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[Já viu?] 10 momentos mais "pausados" de filmes.
02.03.11 14:563 comentários

LOVEFiLM, um Netflixx inglês, fez essa pesquisa com 1.6 milhões de assinantes e aqui eu compartilho: os 10 momentos de filmes mais pausados.

 


1. Sharon Stone cruzada de pernas – Instinto Selvagem (1992) – 31 %
2. Bunda da Jennifer Lopez – The Back-Up Plan (2010) – 16%
3. Stormtrooper bate a cabeça – Star Wars – Episode IV – A New Hope (1977) – 15%
4. Jamie Lee Curtis nua – Trocando As Bolas (1983) – 8%
5. Jessica Rabbit em controle – Uma Cilada Para Roger Rabbit (1988) – 6%
6. Brad Pitt pelado atrás de médico no hospital – Clube Da Luta (1999) – 5%
7. símbolo do Capitão América em cima da mesa – Homem de Ferro 2 (2010) – 4%
8. ‘S.F.X’ escrito na poeira – O Rei Leão (1994) – 3%
9. Pacman aparecendo de surpresa – Tron (1982) -2%
10. Nicole Kidman pelada de costas – De Olhos Bem Fechados (1999) – 1%

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
I am a dj, I am what I play.
[Já viu?] 319 filmes - "Exit Through The Gift Shop".
16.02.11 14:575 comentários

Ano passado já falei aqui no blog sobre esse filme: "Exit Through The Gift Shop" é um documentário sobre street art, dirigido pelo misterioso e genial inglês (?) Banksy sobre o próprio e também sobre vários outros artistas mundo afora.

 

exit-through-the-gift-shop-banksy-poster-1

 

Certa hora, o filme toma outro rumo quando um americano estranho que tinha um material bom sobre street artists começa a ele mesmo "pixar" e fazer sucesso, culminando com sua exposição em Los Angeles onde ele vendeu um monte de cosias por muito dinheiro, atraindo gente do calibre de Brad Pitt e digníssima Angelina a irem à abertura.

 

Bom, o filme foi indicado ao Oscar de melhor documentário, o que é bacana demais, e o inglês começou a dar o ar de sua graça pelas ruas de Los Angeles primeiro assim:

 

banksy-streetart-oscarart-fullsize1

 

E hoje cedo uma das minas do The Hills colocou no twitter uma foto desse novo, hm, desenho do Banksy:

 

Banksy_Crayon-Shooter_01

 

O pouco que se sabe do cara, é que ele na verdade é um grande fanfarrão, tira sarro de todo mundo, fala sério dando risada. Daí a gente não sabe se o filme é sério ou não e por isso mesmo o filme é demais.

 

Uma coisa legal é que Banksy é diretor e produtor do filme, então se ganhar o Oscar, ele teria que ir receber o prêmio, mas os "membros da academai" já avisaram que não vão liberar a estatueta pra um cara de smoking e máscara de macaco. Seria foda, né? Outra coisa que li é que vão ter vários macacos pela premiação semana que vem e se o cara for fodão mesmo, podia colocar o próprio Brad Pitt de máscara. Ou a Angelina de vestidão mascarada seria nada mal também, né?

 

A essa altura do campeonato é como se o filme fosse mais tão importante, mas sim o que está acontecendo em decorrência de sua indicação ao Oscar. Fudido! Long live!

 

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
I am a dj, I am what I play.
[Molotov21] Começou o Maior Festival de Cinema da América Latina
26.09.09 17:222 comentários

Foi dada a largada para a semana mais esperada pelos cinéfilos do Rio de Janeiro: o Festival do Rio, que já faz parte do calendário anual de quem gosta de ver bons filmes, sejam eles lançamentos esperados ou filmes que normalmente não tem o índice blockbuster num nível que o possibilite ser distribuído por aqui.

 

No título dos filmes, rola o link pro trailer no Youtube. Aproveitem!

