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[Marmita Sônica] Simian Mobile Disco retorna após cinco anos
17.05.12 10:402 comentários

SMD

 

Um dos esperados retornos na música eletrônica aconteceu na última semana. O estrelado duo Simian Mobile Disco, após cinco anos "fora de cena", lança agora novo álbum. "Unpatterns" marca um ótimo retorno de aura introspectiva, impossível comparar com o Simian de hits hedonistas de antes.

 

Seu terceiro álbum traz melodias hipnóticas, vocais alterados por synths sinistros e muitas texturas em diálogo com o dub moderno. Grude agora nas faixas "Seraphin" e "I Waited For You". Eu não largo mais. 

 

O atual e surpreendente espírito dark eletrônico do SMF é bem animador, climão deep convidativo para esquentar nas pistas de inverno. A bíblia-urbana XLR8R compara  algumas faixas de "Unpatterns"  com o acervo do selo vanguardista Hotflush, do Scuba.

 

Já uma resenha do The Guardian indica relações com o minimal techno e até que faz sentido. Devore você mesmo as faixas aqui no Marmita Sônica.

 

Unpatterns Album Stream by Simian Mobile Disco


Felicio Marmitex
Felicio Marmitex (marmitex86 @ gmail.com)
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[Marmita Sônica] Hackman e seu delicioso house pós-dubstep
14.06.11 20:295 comentários

Hackman

Ben Hackman é dono de uma sonoridade irresistível. Suas primeiras produções saíram em 2009 quando ele investiu forças no dubstep e no funky house marcante da turma da Rinse. Com nuances vocais ao gosto de R&B e feeling deep, “Always” foi o vinil que mostrou a cara do inglês de cidade pequena para o mundo pelas primeiras vezes.

 

A mix-retrospectiva do Marmita Sônica “Best Of Uk Funky 2010” tem o hit na versão original, baixe aqui.

 

 

Agarrado nos beats rústicos do uk garage que sempre o influenciou, Hackman tem olhado para frente.  No ano passado “Pistol In Your Pocket” saiu na nova coletânea da Fabric “Elevator Music vol. 1” ao lado de visionários como Untold, Mosca, Julio Bashmore e Martyn. 

 

A compilação foi influente e ajudou a engrossar o caldo da tendência pós-dubstep, gostei da boa resenha do Pitchfork. O termo circula mundialmente desde o final de 2009 na tentativa de abraçar os diversos subgêneros oriundos dos baixos graves. Foi muito abordado no Sònar 2010 e hoje o pós-dubstep se desdobra dentro de cases de house e techno.  

 

 

Hackman teve um ano de 2010 promissor, foi apontado pela FACT Magazine como um dos dez produtores a se prestar atenção. Com o EP “More Than Ever”, o cara batizou o novo selo de house Pattern, ou PTN, que é da mesma galera do RAMP (Zomby, etc).

 

O disco traz a tribalíssima “Ghettoflower” e já foi sucedido na casa pelo novo “Made Up My Mind/Bam Bam. Este segundo tem forte pegada e humor à Chicago house que eu gosto muito.

 

 

 

 

Não são muitos lançamentos em sua recente carreira, é verdade. Mas quantidade é o que menos importa na linha de produção esperta de Hackman.

 

Quem tiver mixado faixas dele, comenta o que rolou na pista.. e mande links com sets.

Categoria: Breakbeats
Felicio Marmitex
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[Marmita Sônica] Nova mixtape de house oldschool para baixar
18.11.10 14:256 comentários

MNeC_by_Mauricio_Landini_edit

House "inglês" com MCs no lead. Londres pós-moderna em sintonia com o dub dos imigrantes negros. Batidas quebradas. Basslines firmes e funkeados. Timbres rústicos, sujos e estética-poética com o coração na Jamaica. Pé no jungle originário e cabeça na técnica de masterização lo-fi e hi-fi. Interesse por dubstep, foco no 4x4 disco-funk-house.

 

É muito difícil descrever o talento de uma figura genial (e geniosa - em off!) e ainda mais por se tratar de um amigo de verdade.

 

Fabeo Firsoff, seu nome, 28 sua idade... uma mente avançada por trás do mirabolante "Meu Nome é Carlos", alcunha que alivia sua timidez. Parece MKT? Dúvido, o cara é 1000 % low profile, porém do "amado" signo de Leão, né?

 

Ele curte o iconoclastra Rogério Skylab, vive sussa no seu canto atrás do Estádio do Morumbi, mas pega sua moto e atende clientes diversos como T.I. para pagar as contas.

