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[Marmita Sônica] Brasileiros no Sónar 2012
15.02.12 11:45Deixe seu comentário

 

DagoNeuClub
Vaaaai Dago!! furor na pistinha do Neu!

 

No último dia 7 de fevereiro foi a vez de mais seis atrações brasileiras entrarem para a lista do festival Sónar São Paulo: Gui Boratto, Marky & Patife, Gang do Eletro, M.Takara & Akin, Silva, Ricardo Donoso.

 

Um intercâmbio entre São Paulo e Barcelona também foi divulgado em grande estilo: Dago e Psilosamples são os artistas brasileiros que, além de estarem confirmados no line-up da edição paulistana, estarão também presentes em Barcelona, na edição catalã realizada em junho.

 

Dago Donato é residente da festa Explode, no Neu Club, por onde já passaram nomes como Bomba Estereo, Poirier, Frikstailers, Villa Diamante, Lemonade e outros. Também é um dos fundadores da Avalanche Tropical, coletivo que envolve os artistas Holger, Bonde do Rolê, Banda Uó, André Paste e Drunk Disco.

 

top mundi by dagodonato


Conheça mais de Dago, que promete fazer bonito aqui e na terra natal do Sònar com sua mix globalista, nessa entrevista concedida em fevereiro de 2011 para o blog Marmita Sônica, aqui.

 

Psilosamples mistura temas, cantigas, folclores, cirandas e os forrós da tradicional cultura popular brasileira com a música eletrônica, em especial a IDM. O mineiro Zé Rolê prepara no momento seu segundo disco, intitulado Mental Surf. 

 

psilosamples- O preço da Flor Ilegal remix by psilosamples

 

O álbum tem distribuição no Japão pelo mesmo selo que representa artistas como Cut Chemist, Madlib e Burial. Nada mal, né?

Categoria: Cena Eletrônica
Felicio Marmitex
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[.::musicness::.] Semana da Pátria
02.09.10 11:551 comentário

hawtinQuem não estiver com muita vontade de assistir aos tradicionais desfiles militares de 7 de setembro ou simplesmente ficar descansando no feriadão, pode encontrar em Santa Catarina boas opções de noites a partir de amanhã, 3 de setembro.

 

O 7 de setembro pode ser considerado o primeiro grande feriado depois do Carnaval e geralmente dá um gostinho do que vem "por aí" no fim do ano na costa do Sul do Brasil, época que tradicionalmente recebe bons eventos.

 

Em 2010 os dois principais clubes da região de Balneário Camboriú, Warung e Green Valley, contam com programação interessante. Enquanto Warung recebe Charlie May e Ricky Ryan na sexta, 03/09, e Richie Hawtin (foto) e Gui Boratto na segunda, 06/09, o Green Valley anunciou Tocadisco no sábado, 04/09, e Norman Doray também na segunda-feira. É a única apresentação de Hawtin no Brasil antes de uma pequena turnê que o canadense faz pela América do Sul em novembro.

 

O clube Parador, da Praia do Estaleirinho, recebe Nic Fanciulli em uma festa na tarde de sábado, e Layo e Bushwacka na noite de domingo, que ainda terá Felix DaHouse Cat se apresentando no Blue Coast.

 

Em Florianópolis a cantora norte-americana Lauryn Hill faz show na sexta-feira no Music Park (anexo ao Pacha). Layo e Bushwacka tocam no recém reaberto Confraria das Artes no sábado, e Mark Knight é atração da Pacha no domingo. A revista House Mag promove, ainda, evento no P12 na tarde de domingo com Fabrício Peçanha e Gustavo Bravetti.

 

Mais informações nos sites oficiais dos clubes:

 

www.warungclub.com.br

www.greenvalley.art.br

www.pachafloripa.com.br

www.bluecoast.art.br

 

João Anzolin
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[Marmita Sônica] Gui Boratto estreia residência como DJ hoje
20.04.10 13:123 comentários

gui_boratto

Gui Boratto fica pê da vida quando vê seu nome com a sigla “DJ” em um flyer. Mas mesmo assim, o produtor topou discotecar em clima de festinha lá em casa na nova noite Le Pulp, no Dorothy Parker. O cabaret intimista dos Jardins deve abrigar sua residência DJing a cada dois meses. “Nessa ocasião posso até ser chamado de DJ, se for o caso. Mas o correto seria: Gui Boratto (DJ SET). Nunca fui DJ. Mas isso aqui é uma brincadeira gostosa. Tocar coisas de outros amigos produtores, coisas que escutava no passado e que me influenciaram de certa forma”, explica o músico ao blog Marmita Sônica.