 

O grande destaque em termos de formato é, sem dúvidas RIP - A Remix Manifesto (www.ripremix.com), um documentário dirigido pelo ciberativista Brett Gaylor que tem como foco principal a discussão acerca dos direitos autorais, da propriedade intelectual e da cultura do remix. A idéia era que o filme fosse uma produção colaborativa, onde o público pudesse contribuir com material ou mesmo baixar, editar e remixar o filme de acordo com a sua vontade, seguindo a idéia da chamada Cultura do Remix.

 

A abertura do festival ficou por conta de Aconteceu em Woodstock, de Ang Lee, aplaudidíssima homenagem ao aniversário de 40 anos do maior festival da contracultura do nosso planeta.

 

Dois dos meus diretores favoritos marcam presença no festival com lançamentos - um fisicamente e outro através de sua obra. Quentin Tarantino vem lançar o polêmico Inglorious Basterds (pqp, "Bastardos Inglórios" ficou uma tradução muito ruim do título né?) em que Brad Pitt interpreta um militar nazista. Parece que Israel até proibiu o filme no país.

 

Almodóvar não vem em carne, mas vem em alma lançando Abrazos Rotos. Filme que já causa especulações em torno de Penélope Cruz e um possível Oscar de Melhor Atriz.

 

A grande surpresa do festival foi a inclusão de um filme de Scorsese rodade em 78: American Boy é um documentário onde o diretor bate papo sobre drogas, Woodstock, música brega e desilusões com Steven Prince, renomado produtor musical.

 

It Might Get Loud é um documentário de Davis Guggenheim (ganhador de dois Oscars com 'Uma Verdade Inconveniente', aquele do Al Gore), que visa mostrar a música como um espaço de rebeldia conversando com ninguém menos que Jimmy Page (Led), The Edge (U2) e Jack White (Stripes)

 

Pra quem quer mais Infos:

www.festivaldorio.com.br

twitter.com/festivaldorio09

 

 

 

 

 

 

 

Felipe Tiradentes
Felipe Tiradentes (felipe @ molotov21.com)
We drop bass in your face, b-b-bass in your face
[Já viu?] Tarantino e os Nazis.
17.02.09 19:594 comentários

Sem enrolações, o trailer "Não é o Trailer. É a propaganda da tv do programa que vai estrear o Trailer" e o logo do novo filme do Tarantino, !Inglorious Basterds" (É por isso que o Brad Pitt tá de bigode, veja!).

 

Bom, o E.T. tirou o video do ar, foi mal! Fiqu só com o logo por enquanto!

 

Desculpem o monte de texto cortado, mas consegui um trailer gravado da tv, meio tosco mas dá pra ver!

 

Último post sobre essa porra desse trailer. Agora com qualidade boa!

 

 

 

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
I am a dj, I am what I play.
[Já viu?] "O Curioso Caso de Benjamin Button"
22.01.09 12:384 comentários

A essas alturas todo mundo jéa sabe a história desse grande filme de David Fincher. Baseado num conto de . Scott Fitgerald, "...Benjamin Button" conta a vida de um homem que nasce como um bebê de 80 e tantos anos de idade e vai rejuvenescendo com o passar do tempo. Sim, é bem estranho. Mas ao mesmo tempo é bem bacana, com detalhes lindos de roteiro (que já existiam no conto original) que fazem da história um primor. Ele quando nasce, com a aparência de um idoso, é abandonado pelo pai, um cara rico, na porta dos fundos de um asilo e é achado por Queenie, a mulher que cuida dos velhinhos: ninguém melhor pra tomar conta da criança. NAda melhor do que um asilo pra ele viver e ter seu "segredo"bem guardado, já que lá ninguém verá o que realemente vai acontecer com ele. Ela já o apresenta a todos no orfanato e uma das idosas diz que ele é a cara de seu falecido marido, o que deve ser verdade, porque ele é todo enrugado, com catarata, artrite e tudo mais, segundo o médico do lugar, que não dá dias de vida pra ele. Mas o tempo vai passando e Benjamin vai ficando cada vez melhor, seu cabelo começa a crescer, primeiro branco, depois escurecendo, ele aprende a andar, primeiro de mulets, depois bengala e finalmente sozinho. Tudo ao contrário, mas numa mente de uma criança, tanto que ao conhecer a neta de uma das mulheres do asilo, se encanta por seus lindos olhos azuis e para esses olhos vai "dedicar sua existência". Ele vai crescendo ao contrário e ela também vai crescendo e ele mais de uma vez tenta conquistá-la, mas na primeira vez ele tem 60 e tantos anos e ela 23, apesar de na verdade ele ter a idade dela.