 

O cara toca de tudo um pouco... percussão com Allan Zi no grupo Umainda, ex-baixista da banda rocker Hello Dali, produtor musical do T.C.C. sobre "Tom Zé, Amon Tobin e Dubstep" e do Interdisciplinar "Re-Tropicálica" na Anhembi Morumbi (produção musical).

 

OUÇA, DEVORE!

 

Meu Nome é Carlos - Minimix by marmitasonica

 

Bedroom DJ desde sempre, fã da dance music de rádio antes de 1997 e da cultura FM virar sinônimo de f#*& para a cena!

 

Recentemente, o "novo" artista da noite paulistana mostrou serviço na cabine do Vegas por duas vezes (Quebrando A Fome e Xiliquê) - Jungle set em uma, Speed Garage em outubro.

 

"My Name's" também integra live PAs inusitados e experimentações extra-clubber, como a Orquestra de Laptops de Santo André.

 

Pra quem curte os gêneros ingleses Fidget e Crack House nos EPs do Zinc, Jack Beats, Jesse Rose, Lee Mortimer e o Funky da galera de UK... Cuidado, esse filé da década de 1990 vicia. Revival lado-b?

Categoria: Breakbeats
Felicio Marmitex
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[Molotov21] DJ vs DJ - Rafael RM2
28.06.10 20:085 comentários

rm2_2

Rafael RM2 completou 15 anos de profissão em 2010. Um feito e tanto num mercado em que muitos desistem no meio do caminho ou levam a coisa apenas como um hobby.

 

Na entrevista abaixo, RM2 nos conta um pouco de sua história. Do Garage House, passando pelo "Jamantismo", até os dias de hoje com o Indie Dance.

 

- Você se lembra a primeira vez que escutou música eletrônica?

 

No movimento New Wave, em meio a década de 80. Lembro da banda Sigue Sigue Sputnik, “Love Missile”, e um remix enorme de “Walk Like an Egyptian”, do grupo Bangles. Também o álbum ‘Substance’, do New Order. Essas músicas naquele tempo não eram classificadas como “eletrônico” e eram tocadas em hi-fi’s (festas de playground), meio a explosão do rock nacional que acontecia por aqui. Não tinha idade suficiente para ir a clubes noturnos dançar.

 

- E a primeira gig?

 

Costumei dizer que comecei a tocar em 95’, no 1º after-hours do Rio, na Underbang, com DJ Ricardo NS. Ficava em Botafogo, mais próximo ao Humaitá, no antigo consulado da China. Mas na verdade fiz equipe de som e comprava discos por volta de 89, com 13 anos e fazia as festas do condomínio onde morava com um soundsystem 3x1, um mixer Tarkus Ap-2, mais uma pick-up D-20, da Gradiente, e uma caixa amplificada. E luzes com pastilhas (para piscar). Tocava continuamente por 5 ou 6 horas, montava e desmontava tudo sozinho, fora uns 100 discos que levava. Chegava em casa exausto.

 

- Recentemente ouvi um set seu de Garage House, você se apresentava em festas do estilo?

 

Nesse período eu não tocava tanto. Havia me mudado da zona norte do Rio para a zona sul e estava começando a ver pessoas e clubes que faziam a noite acontecer por aqui. Mas ainda assim comprava discos do estilo. Minha maior referência ao Garage foi através dos programas de rádio do DJ Marcelo “Memê” Mansur:  Festa da Cidade e RPC Megamix. O próprio Memê as vezes me convidava a ir ao estúdio da rádio para assistir o programa ao vivo. Bom que nos programas informava-se bastante sobre os produtores de Garage House. Não posso deixar de lembrar também do DJ Felipe Venâncio, nas festas “Elevation” e “Até que enfim é sexta-feira”, no clube Dr. Smith. Foi onde tive meu primeiro contato com o que chamamos de música underground.

 

DJ RM2 - Garage House Set 

 

 

rm2

- E a fase do "Jamantismo"? Comente um pouco sobre essa fase marcante no Rio de Janeiro

 

(Risos) Era o termo que usávamos para definir um house desengonçado, mas cheio de groove. Não era o Garage, e sim o Funky House e Deep house, vindos da Europa, Chicago e São Francisco (USA). Ouve um movimento bacana no Brasil e, principalmente, no Rio de Janeiro. Ficamos conhecidos por ter uma ‘cena’ de Chicago House. Não era grande, mas tocávamos bastante em outras cidades brasileiras. Surgiu o projeto “Jamanta”, de Dudu Marote e Rafael ‘Droors’, que tiveram músicas lançadas pelo selo do DJ Derrick Carter: “Classic “. Foi uma boa fase carioca. Sentíamos que as pessoas queriam sair para ouvir a música.

 

DJ RM2 - Jamantismo 3 pickups. 

 

 

- E hoje em dia, qual o estilo de som que não sai da sua case?