 

Você leu recentemente aqui no rraurl que Gui Boratto assinou a coletânea  

"Renaissance: The Mix Collection" no estilo DeeJay, mixando Kiki, Tricky, John Tejada, Lusine, Christian Smith, Gabe & Marcelo VOR a Gui Boratto, é claro. Na festa Le Pulp, deve rolar alguma coisa dessa mix sem pretensão. “Não estou preocupado com a compilação em si. Talvez toque um som ou dois. Mas o grosso vai ser coisa bem mais velha ou coisa bem mais nova. Sem regra, o que me der na telha na hora”, garante.

 

Gui Boratto diz que curte o trampo dos discotecários Michael Mayer, Andre Galuzzi, Renato Lopes, Jennifer Cardinni, entre outros. Confira o bate-papo que rolou por e-mail nesta manhã.

 

ENTREVISTA

 

Marmita Sônica - Quais DJs você curte?

 

Gui Boratto - Michael Mayer, Andre Galuzzi, Renato Lopes, Jennifer Cardinni, Mau Mau (apesar de fazer um tempo que não o escuto), Seth Troxler, Sascha Funke, etc...

 

Marmita Sônica - Como surgiu a idéia da festa Le Pulp?


Gui Boratto - Eu, Silvinho, Alê, João, China e Paulo resolvemos fazer uma festa, pequena, apenas para amigos e pessoas que gostam de boa música, além de ser realizada num ambiente lindo e confortável. Ou seja, uma festa feita por DJs. O conforto em primeiro lugar. Conforto para pedir um drink, para ir ao banheiro, sem ter que pedir pelo amor de Deus. Falando de música, sem a preocupação de tocar hits. Muito pelo contrário. Coisas que gostamos e tal.


M.S. - Qual deve ser a periodicidade do bafo?

 

G.B - Bom, ainda não sabemos, ainda mais que somos muito ocupados com outros trabalhos. Eu, pois vivo viajando por esse mundo a fora. O Silvinho, também muito ocupado, com DJs internacionais que veem para o Brasil. Ele é um dos diretores artísticos da minha agência aqui no Brasil. O Ale e o João também sempre com agenda lotada e o China, além de fazer eventos como House Ship, tem uma agência de publicidade e de viajens. Mas o intuito é que a festa Le Pulp role pelo menos há cada dois meses. Vamos ver.


M.S. - Você concorda que a discotecagem é um passo importante para o produtor em início de carreira? O que é mais importante: técnica de mixagem ou referências de repertório?

 

G.B. - A referência, claro. Mas a técnica é a ferramenta para que o repertório não seja comprometido... A harmonia conta muito também, que já é um lance de músico, como no meu caso, e que pouquíssimos DJs se preocupam, ou ainda, que nem sabem o que é... Mas que claro, é sentido quando uma música é mixada com outra com harmonias conflitantes... Tudo no fundo tem sua importância.


M.S. - Mesmo sem discotecar, você pesquisava música de pista com qual freqüência no dia a dia em estúdio?


G.B. - Pouquíssima freqüência. Digo, nos dias de hoje. Não sou de comprar muita música. Conheço coisas que as gravadoras (e que são muitas), me mandam dia-a-dia. Além disso, recebo muita coisa direta de amigos produtores que conheço desse mundo todo.

 

http://www.lepulp.com/

Categoria: Cena Eletrônica
Felicio Marmitex
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[.::musicness::.] Boratto lança compilação pelo Renaissance
06.01.10 11:202 comentários

guipackshotO paulistano Gui Boratto é o encarregado pela próxima edição da série de compilações "The Mix Collection", do selo britânico Renaissance. O duo alemão M.A.N.D.Y e o Danny Howells assinaram os dois primeiros volumes da série.

 

Dois álbuns fazem parte do lançamento; das 29 faixas 7 são produções ou remixes de Boratto, além da co-produção em "The Infinites", faixa do Bomb The Bass. Os brasileiros Gabe e Marcello V.O.R também aparecem no tracklist com a faixa Funky Zeit, além de faixas de nomes como Paul Kalkbrenner, Josh Wink, Oxia, Tricky e Gabriel Ananda.

