o engavetamento do filme é inerente. Mas apesar disso tudo, ele continua firme e forte tentando fazer dar certo e fazer acontecer.
O final do filme é triste como poucos, quando um banco vira dono do filme de vez e...
Assista, o torrent é fácil de baixar e eu garanto a qualidade da película.
Quero saber quem vai ser a alma caridosa que vai chegar pra Angelina Jolie e dizer que ela fazer filme se passando por inglesa com o sotaquezinho que ela sempre faz não rola!
Esse "O Turista" é uma vergonha, e nem só pela Angelina. O sempre bom Johnny Depp com uma barbinha que parece grudada no rosto se fazendo passar pelo turista do título me fez rir já no começo do filme.
A história de uma mulher linda e misteriosa (quem? quem? Angelina, claro) que recebe mensagens de um homem também misterioso que a manda de Paris a Veneza fugindo da Interpol e que no trem, na ida, tem que encontrar um homem para que a polícia pense que seja o tal misterioso.
O filme teria tudo pra dar certo: elenco de primeira, com um time de coadjuvantes invejável encabeçado por Paul Bettany com um diretor dos sonhos, o alemão Florian Henckel von Donnersmarck de " A Vida dos Outros", muito dinheiro, locações maravilhosas. Mas nada funciona.
A direção burocrática, sem um toque pessoal sequer, o elenco perdido, a Angelina querendo ser magra e linda e esquecendo de ser boa atriz, a comédia que é policial que é filme de perseguição e que não é nada ao mesmo tempo, "O Turista" é uma porcaria gigante.
Fuja.
Parece que a dublê de modelo, estilista e anoréxica Kate Moss aproveitou bastante a influencia de seus namorados para se inspirar em uma nova carreira. Apelidada de 'Cocaine Kate' após ser protagonista de um escândalo por uso de cocaína, a ex- Topmodel coleciona diversos affairs no mundo artístico como Johnny Depp, Pete Doherty (do Libertines), o editor Jefferson Hack e seu atual namorado James Hince, guitarrista do The Kills, o que facilita sua nova aventura como autora de roteiros, livros e músicas.
O tablóide inglês Telegraph acrescenta que qualquer coisa que Kate escrever irá direto pra mídia e que representantes da Performin Rights Society (uma espécie de ECAD da terra da rainha) afirmam que o objetivo da modelo é aproveitar estas conexões feitas ao longo de seus namoros e de sua carreira para ganhar bastante dinheiro.
Tudo bem que o mundo do entretenimento é um negócio, mas se toda arte for feita objetivando apenas o lucro, deixa de ser expressão artística não é?
Agora estou curioso pra saber se a gata tem algum talento ou se vai comprar obras no mercado negro para registrar em seu nome, como confabulam por aí. Se isso se tratar apenas de mais um golpe de mídia, não me espantaria nada em ver a quase quarentona indo à festas sem calcinha acompanhada de Britney Spears e Paris Hilton.
Michael Mann talvez seja o diretor mais corajoso do cinema americano de hoje em dia. Ele faz filmões, grandes mesmo, com grana, com elencão e tudo mais e os faz usando câmeras digitais. Ele fez "Colateral" com o Tom Cruise (com a pior maquiagem possível, aliás) todo com HDVs, câmeras novas de alta definição mas portáteis e agora nesse novo "Inimigos Públicos", volta a usar o digital.
E como nada é por acaso, o filme (uma correria de polícia atrás do inimigo público número 1 dos EUA nos anos 30, em plena recessão) ganha muito mais em agilidade com o dinamismo e o imediatismo do digital. Câmeras de vídeo são menores e mais leves que as câmeras de cinema que filmam com película. Daí, ao assistir esse "Inimigos", você vai perceber a quantidade de close, de cÂmera pertinho da cara dos atores, de muito corte bom, de muito plano ousado mesmo, muita câmera na mão, tudo isso pra contar uma história que a gente já viu um monte de vezes, mas nunca dessa forma.
O elenco ajuda e muito com Johnny Depp no papel principal do ladrão de bancos, Marion Cotillard como sua namorada e dois dos melhores atores americanos como os policiais que querem prendê-lo: Christian Bale e Billy Crudup (gordo, quase irreconhecível).
A trilha do filme é linda demais, muito boa e muito pertinente. E além do mais, é daquelas que não atrapalham o filme: Elliot Goldenthal, o compositor é daqueles que sabem quando não colocar música, o grande segredo de música em filme (como dizia Hitchcock).
O vai e vem de Depp na cadeia, assaltando bancos, correrias, perseguições, sumiços, poderia render mais um filme de gangsters mas não é o caso. "Inimigos Públicos" é a prova de que não existem gêneros saturados no cinema quando em boas mãos. O problema do cinema atual é a preguiça dos diretores e produtores em geral. Quando o cara sabe e quer, faz bem!
Um tempão atrás eu postei aqui umas primeiras fotos do "Alice", a adaptação que o Tim Burton á fazendo pa clássica história infantil (?).
Lá atrás já se mostrava, pelas primeiras imgens, que o grande Burton ia exagerar, no melhor dos sentidos, em seu barroco bacana.

