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[.::musicness::.] Fujiya & Miyagi em Curitiba
02.06.11 07:001 comentário

Fato difícil de acontecer esse: uma banda de rock de qualidade estar no Brasil e ainda passar por Curitiba, haja vista a falta de espaços para apresentação das mesmas ou falta de quem se mobilize para trazê-las pra cá. Nesse quesito lugares como Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília e Recife têm sido mais felizes.

 

Dito isso, vale assitir ao show dos ingleses Fugiya & Miyagi nesta quinta no bar Era Só O Que Faltava. Se você gosta de rock moderno influenciado por eletrônica, krautrock e synthpop, tudo junto e misturado, vale a saída de casa.

A noite tem ainda os DJs Guga Azevedo e Camila Cornelssen fechando o line-up. 

 

Dá uma olhada nesse clip interessante da banda:

 

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
www.twitter.com/raulaguilera
[.::musicness::.] Review: Moby em Curitiba
23.04.10 06:008 comentários

moby_curitiba

Foi com uma boa dose de expectativa e curiosidade que fui ao Curitiba Master Hall ver a volta de Moby à capital paranaense em 21/04, pleno feriado de Tiradentes. Na véspera a tour brasileira tinha abraçado Porto Alegre e, dias antes, Brasília. Mas... volta de Moby em Curitiba, como assim? Bem, há 17 anos atrás - maio de 1993 pra ser mais exato - ele fez uma apresentação naquela que foi a primeira rave da cidade com os mascarados do hardcore techno Altern 8 e os DJs Mark Kamins e Mau Mau, evento cujo nome era L&M Music / The Dance Party. E esse fato-quase-lenda vai render um post aqui em breve.

 

Provavelmente uma minoria daqueles que estiveram nessa rave num galpão no Jardim Social foram, como eu, rever o produtor novaiorquino. E essa foi uma percepção que tive já no começo da noite: o público que lá estava era de uma faixa etária mais alta (o show também era para maiores de 16 anos), além de muitos insiders e figuras carimbadas da noite curitibana estarem alí se reecontrando, haja vista que a noite local vive um momento de forte estagnação e segmentação. Também dava pra notar que haviam muitos rockers misturados a fãs de eletrônica.

 

Mas vamos ao show em si. Não houve nenhuma banda de abertura (e nem de encerramento), o DJ Richard Weber tocava enquanto as pessoas iam chegando e se espalhando pelo Master Hall. Um espaço à frente do palco foi separado aos que tinham comprado o ingresso "premium", naquela típica divisão elitista que tem assolado algumas festas e shows de uns anos pra cá.

 

Às 22:35hs apagam-se as luzes e eis que entra a climática e grandiloquente "A Seated Night", música instrumental quase sinfônica de seu último álbum. As luzes de palco fazem um balé enquanto assistimos a tudo já hipnotizados.

 

A Seated Night - Extreme Ways

 

 

Durante esta abertura entram ovacionados Moby e banda e já mandam ver "Extreme Ways" na sequência. Mais à frente entra "Bodyrock" e logo vem o hino clubber/raver "Go".

 

 

Dando sequência entra "Why Does My Heart...". Nesse momento a vocalista negra Joy Malcom da banda de apoio nos impressiona com seu belíssimo e afinado timbre de voz. E ela dá um show à parte em "In This World".

 

In This World

 

 

"Porcelain" se faz presente com a voz crua de Moby, sem os efeitos da original (e agora já posso ir feliz para casa).

 

Outros hits desfilam diante de nossos  olhos e ouvidos: "We Are All Made Of Stars", "Natural Blues" e, para surpresa de todos, "Walk On The Wild Side" de Lou Reed, como que nos lembrando as origens underground de ambos na Grande Maçã. "Disco Lies" é uma das que mais causa gritos e passos de dança, a vocalista negra quase roubando o show. "Lift Me Up" tem também a comoção esperada, afinal é um hit recente.