 

A previsão de lançamento do álbum é para 8 de fevereiro de 2010. Confira abaixo o tracklist completo:

 

Gui Boratto - The Mix Colection:

 

Disco Um

01. Oliver Koletzki Feat. Fran – Hypnotized
02. Gui Boratto – Take My Breath Away (John Tejada Remix)
03. Paul Kalkbrenner – Azure
04. Bomb The Bass Feat. Paul Conboy – The Infinites
05. Dominik Eulberg – Daten-Übertragungs-Küsschen
06. Lusine – Double Vision
07. Gabriel Ananda – Schnee
08. André Sobota - Forgotten
09. Mathew Jonson – When Love Feels Like Crying
10. Gui Boratto – Telecaster
11. Gorge & Dubnitzky – Smile In My
12. Oxia – Sun Step
13. Robert Babicz - Astor (Gui Boratto Remix)
14. Ada – Lovestoned (Gui Boratto Remix)
15. Gui Boratto – Azzurra

 

Disco Dois

01. Gui Boratto – Trills
02. Christian Smith – Milky Way
03. Kiki – Immortal Feat. Pirica (Anja Schneider Remix)
04. Guido Schneider Meets Jens Bond - Eijeijei (Original Mix)
05. Ben Klock - OK Feat. Elif Biçer (Kenny Larkin Remix)
06. Josh Wink – Dolphin Smack (Martin Buttrich Remix Part 6)
07. Hatzler - HNO (Lemos Remix)
08. Gabe & Marcello V.O.R - Funky Zeit
09. Stimming – Chemistry (Original Mix)
10. Gui Boratto – The Glam
11. D-Dub – Deep Blue (Stimming Remix)
12. André Lodemann - Vehemence Of Silence (Motor City Drum Ensemble Perspective)
13. Max Cooper - Stochastisch Serie
14. Tricky – Past Mistake

João Anzolin
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
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[Molotov21] 1 Studio 2 Festas
14.10.09 16:35Deixe seu comentário

O Studio Line é um estúdio famoso por realizar cursos de cinema, tv, além de ser palco de diversos comerciais e vídeo-clipes. Mas o estúdio também vem sendo uma boa opção para realização de festas já há algum tempo.

 

Para quem não se lembra, a Moo já realizou algumas edições lá no Studio. Algumas das ótimas atrações que lembro ter visto foram Darshan Jesrani (Metro Area), Marko Nastic e um, ainda desconhecido das massas, Gui Boratto. Outra festa interessante foi a label party da gravadora carioca 11hz que contou com alguns lives e djs sets como Trieb e Freakslum. 

 

Nesta semana o estúdio vai abrigar 2 festas que valem um pulo para dar um confere: Dancing Cheetah (Quinta) e HIGH (Sexta).

 

QUINTA > DANCING CHEETAH

 

dancing_cheetah

Depois de uma temporada mensal no Lounge 69, de fazer da terça-feira o melhor dia da semana para sair – pergunte as 400 pessoas que iam na Casa da Matriz toda semana –, e de abrir e fechar o show da Banda Calypso na Fundição Progresso, a festa de ritmos latinos e global guettotech Dancing Cheetah prepara agora uma edição especial com três atrações internacionais. Dia 15 de outubro, num casarão na Rua Álvaro Ramos, Botafogo, os Djs residentes Pedro Seiler e Chico Dub recebem Lucas Santtana (Diginóis) e os internacionais Maga Bo (Soot Records/ EUA), Ghislain Poirier (Ninja Tune/ Canadá) e Fletcher (African Dope Records/ África do Sul). Oportunidade única de conhecer o trabalho de alguns dos principais representantes do chamado global guettotech. Aqui, ao contrário do que ficou rotulado como world music nos anos 80, a pegada é 100% urbana. Alta e baixa tecnologia; passado, presente e futuro.

