"Amnésia" é um puta filme dirigido pelo ótimo Christopher Nolan em 200, bem antes do sucesso com "Batman" e "A Origem".
O legal do filme é que você em princípio se perde um pouco (recorrente?), onde sequências em preto e branco se intercalam com sequênciasw coloridas, umas ondo pra frente e outras pra trás, num cronologia bizarra e misturada.
O filme conta a história de um cara que acorda um dia num hotelzinho todo tatuado, cheio de anotações também tatuadas e mais fotos, e ele não se lembra de absolutamente nada. E daí vai!
Falando com um amigo esse dias, me lembrei que tenho um dvd desse filme com um extra interessante: o filme montado com a cronologia "correta".
Pra quem já viu, é interessante ver. Eu achei no youtube uma outra edição do filme que parece ser bacana também.
Joel Schumacher!
Ai ai ai ...
Os felizardos que ganharam os convites pra assistir ao A Stereoscopic Show são: Pedro Mezzonato, Glenda Shaw, Francisco Abreu, Barbara Salinkski e Rafael Srur. Basta se identificarem na lista de convidados e retirarem seus ingressos.
Para aqueles que querem ver o espetáculo, CORRAM! Os ingressos custam a bagatela de R$15,00 e para quem quiser se informar, o telefone da bilheteria do Oi Casa Grande é 2511-0800
O espetáculo começa impreterivelmente às 21h, portanto cheguem cedo e garantam um bom lugar pra essa viagem interestelar.
------ // ------
O Multiplicidade - festival multimídia que propõe encontros experimentais entre a imagem e o som - propõe um desafio aos leitores do Molotov21: os 5 primeiros que citarem CORRETAMENTE um destes encontros promovidos pelo Multi + nome completo, ganham um dos limitados (e sempre esgotados) convites pro espetáculo desta terça-feira.
Nesta edição do evento a dupla francesa Principles of Geometry se une ao selo visual europeu AntiVJ no projeto "A Stereoscopic Show", que pretende levar a platéia a uma jornada através do espaço mesclando vídeos em 3D (com direito a óculos e tudo!) com a trilha eletrônica repleta de sintetizadores.
Essa viagem intergaláctica vocês podem entender melhor vendo os vídeos abaixo. E não preciso nem saber falar francês pra entender o conceito, que eles explicam a uma TV de seu país natal, afinal som e imagem são linguagens universais, não é mesmo?
Principles of geometry + AntiVJ: a stereoscopic show from AntiVJ on Vimeo.
Esta edição do Multiplicidade acontece no teatro Oi Casa Grande, que fica anexo ao Shopping Leblon, nesta terça-feira, 17 de Novembro às 21h.
Mais Infos: www.multiplicidade.com / http://oicasagrande.oi.com.br/
O festival audiovisual mais inovador do Rio acaba de inserir uma peça publicitária no hall de ganhadores do Brazil Design Awards, prêmio máximo da Brazil Design Week, que foi criada este ano e se encerrou no último dia 6 em São Paulo.
O cartaz criado pela Bold Design Company, de Leo Eyer e Billy Bacon, para o Multiplicicade_Imagem_Som_Inusitados agora entra na disputa do IF Design Awards em Hannover, Alemanha, e do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, na França.
Como são as coisas: Darren Aronofski era meu ídolo até umas semanas atrás. O cara dirigiu "Pi" e "Requiem Para Um Sonho", dois dos filmes americanos mais bacanas do final dos anos 90. Daí ele fez "A Árvore Da Vida", filme que eu não entendi direito mas gostei, dei crédito ao cara, filosófico, metafísico, mísitico e com elenco bom demais. Disseram que ele começøu o projeto do Batman novo que acabou nas mãos do Christopher Nollan e deu no que a gente sabe que deu. O Darren foi saído do projeto porque disseram que não aguentaram a megalomania do cara, imagina só.
Eis que ele volta em 2008 com um filminho pequeno, baratinho, independente, com um ator que ninguém apostaria que ressurgisse das trevas, o Mickey Rourke. "O Lutador" teve um buzz absurdo, todo mundo só falava desse filme antes da estréia, histórias eram contadas de seguradoras que não queriam bancar o filme por causa do Rourke e o diretor bateu o pé e fez o filme com seu próprio dinheiro; estresses durante as filmagens entre diretor e ator e atrizes. Rourke ligando pro chapa Axl Rose pra pedir pro cara liberar uma música pro filme sem cobrar muito porque eles não tinham grana, e o cara liberou. Bom só pra resumir, essas historinhas são melhores que o filme em si.