 

E eis que entra uma versão estranha de "Honey", mais acelerada e encorpada que a original e depois é emendada com "Whole Lotta Love" de Led Zeppelin (!!!). Momento hard rocker total. "Honey" volta, agora em sua versão normal, fechando a quase jam session. E pra contrabalançar e finalizar o show "Feeling So Real" traz toda a sua artilharia jungle/hardcore nos remetendo mais uma vez o início de carreira do produtor. A essas alturas ele consegue arrancar minhas últimas reservas de energia para relembrar como foram energéticos os primeiros anos da década de 90. Ave Altern 8! Ave Prodigy!

Acabou? Não. Como um epílogo, "Thousand" soa nas caixas explodindo nas suas 1000 bpms enquanto Moby faz a sua típica performance de levantar o corpo e os braços ameaçando um stage dive (que nunca acontece) de cima de uma caixa de som no meio do palco. Tive um déja vu total daquela rave jurássica de 1993.

 

Saldo da noite, 23 músicas, 1h40 de show, teve "diumtudo": ambient, house, techno, trance, hardcore techno, blues, rock, disco e downtempo. Uma aula de música e ecletismo. E apesar de Moby ter em muitas de suas composições uma típica melancolia, o show foi totalmente para cima, com muito punch roqueiro (com o ótimo sound system criando um bom wall of sound), o que deve ter agradado os fãs mais recentes. Aliás uma mistura única de rock com eletrônica e blues. Passados 20 anos de carreira, a situação da música vai por esse caminho da fusão após anos de segmentação e Moby é um sobrevivente mutante daquela época.

 

Chamaram minha atenção também o despojamente de luzes e recursos pirotécnicos, concentrando nossos sentidos nas músicas e perfomance irreprensível dos músicos: baterista, baixista, guitarrista, tecladista e uma violoncelista, além de Mr. Little Idiot. Outro detalhe que notei no palco foram a ausência de logos, anúncios ou banners de patrocinadores. E todos os músicos (Moby incluso) portavam roupa preta básica, passando um senso de igualdade e neutralidade. Muito interessante.

 

A única nota desafinada no evento foi o alto preço dos ingressos, R$90 meia de estudante, enquanto que em Porto Alegre a meia entrada chegou a custar R$40. Resultado: um terço do Curitiba Master Hall vazio, que pela lógica podia ter sido preenchido se os ingressos estivessem a preços mais acessíveis. Esse foi o único empecilho que impediu muita gente de ir certamente, uma vez que o espaço, acústica, estrutura e o localização do evento são perfeitos. E fãs de Moby não faltam por aqui também.

 

E daqui a tour segue rumo a São Paulo (23/04) e Rio de Janeiro (24/04). Paulistas e cariocas: se joguem MUITO.

 

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
www.twitter.com/raulaguilera
[Molotov21] Entrevista com Dj Zegon >> Update de Vídeos
11.01.10 12:373 comentários

UPDATE: No fim da entrevista, você vê 2 vídeos da apresentação do Zegon na Yeahh!

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-8

Prestes a tocar sexta-feira na festa Yeahh! @ Fosfobox, sua primeira apresentação em clubs no Rio depois de mais de 2 anos, Zé Gonzalez aka Zegon - fala sobre seu início de carreira, os 8 anos no Planet Hemp, internacionalização do nome, sua relação com a Nike, N.A.S.A., DJ Hero y otras cositas más, com a língua afiada que lhé peculiar.

 

 

Resume pra gente um pouco da sua trajetória musical até chegar ao Planet Hemp.


Comecei como qualquer criança que se interessa por música, através dos pais, no caso os meus eram aficionados por disco ,funk e rock nos 70. Depois teve a fase das bandas de garagem na escola com 13, 14 anos... Toquei guitarra por uns anos e através do skate pude conhecer a primeira geraçoes de B-Boys de SP.