 

 

Ghislain Poirier (Ninja Tune/ Canadá)

Fletcher (African Dope Records/ África do Sul)
Maga Bo (Soot Records/ EUA)
Lucas Santtana (Diginóis)
Pedro Seiler (Dancing Cheetah)
Chico Dub (Dancing Cheetah)

R$30,00 (lista amiga R$15,00)
Studio Line
Rua Álvaro Ramos, 414, Botafogo
*Pagamento somente em dinheiro

 

SEXTA > HIGH

Flyer_High_Webfinal72dpi

 

HIGH = Encontrar os amigos em clima de festa, alto astral, dançando boa música e se divertindo a noite inteira!! Simples assim… Um encontro, uma celebração casual, sem muita pretensão, para poucos e bons amigos com muita energia. Para esta edição especial, no Line up,  Oliver Klein, tocando e comemorando seu aniversario. 

Dj e produtor alemão de mão cheia, dono do label Mutekki, que, alem de estar sempre lançando musicas quentíssimas, e o responsável em editar e distribuir as coletâneas Vangeance, serie obrigatória no estúdio da maioria dos produtores de ME. 

Quem toca?

Oliver Klein
Matera vs Ricardo Estrella
Flow & Zeo
Renato Bastos vs Pedro Piu

 

 

 

 


Bernardo Campos
Bernardo Campos (bernardo @ molotov21.com)
Do Hauzinnn
[.::musicness::.] Ainda Tribaltech
27.08.09 00:225 comentários

tribaltech_GZO9

 

Antes de mais nada, esta é a descrição de uma parte do festival Tribaltech 2009 em Curitiba no dia 22/08, uma vez que o mesmo começou meio dia do sábado e acabou às 07:30 da manhã do domingo, e este que vos escreve chegou lá às 19h. e saiu bem antes do final.

 

Com uma sensação térmica de 5º C graças a um vento que vinha da Serra do Mar ao lado, o habitual espaço de raves na Fazenda Heimari em Quatro Barras (ao lado de Curitiba) estava tomado pela multidão. Segundo a organização passaram por lá aproximadamente 12 mil pessoas. Um bom número haja vista a instabilidade do tempo nos dias anteriores, com frente fria dando seu "olá" habitual na capital paranaense, além do fato de que o surto da gripe A afugentou uma parte do público-alvo do festival.

 

E a música?

 

Bem, pra começar, acabei esquecendo do DJ set de Marc Romboy na tenda Black Tarj Club pois era exatamente no horário o qual entrei e, no meio da confusão da chegada, perdí o set que mais estava curioso para ouvir e dançar. Acabei circulando pela tenda 3Plus/DJ Mag, tomada pelos fãs de Gui Boratto que já ia em mais da metade do horário de seu sempre competente DJ-Live P.A.

 

Na sequência fui ver como as bandas de rock se saíam na tenda Organic Beat e foi aí que deu pra ver claramente o outro público que o festival queria agregar a esta edição: o povo das bandas ao vivo. No palco, B Negão e Os Seletores de Frequência em performance de não deixar microfone sobre pedestal. Logo na sequência veio o Cordel do Fogo Encantado que, pela agitação causada desde a  sua entrada, era um dos mais aguardados. Meio hippie, meio MPB, com direito a cover de Cio da Terra de Milton Nascimento (oi?). Definitivamente não a minha praia, hora de sair correndo pro Main Stage e ver o que Tim Healey aprontava. Electrohouse bombator, com direito a remakes de MGMT ("Kids") e Placebo ("Every Me, Every You"). Ah bom, agora bem mais a minha cara. Resta saber o que pensaram disso os ravers que antes curtiram os ultra-bombators Sesto Sento, X-Noize, Gataka e Vibe Tribe. 

 

Movido por uma curiosidade antiga, voltei à tenda Organic Beat a tempo de pegar o show do grupo de chill-eletrônico-hindu Pedra Branca. Não me arrependí. A banda é extremamente entrosada, com bons músicos (no qual se destaca um tocador de cítara indiana). Cada música tinha direito a dançarinos que se revezavam em coreografias diferentes umas das outras, dando uma fluidez a um espetáculo que poderia entediar, mas ao contrário, enchia os olhos. Definitivamente um dos melhores momentos da Tribaltech na minha humilde opinião. Findo o show, entra a Nação Zumbi e nos tira do transe com mais quebradeira no palco: hora de ver como as coisas iam nos outros espaços.