 

O problema em contar a história desse filme é, claro, estragar surpresas. Mas a partir do que escrevi acima já dá pra se ter uma idéia do que esperar. O filme é uma linda história de amor de Benjamin pela menina dos olhos azuis e o roteiro (apesar das acusações de auto plágio recebidas pelo roteirista, o mesmo de Forrest Gump) é bem resolvido e bem amarrado. Nunca imaginei que assistiria um filme do Fincher e no final eu choraria, o que aconteceu nesse caso e me surpreendi de verdade. O cara, ficou claro agora, é sim um diretor que faz qualquer coisa muito bem feita. Além da fotografia de contrastes e contras perfeita, da trilha sonora que me fez continuar cantando ao sair do filme, o elenco mereceria um prêmio coletivo porque não dá pra falar que o Brad Pitt está ótimo como Button, nem que a Cate Blanchet está ótima como a menina dos olhos azuis, nem que a TildaSwinton está ótima como a amante de Pitt, mas todo o resto do elenco e aqui destaco Taraji P. Henson, que faz Queenie, a mã adotiva de Button, como alguém a se lembrar daqui pra frente.

 

Além disso tudo, preste muita atenção sempre no rosto de Brad Pitt com toda a maquiagem pesada de velho e de adolescente, sempre em corpos que não o seu, num trabalho fantástico de pós produção que em nenhum momento me decepcionou. E eu sou meio chato. Bem chato!

 

 

Já esse vídeo faz uma comparação tosca e bem boa de "Forrest Gump"e "...Benjamin Button". Mesmo roteirista com preguiça? Vale a pena!

 

 

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
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[Já viu?] "Queime Depois De Ler".
08.12.08 16:326 comentários

Surpresa bem agradável assitir "Queime Depois de Ler" no cinema outro dia. Sabia que era uma comédia dos irmãos Coen. E os caras sabem fazer comédia, só se lembrar de "Raising Arizona" e de "O Grande Lebowski", pra citar minhas duas preferidas (se bem que dizer que são comédias, é meio que simplificar demais as coisas).

 

Bom, neste "Queime..." os Coen usam todo seu dinheiro e prestígio atual e colocam um dream team de atores pra contar uma história tosca que parece um teatro de abre porta, fecha porta, desencontros, um sai, outro entra, um monte de gente perdida e sem noção.

 

O imbrólio começa quando John Malkovich, um funcionário de uma dessas agências de inteligência americanas, é despedido por causa do seu vício com bebidas. Ele com raiva faz umas cagadas e um disco com informações pseudo confidenciais e valiosas vai parar nas mãos dos dois trapalhões que trabalham numa academais de ginástica, Brad Pitt e Frances McDormand: ela quer dinheiro pra fazer várias plásticas porque acha que está velha e não pega mais homem, ele porque é amigo dela e se joga junto. Só que nesse meio tempo, eles cruzam o caminho de George Clooney, um policial meio cafa, amante de Tilda Swinton, a advogada durona esposa do Malkovich.

 

Falei que era enrolado, né? E o melhor é que o roteiro é ótimo e as situações vão se enrolando e desenrolando e eu ri sem parar. E isso tudo pra dizer que a direção de atores é impressionante. todos os acima citados estão absolutamente diferentes de como já os vimos antes no cinema. E quando isso acontece, o que é raro, eu siao com uma sensação de feliciade do cinema indescritível!

 

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
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