 

Andávamos de skate nos mesmos lugares que eles dançavam break, tipo Estação São Bento e Praça Roosevelt. Daí foi um passo para me apaixonar pela cultura do scratch e descobrir que era isso que eu queria. Tive vários grupos de rap e cheguei a tocar com o Defalla na Tour do "Kings of Bullshit", isso em 93.

 

Alguns anos antes tinha conhecido o Marcelo D2 num campeonato de skate e quando o Planet foi fazer o show de lançamento em São Paulo, ele me convidou pra participar. Fiz um show,dois shows e acabei ficando por quase 8 anos.

E como vc conseguiu se reinventar pra fugir do estigma de DJ do Planet ?


Não me importo muito com isso, desde a epoca do Planet eu participava dos mais variados projetos que me interessavam. Gravei desde Nação Zumbi, Gilberto Gil  até Sepultura e Racionais Mc's. Nunca tive bloqueio com estilos musicais ou rótulos.

Não acho que eu tenha me reinventado, tenho muito orgulho do Planet Hemp. Fui e sou o unico DJ do Planet , acho que segui o meu caminho natural mesmo.Me joguei ,saí do Brasil, comecei praticamente do zero novamente.  Demorou mas as coisas estão acontecendo ...

 

 

 

Essa mudança de Zé Gonzalez pra Zegon foi uma forma de se internacionalizar?

Ja tinha alguns amigos que me chamavam de Zego, de brincadeira, mas Zegon foi mais facil por vários motivos: Primeiro por eu estar morando em Los Angeles e Gonzalez ser mexicano. Rola preconceito com mexicano por lá,já com brasileiro não; Segundo porque ninguem consegue falar Zé direito fora do Brasil ...

E o NASA? O qua a gente pode esperar do projeto?

O NASA sim esta numa fase de se reinventar, rodamos  o mundo todo algumas vezes em 2009 e agora estamos reconstruindo nosso show ,novos MC's, coisas tocadas ao vivo, novos vídeos,  tem também  disco de remixes e making off que está pra sair em alguns meses.

De qualquer forma esse ano tomei a decisão de viajar menos e não viver o ano todo na estrada. Também estou trabalhando forte em novos projetos solo,que todos vão ficar sabendo em breve.

Você é um DJ que consegue tangibilizar em idéias/produtos o seu estilo e a sua música. Pretende se aventurar mais como fez assinando o design do Nike Vinylheads?

Com certeza ,tenho uma relaçao com a Nike há varios anos, eles me ajudam bastante com o patrocínio e eu retribuio. O Vinylheads foi uma colaboraçao que veio "pronta", foi o útil ao agradável, temos grandes projetos para 2010.

 



E suas impressões sobre o DJ Hero? Qual é a sensação de ter track sua podendo ser mixada na plataforma videogame ?

Achei o DJ Hero interessante pela parte musical, pela programação, pela historia... A seleção de DJs não tá aquela coisa clichê tipo Tiesto e Paul Oakenfold, tem verdadeiros DJ Heros como Jazzy Jeff e Z-Trip e também outros nem tanto...

Mas eu faço parte da geração do Atari e gosto de toca-discos de verdade, de jogar sinuca, não perco tempo brincando de tocar, prefiro treinar scratch de verdade! Mas as as faixas estarem no Game foi muita honra e bastante compensador também.

Você se equilibra na linha tênue que separa o hip-hop e a eletrônica. O que a gente pode esperar ouvir na sexta?

Gostei do ponto de vista, mas eu gosto de musica boa seja ela Hip Hop, Eletronica ou Rock. Nos meus sets eu costumo passar por todas influencias, mixar rapido, megamix style mesmo, passando o máximo das minhas influencias. Ultimamente estou louco por anos 60, 50 e tenho conseguido fazer isso em meus sets. Toco tudo que eu gosto, sinto o publico,toco hits ,nao vejo problema. Faço as pessoas dançarem. Conceito é legal também, mas quem não toca o emocinal das pessoas, no dia seguinte ninguem lembra do som.