 

Próxima escala da noite: Catz´N Dogz na Black Tarj Club. Esse era o espaço que mais tinha cara e temperatura de um clubinho. Em forma de túnel transparente, era a tenda mais deslocada do conjunto da festa, mas não menos cheia. Nesse momento acabo encontrando muitos amigos e conhecidos, repetindo umas das melhores cenas de um evento desse porte, que é encontrar as pessoas ao acaso. E a dupla de "Cães & Gatos" também acabaram se revelando pra mim, que nunca tinha ouvido falar antes, como uma grata surpresa pela mistura animada de várias nuances modernas da house music. Mais um highlight pra noite.

 

De estruturas, lasers e pipocas

 

Provavelmente a maior infra-estrutura de festivais já vista por estas bandas, com 4 tendas funcionando com som muitíssimo bem equalizados e altos, bares e banheiros sem as tradicionais filas. E claro, bungee jump para os mais destemidos.

 

O espaço Cinetech era uma tenda menor e transparente com muitas poltronas e sofás para apreciar os vídeos que passaram pelo crivo de um concurso feito pela organização do festival e eram projetados non-stop. Uma pena o áudio não funcionar, o que poderia também não ser um bom negócio, uma vez que este espaço se localizava exatamente entra os dois maiores e mais barulhentos stages da festa, daí aquele mix de sons onde você nunca consegue acompanhar nenhuma das duas fontes sonoras. E pra lembrar ainda que alí era um cinema dizem que em algumas horas tinha até pipoca grátis pra geral...

 

E embora possa soar deja-vu total, no Main Stage um sistema de 3 canhões lasers com cores e desenhos inéditos às minhas retinas (e olha que eu tenho achado laser tão anos 90...), complementados pelo grave gorducho que ia bem longe davam a cara final que um festival de tal porte deve ter: o de encher os olhos e ouvidos. 

 

Vale destacar também que a Tribaltech não tem grandes patrocinadores, e por isso mesmo o visual da festa não ficou comprometido por marcas, logos ou símbolos que às vezes são o tiro pela culatra publicitário: em vez de vender um produto, estraga a decoração. 

 

Epílogo

 

Vencido pelo cansaço, saí à 01h da madrugada com o DJ Chris Lake entrando no palco que insistia em nos impressionar ao longe com  raios-laser dignos de um ovni pousado no meio de um campo enevoado na Serra do Mar.

 


Tribaltech por Groove Channel

 

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
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[Bate-Estaca] Devaneio puro
27.04.09 19:235 comentários

The Field foi um dos projetos de techno mais encantadores dos últimos anos. O álbum From Here To Sublime, de 2007, era música de sonho nevoento, de sons e sentimentos difusos, devaneio puro.

 

Já tá rolando a música nova do The Field. É do seu próximo álbum, Yesterday & Today. Sai em maio pela Kompakt e tem participação do baterista do Battles, JOhn Staines, em várias faixas.

 

The Field - The More That I Do

 

 

Ela é boa, não ótima. Um pouco circular demais. Uma das coisas de que mais gosto nela é sua escancarada inspiração em "Lorelei", música magnânima dos Cocteau Twins de meados dos anos 80.

 

O The Field fecha assim o ciclo "dream pop", música de camadas de guitarras e névoas de efeitos que é influência marcante em muitos nomes eletrônicos atuais. É mais ou menos assim: o que começou com Cocteau Twins nos anos 80, deu em My Bloody Valentine e Curve nos anos 90 e foi desaguar em The Field, o pessoal da Border Community (Nathan Fake, James Holden) e mesmo o nosso querido Gui Boratto (fã assumido de MBV).

 

E agora o The Field presta tributo ao começo de tudo isso.

 

Cocteau Twins - Lorelei

 


Lorelei (Stars and Topsoils) - Cocteau Twins

 

My Bloody Valentine - Only Shallow

 

My Bloody Valentine - Only Shallow

 

Curve - Clipped

 

 

Nathan Fake - The Sky Was Pink

 

 

Gui Boratto - Atol

 

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
Putz! Putz!
[Todo DJ Já Sambou] Gui Boratto sem fôlego 2
06.03.09 19:173 comentários

Que crise, gente?

Ontem a madrugada foi pequena pra multidão que lotou o Clash Club, em São Paulo, pro lançamento de Take My Breath Away, do Gui Boratto. Ele tocou feliz da vida, dá uma olhada:

 

 

 

 

 

São poucas fotos, eu sei. Mas a bateria da máquina e também a da dona acabou bem antes do final da festa. Parabéns, Gui!

Claudia Assef
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.