"O Lutador" é uma bomba. Eu me lembrava de quando era moleque e assitia o "telecatch" na tv com o Ted Boy Marino e ficava mais animado. A história de um lutador de luta livre decadente tentando reaparecer no meio de tanto cara novo cheio de anabolizante é triste. E olha que a intenção do filme é ser triste mesmo, mas não nesse sentido. O filme é triste de assistir. O cara tenta, tenta e não consegue. Nesse caso o cara é o diretor, é o atro, na verdade são os caras. O filme fala sobre perdas, recomeço, tentativas frustradas, amor perdido, decadência mas fala, fala e fala e nada. Mostra o lutador velho no meio dos novos tentando ser bacana e ... nada. Por vezes, durante o filme, eu me sentia assisitndo um programa de humor da globo num sábado a noite, onde deram o papel errado pro ator errado, daqueles que não entendem o figurino, não sabem o que fazer com a peruca e nem se portar com a "carga dramática" que deveria ter para tal papel. O filme nnao deslancha, o personagem não deslancha, ele tá no lugar errado, na hora errada mesmo.
Os momentos bons do filme se devem às duas atrizes que fazem os papéis das mulheres que o lutador ama, sua filha e a prostituta que ele quer tirar da vida fácil (sim, até isso tem no filme). Evan Rachel Wood como a filha quebra tudo, e eu tenho certea que só não aparece mais porque senão roubaria totalmente o filme do Mickey tadinho. E a Marisa Tomei, como a prostituta decadente, tatuada, velha, acerta em cheio ficando pelada a maior parte do filme.
Mas como o filme é do Mickey Rourke, ele se perde. Ele o filme e ele o ator. Ah, e ele o diretor também. Até na cena final, em slow, congelando, que não já vimos em grandes filmes que esse "Lutador" com certeza se inspirou, não funciona nesse caso.
Fuja, antes que sobre pra você!
Antes de mais nada, o que me deixou mesmo feliz com essa premiação foi o monte de estatueta que "Quem Quer Ser Milionário" ganhou. Filmaço, como eu já disse no post anterior. Mas umas considerações:
- o fato de "Benjamin Button" não ganhar nenhum prêmio mais, hmmm, relevante, reflete um pouco o que acontece hoje em dia no cinema, onde acho que o povo tá meio cansado de filmão e cinemão mesmo, já que o Oscar é o reflexo direto desse tipo de cinema.
-Sean Penn ganhar e não Mickey Rourke mostra um pouco da caretice dos votantes. Claro que o cara é fodão, claro que ele tá demais no "Milk", mas dar o prêmio a Rourke não seria injusto nem nada, e seria até uma declaração de amor aos recomeços.
-Kate Winslet ganhar pela atuaçaõ quase-boa dela em " O Leitor" só confirma o que eu já escrevi neste post também. Fiquei decepcionado.
-Penelope Cruz, que eu achava fraquinha até o filme do Almodovar, ganhando prêmio de coadjuvante prova que Woody Allen é sim o grande diretor de atrizes do cinema americano de nossos tempos. Geralmente todas as suas atrizes de seus filmes que concorrem ao Oscar de coadjuvantes saem vitoriosas.
-Claro que Heath Ledgerganharia o prêmio pelo Coringa, merecidíssimo. Só não sei o que dizer sobre sua família lá recebendo por ele.
E pra terminar, o que mais gostei da festa, além da cara de blasé da Angelina e do Brad Pitt, foi o número de abertura com o fodão Hugh Jackman:
Aconteceu o esperado: "Batman, The Dark Knight" atingiu US$ 1 bilhão de dólares em arrecadação em bilheterias com o relançamento para a capanha do Oscar.
Agora é o quarto filme americano que atingiu mais de US$ 1 bilhão em bilheteria, atrás de "Titanic" em primeiro, " O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" em segundo e "Piratas do Caribe 3" em terceiro.
Impressionante!





