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[.::musicness::.] Entrevista: Denis Pedroso
27.04.11 02:02Deixe seu comentário

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O DJ e promoter Denis Pedroso fala sobre a festa INMWT (In New Music We Trust) no James, uma das mais fervidas de Curitiba. 

 

 

Quantos anos você tem? Há quanto tempo existe a INMWT? Comecou como DJ nessa festa? 

 

Tenho 30 anos e a INMWT existe desde 2005. Comecei discotecando na Quarta Rock do James, a convite dos djs de lá, que não aguentavam mais eu entregando CDs pra eles tocarem as músicas novas que eu pesquisava. Na época, o som, nesse segmento, girava em torno dos anos 80 e 90. 

 

O que você toca? 

 

Depende da festa. Não sou DJ, tecnicamente falando, então aposto em repertório. Portanto, dependendo do lugar que eu toque, levo um repertório que, a princípio, outros não exploram (não pra ser diferente, apenas, mas pra oferecer outras possibilidades. O espírito do projeto INMWT é meio esse). Se a festa comporta novidades, então acabo mandando coisas que pesquiso e não ouço sendo tocadas por aí. Se me dão liberdade total e o espaço recebe bem, então a sonoridade que curto mandar é eletro rock com hip hop, aquela mistura mais maximal, no sentido de diversidade sonora, batidas e transições. 

 

Quantos anos tem a festa? 

 

Ela completa 6 anos, agora em setembro (2011).

 

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Quais as melhores edições até agora? Teve alguma particularmente memorável? 

 

A festa passou por diferentes fases. Quando comento no Twitter que cada edição é uma surpresa, isso é real, pois não há Djs residentes e os sets sempre mudam. A única regra é tocar música dos 00's em diante. Nesses quase 6 anos, passamos por diferentes fases e tipos de público, então a sonoridade mudou bastante. No começo, era indie rock, anos depois estava bem eletrônica. Hoje, a festa vai mais na linha maximal, misturando as sonoridades, e o eletrônico deixado de lado (por exemplo, dificilmente se tocará faixas com 5 minutos e sem nenhum vocal. Isso se deveu mais em relação à resposta do público, com isso o critério pra chamar convidados mudou também). 

No começo do no passado, mudei novamente o rumo da fetsa, tornando-a ainda mais eclética ainda e com aquela pegada maximal que gosto de pôr em meus sets. A resposta do público foi excelente e desde então tivemos ótimas edições. Em Novembro, quando recebemos os sets da Killing the Dance X 4e20, a coisa toda estava bem estabelecida já e assim a festa virou uma grande confraternização. Porém, esta última edição, em que veio tocar o Ricardo Bizafra (Fone Dourado/BH) e tivemos ainda os curitibanos DJ Feiges (Reboot) e o Ale Dantas (do James), a interação do público com os Djs e a resposta na pista foi até então nunca vista. O clima de confraternização e o caráter eclético dos sets enriqueceu o evento, por isso certamente tomarei esta última como parâmetro, para a partir dela procurar sempre, apesar de cada edição ser diferente, manter essa clima que rolou. 

 

 

Vocês fazem flyer? Qual a importância da internet e redes sociais pra divulgarem os eventos? 

 

No começo, fazíamo flyers e cartazes, que eu distribuía no circuito mais alternativo da cidade. Com o tempo, tudo migrou pra plataforma virtual, além do que fomos criando um público fiel e até quem não vai à festa sabe quando ela rola e como é que funciona. 

Portanto, a importância das redes sociais, hoje, é enorme nesse trabalho de divulgação (e, mais ainda, de promoção do projeto INMWT como um todo) das edições e os convidados (temos o Blog também, que de certo modo mantém o público conectado). Mas estamos sempre aprimorando esse trabalho de pré e também de pós. Agora, com o Facebook e os recursos que eles cada vez mais implementam, a coisa toda tem crescido em importância, não apenas como divulga, mas também esse outro lado da promoção do projeto e da marca (do INMWT, mas do James, também).