Ao mesmo tempo gosto de passar informaçã, trazer o velho que foi esquecido e tambem o novo que nem foi lançado. Não tenho uma regra.

Só acredito em 2 estilos de musica, música boa e música ruim, independente de rótulos ou época. Se eu toco é porque gosto e acredito que a pista vá custir.

Normalmente num set de 1h30 chego a tocar mais de 100 musicas.

Estou muito animado pois é minha primeira noite em club no Rio em muito tempo. Nos ultimos 2 anos, estive em eventos diferentes,mas há bastante tempo que eu nao toco em club por aí.

 

 

Vídeo Upate


 

Mashups ao vivo

 

 

 

Bootying

 

 

Video flyer festa Yeahh!

 

1 - Resume pra gente um pouco da sua trajetória musical até chegar ao Planet Hemp.

Comecei como qualquer criança que se interessa por música, através dos pais, no caso os meus eram aficionados por disco ,funk e rock nos 70. Depois teve a fase das bandas de garagem na escola com 13, 14 anos... Toquei guitarra por uns anos e através do skate pude conhecer a primeira geraçoes de B-Boys de SP.

Andávamos de skate nos mesmos lugares que eles dançavam break, tipo Estação São Bento e Praça Roosevelt. Daí foi um passo para me apaixonar pela cultura do scratch e descobrir que era isso que eu queria. Tive vários grupos de rap e cheguei a tocar com o Defalla na Tour do "Kings of Bullshit", isso em 93.

Alguns anos antes tinha conhecido o Marcelo D2 num campeonato de skate e quando o Planet foi fazer o show de lançamento em São Paulo, ele me convidou pra participar. Fiz um show,dois shows e acabei ficando por quase 8 anos.

2 - E como vc conseguiu se reinventar pra fugir do estigma de DJ do Planet ?

Não me importo muito com isso, desde a epoca do Planet eu participava dos mais variados projetos que me interessavam. Gravei desde Nação Zumbi, Gilberto Gil  até Sepultura e Racionais Mc's. Nunca tive bloqueio com estilos musicais ou rótulos.

Não acho que eu tenha me reinventado, tenho muito orgulho do Planet Hemp. Fui e sou o unico DJ do Planet , acho que segui o meu caminho natural mesmo.Me joguei ,saí do Brasil, comecei praticamente do zero novamente.  Demorou mas as coisas estão acontecendo ...

3 - Essa mudança de Zé Gonzalez pra Zegon foi uma forma de se internacionalizar?

Ja tinha alguns amigos que me chamavam de Zego, de brincadeira, mas Zegon foi mais facil por vários motivos: Primeiro por eu estar morando em Los Angeles e Gonzalez ser mexicano. Rola preconceito com mexicano por lá,já com brasileiro não; Segundo porque ninguem consegue falar Zé direito fora do Brasil ...

4 - E o NASA? O qua a gente pode esperar do projeto?

O NASA sim esta numa fase de se reinventar, rodamos  o mundo todo algumas vezes em 2009 e agora estamos reconstruindo nosso show ,novos MC's, coisas tocadas ao vivo, novos vídeos,  tem também  disco de remixes e making off que está pra sair em alguns meses.

De qualquer forma esse ano tomei a decisão de viajar menos e não viver o ano todo na estrada. Também estou trabalhando forte em novos projetos solo,que todos vão ficar sabendo em breve.

5 - Você é um DJ que consegue tangibilizar em idéias/produtos o seu estilo e a sua música. Pretende se aventurar mais como fez assinando o design do Nike Vinylheads?

Com certeza ,tenho uma relaçao com a Nike há varios anos, eles me ajudam bastante com o patrocínio e eu retribuio. O Vinylheads foi uma colaboraçao que veio "pronta", foi o útil ao agradável, temos grandes projetos para 2010.