 

O House. Este é o estilo eletrônico mais democrático que existe. É o que recebe mais influências exteriores (não necessariamente do eletrônico) e assim fica dificil estagnar.

Hoje em dia está agregado ao rock e ao pop sem soar 'baba'. E por sua facilidade de acompanhar o rítimo, o House ainda é procurado por públicos variados nas pistas de dança.


- Quais seus produtores favoritos? 

 

Atuais: Mickey Moonlight, Greenskeepers, Honey Clawns, Claude Vonstroke, Tomboy, Siriusmo, Matias Aguayo, Abe Duque, Azari & III, Joakim, Horse Meat Disco, Who made Who, Solomun, Pollyester, Captain Comatose, Lo-Fi-FnK…

Antigos: Frankie Knuckles, Masters at Work, Larry Levan, Todd Terry, Jellybean, Joey Negro, Silk Hurley, Shep Pettibone, I:Cube, Morgan Geist, Derrick Carter, Luke Solomon, Orbital, Chemical Brothers, DJ Hell, Ian Pooley, Moodyman, GusGus, Green Velvet, Giorgio Moroder, Greg Wilson e muitos outros…

 

- Como você ve as mudanças na cena nesses 15 anos de profissão?

 

Muita coisa mudou mesmo. Acho que no Rio o público de eletrônico tornou-se mais jovem, enquanto nos anos 80 e início de 90 você via o grupo dos mais experientes sempre freqüentando e fazendo acontecer. Em São Paulo isso ainda continua. Este é o segredo da noite paulistana funcionar tão bem. Pessoas que trabalham na noite levam o profissionalismo mais a sério, pela experiência, e até por conta da concorrência também. Acho que só vamos fortificar a cena do Rio no momento em que todos os interessados trabalharem juntos. Tanto os produtores e remixers, para se fazer uma cena musical consistente;  quanto os donos de clubes e promoters exigindo as condições necessárias para se trabalhar; e o público, pagando a entrada (lista amiga? Grande invenção!) e dando atenção ao line-up da festa que vai, com bons DJs. Sempre caímos na conversa de cidade praiana não ser a cidade onde a noite acontece. Mas podíamos ter noites proporcionalmente menores, porém boas, se todos os que citei cooperassem.

 

- Pra finalizar fale um pouco dos seus projetos presentes e futuros

 

Recentemente fiz minha retrospectiva destes 15 anos como Dj, chamada “RM2 – 12 HORAS”. Está hospedado no site http://soundcloud.com/rafaelrm2 . São 10 podcasts com várias fases de discotecagem, incluindo o “Garage House” que foi citado na entrevista. O mais recente é o “Indie Dance”, onde toco essa fusão de Rock/Pop com House Music. Hoje em dia chamada de Indie Dance (Indie = alternativo).

 

Valeu a entrevista! Esta iniciativa ajuda o público a se informar e ficar mais interessado ao que eles participam.

 

Rafael RM2 toca na festa Bordel, essa quinta, no La Cueva e sábado na festa PIMP no Pista 3.

Bernardo Campos
Bernardo Campos (bernardo @ molotov21.com)
Do Hauzinnn
[Tip Tip Tip] Fabia Bercsek
18.12.09 19:36Deixe seu comentário

Está no Rio? Não perca a Garage Sale com as lindas roupas da Fabia Bercsek.

 

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Categoria: moda
Dani Cury
Dani Cury (danicury @ gmail.com)
[Bate-Estaca] Garage 1 X 0 Dubfire
26.02.09 22:5628 comentários

Problema de Palmas ao pessoal do Garage, de Cuiabá, pela finesse na hora de tratar de um assunto onde a vontade era xingar de tudo quanto é nome.

 

Eles soltaram hoje um release explicando o no-show do DJ mais aguardado do seu Carnaval, o iraniano-americano Dubfire, antes conhecido como metade do duo houseiro Deep Dish, hoje adorado como semi-deus nos círculos minimal-prog. Dubfire teria que tocar na segunda-feira, 23/2.

 

Com o peso de seus 37 anos, Dubfire teria ficado "exaurido" depois de uma sequência de datas. Segundo o release do Garage, "Por recomendações médicas, [Dubfire] deveria suspender suas atividades por 48hs."

 

Continua o release:

 

"Todo staff do Club ficou muito feliz, para não dizer espantado, com a pronta recuperação de Dubfire, tendo em vista que vários amigos e colegas de trabalho presenciaram sua animação em um famoso club na Praia Brava de Santa Catarina até o amanhecer de terça-feira."

 

É a ironia esbofeteando com luva de pelica a falta de profissionalismo.