 

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Saiba mais:

Blog: http://www.innewmusicwetrust.com.br
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Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
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[Molotov21] Festa Shout e Eletroshake trazem Crystal Castles para o Rio de Janeiro
21.09.10 15:412 comentários

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Nessa sexta-feira, dia 24 de setembro, as Festas Shout e Eletroshake comemoram seu quarto ano trazendo uma das maiores atrações da música na atualidade: a dupla canadense Crystal Castles (foto abaixo).

Abrem a noite os DJs Diogo Reis e Badenov, já conhecidos pela galera do eletrônico. O primeiro é um dos responsáveis pela festa Moo, umas das mais famosas festas do Rio e o outro foi residente da festa Combo, que rolava as sextas no Lounge 69 e estava sempre bombando.

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Logo depois entra o live do DIGITARIA, lançando seu segundo disco, “Emotion /Simulation”. Descobertos pelo DJ Hell, eles ganharam notoriedade com seu primeiro álbum, lançado pela Gigolô Records, a mesma de Miss Kittin, Vitalic e Fischerspooner. Desde então, Daniel Albinati e Daniela Caldellas já dividiram o palco como nomes como New Order, Ladytron e Anthony Rother.

 

Eis que chega o duo que vem inflamando pistas all over the world! Como bem definiu Jade Gola, aqui no RRAURL: “ O Eletroclash não morreu. Foi eletrocutado em 8 bit e transformado num monstro sonoro que assusta criancinhas na forma do Crystal Castels”. A dupla formada pelo produtor Ethan Kath e a performática vocalista Alice Glass surgiu em 2003.  Influenciados pela cena Noise Punk, substituíram as guitarras por teclados e criaram um som difícil de descrever: ora delicado, ora violento. Seu trabalho de estreia entrou na lista da NME dos 50 melhores álbuns da década passada. Para 2010, eles prepararam um novo disco. Os temas deste foram compostos em ambientes muito distintos, incluindo uma igreja, um estúdio improvisado e a garagem de uma loja abandonada. Tratando-se do Crystal Castles, espere pelo inesperado.

Em seguida, live PA Database, de Lucio Morais e Yuri Chix – que já tocaram em festivais como Tim Festival, Haagen Dasz Music e Eletrônica de BH, já remixaram desde Fatboy Slim e Mixhell a N.A.S.A. e Larry Tee.

A noite conta ainda com os visuais do VJ Caligraffiti.

Categoria: Festas
Molotov 21
Molotov 21 (contato @ molotov21.com)
www.molotov21.com
[Molotov21] Bridge vem aí!
18.08.10 18:211 comentário

 

A Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente conhecida como Ponte Rio-Niterói, localiza-se na baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro, e liga o município do Rio de Janeiro ao município de Niterói. Acontece que em muitos aspectos essas duas cidades continuam bem distantes.

 

Com o intuito de tentar mixar essa galera, os amigos do Boombass Crew e do Molotov21 se uniram para fazer uma noite que seja ao mesmo tempo conceitual e divertida, criando uma cena bacana, que esteja interessada no que está rolando de mais interesante na música eletrônica, e mais interação entre a galera de Niterói (Nikiti para os íntimos) e Rio. Afinal, não estamos tão distantes um do outro, né? 

 

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BRIDGE promete fazer uma conexão entre o que vivenciamos e onde podemos chegar ligando música eletrônica e gente bonita, conforto e diversão. É um conceito que vai unir os melhores representantes da cena eletrônica do Rio de Janeiro e Niterói e novos talentos do nosso mercado. 

 

A festa começa às 21hs com o DJ Mario Bros tocando sua coleção de downtempo. Em seguida, entram os novos talentos de Niterói, Gabriel Torres e Pedro Kurdian, que só saírão da cabine quando forem substituídos por Felippe Barcellos e Marcelo Abreu. Completam a festa os cariocas Pedro Mezzonato e Bernardo Campos. O VJ Guilherme Rocha ficará encarregado pelas imagens

 

 

 

 

Ouça aqui o set da dupla Marcelo Abreu e Felippe Barcellos:

 

Boombass - From Musik Box 2 Discoland by boombass_brazil

 

Set Promo do DJ Bernardo Campos:

 

Bernardo Campos @ Bridge Promo by Molotov21

 

Set Promo do DJ Pedro Kurdian:

 

Pedro Kurdian @ BRIDGE Aug-2010 by pedrokurdian

 

A boate Line Up Lounge fica na rua Mariz e Barros, 237, em Icaraí, Niterói-RJ

 

Veja fotos do club:

 

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Recapitulando: a festinha será no próximo sábado, dia 21 de agosto, à partir das 21hs.