6 - E suas impressões sobre o DJ Hero? Qual é a sensação de ter track sua podendo ser mixada na plataforma videogame ?

Achei o DJ Hero interessante pela parte musical, pela programação, pela historia... A seleção de DJs não tá aquela coisa clichê tipo Tiesto e Paul Oakenfold, tem verdadeiros DJ Heros como Jazzy Jeff e Z-Trip e também outros nem tanto...

Mas eu faço parte da geração do Atari e gosto de toca-discos de verdade, de jogar sinuca, não perco tempo brincando de tocar, prefiro treinar scratch de verdade! Mas as as faixas estarem no Game foi muita honra e bastante compensador também.

7 - Você se equilibra na linha tênue que separa o hip-hop e a eletrônica. O que a gente pode esperar ouvir na sexta?

Gostei do ponto de vista, mas eu gosto de musica boa seja ela Hip Hop, Eletronica ou Rock. Nos meus sets eu costumo passar por todas influencias, mixar rapido, megamix style mesmo, passando o máximo das minhas influencias. Ultimamente estou louco por anos 60, 50 e tenho conseguido fazer isso em meus sets. Toco tudo que eu gosto, sinto o publico,toco hits ,nao vejo problema. Faço as pessoas dançarem. Conceito é legal também, mas quem não toca o emocinal das pessoas, no dia seguinte ninguem lembra do som.

Ao mesmo tempo gosto de passar informaçã, trazer o velho que foi esquecido e tambem o novo que nem foi lançado. Não tenho uma regra.

Só acredito em 2 estilos de musica, música boa e música ruim, independente de rótulos ou época. Se eu toco é porque gosto e acredito que a pista vá custir.

Normalmente num set de 1h30 chego a tocar mais de 100 musicas.

Estou muito animado pois é minha primeira noite em club no Rio em muito tempo. Nos ultimos 2 anos, estive em eventos diferentes,mas há bastante tempo que eu nao toco em club por aí.

Categorias: Entrevistas, Sneaker
Felipe Tiradentes
Felipe Tiradentes (felipe @ molotov21.com)
We drop bass in your face, b-b-bass in your face
[.::musicness::.] Novas de Londres e Ibiza
29.07.09 18:032 comentários

 

lovebox_london_300x400

A amiga e colaboradora informal deste espaço Andrea Greca passou uns dias em Barcelona e Londres e voltou animada. Em Londres esteve no festival Lovebox organizado pelo Groove Armada e ferveu nas pistas da Secretsundaze, do super-combo Disco Bloodbath & Horse Meat Disco que como o nome já diz, são dedicados à, erm, disco. Com belas fotos (até em P/B clicadas por Nick Ensing) e mais informações quentes do que rola numa das inúmeras cenas da inner London. 

 

E de quebra ainda relata o novo fenômeno dos afters em barcos na chacoalhante Ibiza, após o gongo que as autoridades locais deram nos mais afoitos por uma pista pós-pós-tudo. Bafom, né?

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
www.twitter.com/raulaguilera
[QG DO RRAURL] Cher não é technera, porrrrra!
01.03.07 15:055 comentários

Essa é uma dica ótima para quem tem aquele amigo que, quando sai com você para a balada e escuta uma batidinha mais forte sai falando no dia seguinte que foi curtir uma "technera".

 

A estação de rádio Digitally Imported (www.di.fm) criou o Ishkurs’s Guide of Eletronic Music, uma guia prático digital da música eletrônica que explica um pouco sobre as vertentes.

 

O Guia é bem bacana e completo. Enquanto você lê as informações fica rolando um áudio com tracks do estilo. Quer maneira mais fácil de mostrar ao seu amigo mala que o hit da Cher não é technera?

 

O endereço do Ishkurs’s Guide of Eletronic Music é http://www.di.fm/edmguide/edmguide.html

Greta Rincon
Greta Rincon (greta @ rraurl.com)
Vodú é pra jacú!