Agora aparecem novas fotos e alguns closes de alguns personagens vitais da história como vemos a seguir.
Johnny Depp, sempre ele, o alter ego de Burton, como o Chapeleiro Maluco.
Anne Hathaway, que hoje em dia está em quase todos os filmes, como a Rainha Branca.
E a esposa de Burton, Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas (claro que ela estaria no filme!).

Infelizmente o filme só estreia no meio do ano que vem, até lá a gente vai ter que ficar babando com o pouco que ele vai liberando!


Quando morreu de overdose ano passado, Heath Ledger estava filmando com o inglês Terry Gilliam "The Imaginarium of Doctor Parnassus". O diretor, que sempre pira no meio das filmaggens e pára de filmar e recomeça e se perde, se perdeu e pirou de novo. Mas ele teve uma grande idéia e colocou no papel de Ledger 3 outros atores para substituí-lo: Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell, todos interpretando o mesmo personagem Tony.
Nem preciso dizer que esse seja talvez o filme que eu mais quero ver esse ano dos grandes, além desses 3 outros que eu citei aqui, aqui e aqui.
E a foto aí acima é do Ledger como Tony no filme. Aguardo ansioso.
Essas são 2 das primeiras imagens das filmagens de Tim Burton's Alice in Wonderland.

A atriz australiana Mia Wasikowska no papel principal ficou linda demais, né? Dizem que o filme vai ser 3D e que o Johnny Depp vai ser o Chapeleiro Maluco, todo animado. Ansiedade mata!

Boas novas: Anne Hathaway e Helena Bonham Carter estão no elenco de "Wonderland". Anne vai ser a Rainha Branca e Helena, mais conhecida como a esposa do Tim Burton, vai ser a Rainha Vermelha, que passa o filme gritando "Cortem a cabeça!". Papel apropriada pra ela!
Terry Gilliam é daqueles diretores que se fosse fazer um comercial de supermercado iria fazer o mais doido de todos.
"Bandidos do Tempo", "Os 12 Macacos", "Brazil-O Filme", "As Aventuras do Barão de Munchausen" e mais alguns são filmes que tenho em casa e revejo constantemente. E o melhor, são filmes que de tão bons e de tão marcantes, me fazem lembrar o dia que os vi no cinema, em que sala, qual sessão. Isso acontece com bem poucos dos que eu vejo, garanto.
O cara esteve envolvido em um filme sobre Don Quixote, que começou, não terminou e não se sabe o que vai acontecer. Enquanto isso, começøu outro projeto, esse "Doctor Parnassus" e no papel principal escalou o tal "melhor ator da sua geração" o finado Heath Ledger, que não só finado, morreu no meio das filmagens. Mais problemas pro coitado do Gilliam. E pra resolver, ele teve uma idéia maluca e genial: chamou 3 atores pro lugar do Ledger: Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrell.
O filme conta a história de Parnassus, um artista, ilusionista que fez um pacto com o diabo por imortalidade muito tempo atrás e que chegando aos dias de hoje, encontra um amor. Eis que ele resolve mudar o pacto de imortalidade por juventude, só que Mr. Nick, o diabo, pede em troca que seu filho ou sua filha, ao atingir 16 anos, seja "doado" ao demo. E é nesse momento que o filme se passa.
Abaixo, um teaser do filme, apresentado pelo próprio Gilliam, com desenhos e cenas da produção, deixando uma vontade absurda de quero mais.