 

O som ficará por conta dos DJs Bernardo Campos, Marcelo Abreu, Mario Bros, Gabriel Torres, Felippe Barcellos, Pedro Mezzonato e Pedro Kurdian e as imagens serão feitas pelo VJ Guilherme Rocha.

 

Pra entrar: 

 

R$ 40 Homem

R$ 20 Mulher

 

... Ou mande seu nome para a lista amiga e entre na mamata:

 

R$ 20 Homem 

R$ 10 Mulher

 

E-mail para lista: bridge@boombass.com.br

 

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Molotov 21
Molotov 21 (contato @ molotov21.com)
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[.::musicness::.] Piada (de mal-gosto) pronta
26.06.10 22:1622 comentários

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Leia o texto abaixo:
 
"Meninas,Tudo certo?
Ta chegando a hora…começa sexta e só para domingo pela manhã. Quero ver o fôlego, hein! Seguinte, antes de passar a programação, algumas instruções:
1 – é muito importante a presença de vocês em todas as festas, esquentas, e afins que forem de nossa organização;
2 – teremos um camarote do grupo, de onde vocês são convidadas, lembrando que, por óbvio preciso da presença de vocês a maior parte do tempo lá;
3 – é xtremamente proibido ir com namorado para as festas. As que possuem e estão no clubinho, favor deixar o elemento em casa. Isso se justifica ao fato de que teremos eventos fechados para convidados, e de que precisamos da presença de vocês nas coisas, curtindo, aproveitando, e não se estressando com relacionamento.
4 – qualquer problema que tenham, de qualquer natureza, o canal de vocês para comunicação é comigo, por isso sou eu o responsável por vocês no evento.
5 – esclareço que aquelas que descumprirem alguma dessas sugestões, podem ser excluídas do evento e, fatalmente, das próximas.
Bem, chega de papo furado, vamos ao que interessa:
Sexta-feira 10:30h vamos todos nos reunir na casa do Thiago Diniz (Jurerê internacional – perto do Café de la Musique, quem sabe vai direto, quem não sabe, me liga quando tiver na rua do Café) para ver o jogo do Brasil, com um churrasco e festinha. A casa é dele, mas a festa é nossa… ahahaha. Neste caso entendemos quem tiver compromisso, mas desejamos ver todas lá. .
Sexta-feira das 14 as 21h: entrega das pulseiras de convidado no Il Campanário.
Sexta-feira 21:30h: esquenta oficial do evento na casa do Sada. Favor manter o sigilo quanto a isso, pois não será permitida a entrada de terceiros.Necessário a presença de todas!
Sábado 18h: sunset no P12. Necessária a presença de todas.
Sábado 23:59h: todos nos encontramos na casa do Thiago Diniz, apenas para irmos juntos para o evento, para facilitar a logística. Dúvidas é só me ligar, mandar email…etc. Bjs, Léo Ventura
."

 

Agora escolha uma das alternativas:

 

a) o autor do texto é um cafetão

b) o autor do texto fez uma brincadeira

c) o autor do texto fez uma brincadeira de mal gosto

d) nenhuma das anteriores

 

Quem marcou letra "d", acertou, e quem marcou a "c", quase! O texto acima pode parecer uma carta de um cafetão orientando suas funcionárias ou uma brincadeira (de mal gosto), mas foi enviado por email pela organização de um evento realizado neste final de semana em Florianópolis. Trata-se do Winter Play, premiado pela revista Cool Magazine como "evento destaque de 2009", e que se intitula "o maior festival de música eletrônica do sul do país".