 

O Garage devolveu o valor dos ingressos da noite, e esta rolou só com DJs locais. "Além disso, todos que compareceram ao Club puderam curtir a noite sem pagar pela entrada", diz o release da casa.

 

Em tempo: se alguém aí for chegado do fogoso DJ, pede o nome do remédio levanta-defunto dele?

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
Putz! Putz!
[Bate-Estaca] Morte de Mel Cheren expõe ignorância histórica
10.12.07 22:402 comentários

Sexta-feira passada (7/12) morreu uma figura fundamental na história da dance music: o americano Mel Cheren.

 

Ele foi importante por vários motivos: foi uma das primeiras pessoas na indústria musical estabelecida a apostar na disco music e a acreditar na importância do DJ e da pista de dança como lançadores de novidades musicais; foi dos primeiros a apostar no formato do single 12", para DJs; fundou e dirigiu até recentemente o selo West End, uma das marcas mais reverenciadas da música para dançar; teve papel fundamental no Paradise Garage, a histórica discoteca underground onde os sets do residente Larry Levan elevaram o trabalho e a arte do DJ a um novo patamar, influenciando gerações seguintes.

 

Ele também foi dos pioneiros na conscientização da indústria musical sobre o problema da a AIDS (a causa de sua morte). O recém-lancado documenário O Poderoso Chefão da Disco passa a limpo a vida e obra de Mel Cheren, entrevistando bastante o próprio e outros protagonistas dos últmos 30 anos como Tony Humphries, Little Louie Vega e Junior Vasquez.

 

O surreal é que a morte de um personagem tão crucial não mereceu, até agora, nem uma linha sequer de sites como Pitchfork, NME, Gigwise, 365mag e Resident Advisor. A omissão dos três primeiros não chega a surpreender já que, vindo do ponto de vista do indie rock, devem ser bastante desinformados quanto ao passado da dance music, ainda que seja forte influencia de bandas queridinhas suas como The Rapture, The Gossip e LCD Soundsystem (que até incluiu uma faixa dos Peech Boys, grupo de Larry Levan que lançava pela West End, na sua coletânea da Fabric).

 

Agora, Resident e 365, sites de música de pista, foram de uma decepção vergonhosa, mostrando que enxergam mesmo muito pouco além do DJ de minimal alemão/trance holandês (respectivamente) da semana.

 

Já o leitor (a) do rraurl.com tem sorte de ter à sua disposição um site que conhece bem o passado da música eletrônica e da dance music. O trágico fato aparecia na capa do site hoje cedo. Leia a nota aqui. Fora isso, só saiu praticamente em blogs e fóruns especializados de disco.

 

Bate-Estaca se despede e homeageia Mel Cheren com dois clássicos da West End:

 

Sparque - Let's Go Dancin'

 

Flash Content

 

Taana Gardner - Hearbeat

 

Flash Content

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
Putz! Putz!
[Bate-Estaca] O chefão da disco está no Brasil
20.11.07 20:35Deixe seu comentário

O nome dele é Mel Cheren. Ele é dono do selo West End, um dos mais eletrizantes da disco music, por onde saíram coisas como "Hot Shot", de Karen Young, "Is It All Over My Face", do Loose Joints, e "Heartbeat", de Taana Gardner.

 

Seu ex-namorado, o falecido Michael Brody, era dono do Paradise Garage, o clube-chave da disco, onde Larry Levan era residente. Depois que a AIDS chegou devastando a comunidade clubber de Nova York, no começo dos anos 80, Cheren promoveu eventos para arrecadar fundos para combater a doença.

 

O documentário The Godfather of Disco (em português, O Poderoso Chefão da Disco), dirigido por Gene Graham, conta tudo isso e mais um pouco sobre esse personagem fundamental. Tem entrevistas com caras como Junior Vasquez, Louis Vega, Tony Humphries e Jellybean Benítez.

 

O filme já passou duas vezes, totalmente despercebido, na programação do festival Mix Brasil que tem como lema "Uma briga de espadas como nunca se viu". Um amigo viu sábado passado e reparou que não havia "nenhum DJ na platéia". Bom, há duas últimas chances de reparar a omissão: The Godfather of Disco rola no Cinesesc, em São Paulo, nesta quarta (21/11), e no Cine Palácio, no Rio, dia 4/12.

 

Cinesesc

R. Augusta, 2.075

Jardins, São Paulo

(11) 3082-0213

Ingressos a R$ 14 (inteira) e R$ 7 (meia-entrada)

 

Cine Palácio 1 e 2

Rua do Passeio, 38/40

Centro, Rio de Janeiro

(21) 2461-2461

Ingressos: R$ 14 (inteira) e R$ 7 (meia-entrada)

Camilo Rocha
Camilo Rocha (camilo @ rraurl.com)
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