 

A cartilha não é nenhuma novidade, já que dar algo pedindo outra coisa em troca existe desde que o mundo é mundo. No meio da noite, ela só traduz o que sempre se disse, se fez e ainda se faz em um nicho específico de eventos. Mas não deixa de ser engraçado ver a crueza com a qual o email mostra todo um sistema bem em alta no país.

 

Tudo pode se tornar meio desagradável quando se pensa no tipo de tratamento dispensado àquelas mulheres que, no final das contas, se prestam ao papel de aceitar os convites e cumprirem as recomendações, o que dá margem a discussões nas quais não se pretende entrar aqui. O episódio gerou mal-estar em Florianópolis, a ponto de ter vazado no jornal Diário Catarinense, através do blog do colunista local Cacau Menezes, de onde se retirou o conteúdo acima. Pouco depois de soltar esta nota, Cacau informou que tem outro email enviado pela mesma pessoa durante a temporada, oferecendo cortesias para clubes da praia de Jurerê e incentivando as meninas a fazerem os homens gastarem mais e ficarem "excitados" em eventos promovidos por casas como Posh e Pacha.

 
Parece que depois da polêmica envolvendo Jesus Luz "tocando" na Green Valley e agora com essa cartilha do "premiado festival" Winter Play, a reputação de Santa Catarina como "pólo" de música eletrônica vai cada vez mais dando espaço para a de pólo de qualquer coisa, menos música.

 

João Anzolin
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
twitter.com/joaoanzolin
[Molotov21] Coletivo Válvula comemora 1 ano esse sábado
23.06.10 16:563 comentários

 

“Coletivo de DJs, produtores e musicólatras cariocas entorpecidos por ondas analógicas e códigos binários.”

 

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Essa frase resume bem a onda dos caras, que levam a sério e colocam em primeiro plano a música, algo cada vez mais raro na ceninha eletrônica da Cidade Maravilhosa. Em parceira com a MOO, de Bruno Guinle, Eduardo Christoph e Diogo Reis, a festinha será no Lapa Café, local ainda desconhecido pela galera clubber. Para quem não conhece, a casa fica na Av. Gomes Freire, 453, na Lapa (óbvio!). Para entrar é só pagar R$ 45 ou colocar o nome na lista amiga (lista@valvu.la) e entrar por R$ 25, mas tem que chegar cedo, a lista só vale até 1h.

 

O line up contará com Mika, Saduh e Spark (Valvula Jam), representando o Coletivo, e Eduardo Christoph e Diogo Reis, representando a MOO.


Válvula JAM é o live PA conduzido por Miravalles (beats e batuques) e por Ivan LP (bass lines). Para a festa de aniversário, os talentosos produtores prepararam uma apresentação especial do Válvula JAM. Nesta ocasião especial foram convidados três integrantes do grupo de jazz, Bamboo, Bernardo Ramos (guitarra), Vitor Gonçalves (Teclados, Synths) e Josué Lopes (sax), que terão oportunidade de improvisar sobre as bases criadas pela dupla valvulada.

 

 

Coletivo Valvula


Deixando o papo de lado, segue um vídeo com um trecho do último ensaio:

 


Vídeo da apresentação ao vivo:

 

 

Conheça um pouco mais sobre cada um deles:

 

Ivan LP
http://rraurl.com/ivanlp

 

Ivan LPComeçou a se interessar por música eletrônica à partir da primeira metade dos anos 90 e sua iniciação neste universo se deu através do breakbeat, dub, trip hop e ambient. Em meados de 1995 passou a frequentar os clubes onde aconteciam as principais festas de techno do Rio de Janeiro o que o fez se interessar profundamente pelo gênero. Em 2001, após passar um longo período pesquisando estilos e indo aos clubes decidiu aprender a arte da discotecagem, onde através do contato com DJs experientes adquiriu experiência técnica e profissional.

Já em 2002 passou a se apresentar nos principais clubes e eventos do Rio de Janeiro como, Bunker 94, Fosfobox, Sygno e Dama de Ferro, Projeto Fase (MOO); Blackmail e Mary in Hell em BH; D-EDGE e CLASH em SP . Hoje é um dos componentes do Coletivo Válvula: http://valvu.la/

Fanático por tecnologia, faz parte de um projeto audiovisual com o coletivo Hckr.tv que já se apresentou em dois dos maiores festivais de arte digital do país: FAD em Belo Horizonte e F.I.L.E em SP. No final de 2006 adotou o Ableton Live como plataforma de discotecagem.

Suas influências são muito vastas e podem vir dos mais diversos artistas e estilos musicais, já que considera a música eletrônica um campo aberto para a experimentação. Alguns artistas tiveram influência decisiva no seu trabalho como Kraftwerk, Aphex Twin, Derrick May, Giorgio Moroder, Afrika Bambaata, Lee Scratch Perry, Laurent Garnier, Jeff Mills, Anthony Rother, Richie Hawtin, Depeche Mode, entre outros.

 

Mikael Virkki

http://soundcloud.com/mikavirkki

 

mikaPor influência do pai, a música sempre esteve presente em sua vida. No som de casa escutava-se jazz diariamente. Quando conheceu a música eletrônica no final da década de 80 ficou magnetizado pelos sons do vocoder e pelas batidas do electro. Até hoje em seus sets as músicas produzidas pelos precursores do techno e do house de Detroit e de Chicago têm espaço garantido. Essas influências podem também ser percebidas em suas produções como Sokeriton e como Girgonz. Quando toca procura mesclar músicas novas com os clássicos não só da música eletrônica mas também do funk, da disco, do jazz e da música experimental.

 

Miravalles
http://americanfolkmagic.com.br

 

miravallesRodrigo Miravalles é filho de espanhóis anarquistas que fugiram do regime ditatorial de Franco. Desde muito pequeno se interessa pelos movimentos culturais transgressores, anárquicos e vanguardistas. Formou seu caráter na Praça da Bandeira e na Lapa, em meio a punks, metaleiros, malandros e prostitutas. Dedicou grande parte de sua juventude ao rock, militando ativamente em nome da causa. Em meados dos anos 90, sua vida passa por uma transformação radical ao descobrir a música eletrônica para pistas de dança. A mudança completa, no entanto, se dá ao dar início a uma séria pesquisa sobre a Disco Music (um caso de amor muito sério) e as drogas psicodélicas.
Hoje faz parte do coletivo carioca de criadores, DJs e pensadores Válvula (http://valvu.la), mantem um podcast eclético chamado American Folk Magic (http://americanfolkmagic.com.br), escuta praticamente de tudo e se esforça para conseguir aglutinar toda essa miríade de música em seus sets.

 

Saduh
http://soundcloud.com/subsolo

 

saduhAs origens do DJ Saduh remontam aos seus 15 anos de idade, quando foi apresentado ao Techno em um afterhours, pela própria mãe, então residente na Suíça.
Mas foi em 2000 que teve suas primeiras experiências como DJ, sendo ainda no mesmo ano finalista de um campeonato nacional de DJs realizada na Mega Rave Hypnotic (SP),
de onde surgiram nomes que hoje ocupam grande destaque, como Murphy e Lukas.

Desde então foi residente da Disco Inferno, projeto que no início da década de 2000 devolveu a cidade do Rio ao circuito dos afterhours, fez apresentações em clubes/festas/programas de rádio, entre eles Clash Club, Bunker94, A Loca, Club Kraft, Matriz, Transamerica FM, com destaque para o U-Club, situado em Bratislava, capital eslovaca. Já dividiu a cabine com os britânicos Regis e Vince Watson, os eslovacos Rumenige e Loktibrada, além de Camilo Rocha, Maurício Lopes, Schild, Ricardinho NS, Kammy e o português Link.

A busca pela inovação é marca inerente à sua atividade como DJ. Em 2001, esteve entre os primeiros DJs cariocas a se apresentar (em dupla com o DJ André Lima) com 4 decks e 2 mixers; em 2007 foi feito o projeto Warp, em parceria com Ivan LP, onde as festas eram dedicadas à discotecagem 100% digital. E foi a partir da colaboração neste último projeto que teve seu leque musical ampliado.

O resultado dessa transformação é que hoje seus sets transitam com fluidez do Techno pesado e sombrio à descontraída House Music, passeando pelo Minimal, Electro, IDM, EBM, Synthpop, Dubstep e o que mais for possível.

 

Spark
http://djspark.com.br

 

sparkRaro representante do techno no Brasil, o DJ Spark tem histórias para contar. Começou carreira em Florianópolis/SC em meados de 1994, movido por uma forte paixão pela música eletrônica que vinha desde a virada dos anos 80 pros 90.

A história é comum: seu gosto para música chamou a atenção dos donos do extinto Fabrica de Arte, em Florianópolis, onde começou quase sem querer sua carreira de DJ, com as técnicas que aprendeu na loja de discos em que trabalhava. De pequenas festas, tocando com CD, começou a encarar noites com discos de vinil e a ser chamado para tocar em clubs e eventos em outros estados.

Ainda em Florianópolis foi residente do Orbita, um dos poucos espaços dedicados à eletrônica no sul do país na época. Agora em 2009, às vésperas de completar uma década de moradia na capital do Rio de Janeiro, mantém a preferência por sets de techno e electro, estilos que combinam com sua faceta de pesquisador: "timbres líquidos e músicas cheias de perguntas e repostas permeiam meu set, que não tem limitação de estilo. Gosto de misturar coisas antigas, mas não de parecer revivalista", diz Spark.

Essa influência retro-futurista cerca o som do DJ de uma sonoridade sintética e techno, que Spark colore com ecletismo, diferencia com discos tirados de sua vasta coleção de vinis garimpada em sebos, e pontua com elementos do que é novidade. Foi residente no Rio de Janeiro dos clubs Bunker, Barman Club e Dama de Ferro e é figura fácil nas festas do circuito eletrônico de Belo Horizonte, espécie de segundo lar do DJ, onde toca constantemente há cerca de 6 anos em clubs como Up, Josefine/Roxy, Mary in Hell e Blackmail.

Pedro Mezzonato
Pedro Mezzonato (pedro.mezzonato @ gmail.com)
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[Molotov21] Cinco Perguntas para Manuel Sahagún!
11.06.10 19:002 comentários


Prestes a começar sua primeira turnê no Brasil, que inclui gigs nos paulistas Hot Hot, e D-Edge e no carioca Studio Line(RJ), o argentino Manuel Sahagún bate um papo conosco e abor

da temas que vão desde a cena musical da Argentina, seu trabalho na label Candy Music, o qu

e ele pretende tocar em seus sets por aqui e também sobre como é torcer pela seleçã

o de Maradona na Copa do Mundo, em pleno território brasileiro.

 

Como é a cena clubber argentina atualmente e que estilos tem feito mais sucesso por lá?


A cena de dance music argentina tem estado ótima atualmente. Levou mais de um ano para que o público de música eletrônica por lá criasse raízes e tivesse suas próprias peculiaridades, assim como o do Rock n' Roll. Infelizmente está tudo concentrado em Buenos Aires, apesar de termos ótimos clubs em cidades como Rosário e Córdoba.

 

Hoje em dia você pode ouvir bastante tech-house e minimal-techno, mas o house parece estar só agora crescendo com uma nova geração de produtores inlfluenciados por indie-rock, pop, funk, etc.

 

Em 2009 você esteve excursionando pelos Estados Unidos e agora está vindo ao Brasil para tocar em excelentes festas como a Paradise na D-Edge, a Levada no Studio Line e o lançamento da Voyage Bookings no Hot Hot. O que mudou na sua carreira desde esta última turnê?


No último ano estive bastante ocupado como DJ e não me dediquei ao meu lado de produtor, como eu gostaria. De qualquer forma, eu passei muito tempo ouvindo novas tracks diariamente e percebi o quanto é dificil encontrar música boa entre as centenas que são lançadas todos os dias.

 

Estou muito feliz com meu DJ Set, Tenho procurado experimentar novas direções e o público parece sempre gostar mais e mais.

 

Seus sets são conhecidos por se caracterizarem um passeio do deep ao jackin cheio de influências disco. O que você pretende tocar para as pistas brasileiras?


Já ouvi dizer que por aí o público gosta muito das faixas mais dançantes e grooveadas e preparei uma grande variedade de opções que se encaixem nesse quesito: deep, funky, tech, etc.

 

Honestamente, mal posso esperar pra tocar na Levada este sábado!

 

E sua label, a Candy Music? Fale um pouco dela pra nós.


Eu e Jay West estamos trabalhando muito para alavancarmos nossa gravadora, principalmente procurando por novos artistas. Tivemos releases que venderam bastante em 2010 e um deles foi o meu EP Memory Lane (NR: que vocês podem ouvir abaixo). Sei que no Brasil há diversos bons produtores como Jota Wagner e nós adoraríamos lançar mais artistas brasileiros.

 

Memory Lane EP


Mudando de assunto, como é a sensação de ser argentino e torcer pelo time de Maradona estando no Brasil em plena época de Copa do Mundo?


Hahaha, tenho pensado bastante sobre isso. Sinceramente se a Argentina não vencer eu quero que o Brasil vença esta Copa, seria insano ver todos vocês celebrando a conquista por aqui. De qualquer forma, não gostaria de estar aqui durante um Brasil x Argentina, seria no mínimo desconfortável...

Categoria: Entrevistas
Molotov 21
Molotov 21 (contato @ molotov21.com)
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[Molotov21] Lou Reed deve vir ao Brasil esse ano
11.05.10 19:15Deixe seu comentário

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O cantor da lendária banda norte-americana Velvet Underground vai lançar em julho, pela editora paulista Companhia das Letras, seu livro "Atravessar o fogo", na Festa Literária Internacional de Paraty. A edição de 2010 do evento acontece entre os dias 4 e 8 de outubro, na bela cidade de Parati, localizada no litoral do Rio de Janeiro.

Esse ano, a FLIP vai homenagear o sociólogo Gilberto Freyre, autor de "Casa-grande & senzala", e deverá ter a participação do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que já escreveu diversos artigos sobre a obra do homenageado.

 

Entre os autores já estão confirmados os quadrinistas Robert Crumb e Gilbert Shelton, além de Azar Nafisi, Abraham B. Yehoshua, Lionel Shriver, Terry Eagleton, Colum McCann, Robert Darnton, William Boyd e Salman Rushdie.

Ótima notícia, mas bem que podia rolar um showzinho também, né?

 

 

FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty

 

 

 

 

Lou Reed - A Walk On The Wild Side

 

Pedro Mezzonato
Pedro Mezzonato (pedro.mezzonato @ gmail.com)
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[Molotov21] 5 VIPs pra LEVADA de Sábado @ Dama de Ferro
02.04.10 20:511 comentário

A Levada, primeira de muitas parcerias entre o Molotov21 e o RioCabana, surge com a ousada proposta de homenagear as divas mais levadas de hoje e sempre.

A primeira, como não podia deixar de ser é a levadíssima Kate Moss que estará presente em espírito e referências na pista do Dama de Ferro este sábado.

 

Além de nossa musa-Moss (com o perdão do trocadilho), a LEVADA é do house, com generosas pitadas de techno, comandadas pelo headliner Rafael Droors (Jamanata Crew/Apavoramento), pelo convidado Rafael Kieffer que faz o esquenta pros Pedros residentes Piu e Mezzonato; Bernardo Campos e Breno Ung.

 

E quem quiser ir por nossa conta pra festa mais LEVADA da cidade, basta mandar um e-mail pra promo@molotov21.com + o nome completo e a sugestão da próxima musa LEVADA a ser homenageada. Os cinco primeiros entram na faixa, o restante na lista de desconto e o resultado a gente publica por aqui amanhã às 18h.

 

A semana não é santa, é LEVADA!

 

J.R. Menezes
J.R. Menezes (jr @ molotov21.com)
I love to be bipolar. I hate to be bipolar.