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[Marmita Sônica] Subverte se despede com festa benê e show do Stop Play Moon
29.09.10 13:451 comentário

HeroZero

O núcleo Subverte, conhecido por reunir festas, DJs e exposições de novos talentos das artes plásticas toda semana no Vegas, arrecadará brinquedos em sua última edição amanhã (29/9). Para se despedir do público em grande estilo, o DJ Hero Zero (foto) e a promoter Dani-se organizam uma festa beneficente na noite do Baixo Augusta. O projeto Subverte já agitou outras ações benês na casa.

 

"Os brinquedos serão destinados a Associação de Proteção Habitacional das Crianças Carentes - PROHACC. A idéia surgiu já no inicio da Subverte no começo deste ano através da Dani, especialmente para o dia das crianças", revela o DJ residente que também é papai.

 

"Infelizmente será a última Subverte. Daremos um tempo no projeto para reformularmos melhor as idéias e em breve retornar com novidades", completa.

 

FlyerVirtual_low

 

Para que a mulecadinha tenha um dia das crianças mais feliz, leve brinquedos e vá conferir o show do Stop Play Moon e os DJs Hero e Roots Rock Revolution de graça. A festa intitulada "Music4Life", em parceria com a Levi's, vai liberar a entrada VIP de quem doar um brinquedo novo (ou usadp em ótimo estado).

Categoria: Cena Eletrônica
Felicio Marmitex
Felicio Marmitex (marmitex86 @ gmail.com)
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[Marmita Sônica] Crew agita edição beneficente
19.05.10 15:092 comentários

Crew_Hands_Up

O mês de maio está animado para a espontânea filantropia clubber. Depois de uma série de festas solidárias às vítimas dos desastres no Haití e São Luiz do Paraitinga, do Neu ao Hot Hot, projetos se firmam fixos na caridade. A festa Crew, conhecida pelo seu hedonismo fanfarrão, se preocupa com algo diferente do habitual e agita a primeira edição beneficente.

 

No próximo sábado (22/5), os DJs do coletivo de São Paulo levam seus coloridos mash-ups para animar o Centro de Cultura da ONG Casas Taiguara. O local, que tem parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, fica bem próximo do clube Glória, onde a Crew acontece todo mês desde 2007.

 

Toda a renda será revertida para a casa. "Esperamos lotar, né? Se puder girar 400 pessoas e a bilheteria é R$ 15, apenas faça as contas. O bar também terá 100% do lucro revertido", conta Lalai.

 

"Chamei a Crew toda e todo mundo topou de bate pronto. Sempre acreditei que se cada um faz um pouquinho, esse pouquinho vira algo maior, mas fiquei por muito tempo engolida pela minha falta de tempo (e egoísmo, porque quando a gente quer, a gente sempre dá um jeitinho)".

 

A top promoter anda bem empolgada com a nova empreitada. "Existem formas bem simples de ajudar, como doar cupom fiscal (vide: http://www.casataiguara.org.br/website/conteudo.asp?id_website_categoria_conteudo=10669&cod=1826&idi=1&xmoe=124&moe=124), que é possível fazer até mesmo pela Internet. E que, tanto o curso quanto a festa sejam apenas o início de vários outros projetos".

 

Xiii...IMG_6411

 

Na sexta-feira (21/5) você pode doar 2kgs de alimentos não perecíveis, garantir descontos na lista e se divertir na saga "disco neo-retro" no Vegas. A festa Xiliquê recebe o DJ veterano Gregão e o expoente Ricardo Gonzalez, do Hot Hot. O projeto beneficente rola desde janeiro no clube e na próxima sexta (28) vai debutar na cena carioca. Em conjunto com o blog-coletivo Molotov 21, aqui do rraurl, os residentes Benjamin e este que vos fala agitam o Fosfobox. O clube de Copacabana irá reverter 10% da verba da entrada para a Sociedade Viva Cazuza

 

Os DJs do inusitado projeto benê Quebrando A Fome Cavalaska, DNS e Yés América vão invadir a Xiliquê no sábado que vem (29) em edição especial de batidas quebradas. Tocam também outros DJs que já se engajaram em prol de algo maior, como Dago Donato, L_cio live e o MC Dom Lampa. Ajude sem sair da cadeira votando agora na ONG que você acha que deveria ser beneficiada nas festas na enquete do blog aqui.

 

Sub...

 

Outra festa no clube do Baixo Augusta, a semanal Subverte faz edições bimestrais que levantam renda para entidades necessitadas e ligadas ao universo da música. Em março, o projeto do DJ Hero Zero e Dani-se destinou os cachês dos DJs que tocaram de graça na noite para a ONG Arte na Lata, do percussionista Jotta Ribeiro. No dia 30 de junho, a dupla vai repetir a boa dose humanitária.

 

Acompanhe este blog para saber mais infos de projetos e DJs benês. Afinal, a gente sempre acreditou que "last night a DJ saved my life", e agora podemos ajudar mais pessoas com nossa diversão. A próxima edição da revista DJ MAG Brasil traz uma matéria sobre doações na cena eletrônica. Confira aqui a reportagem "Onde Dançar e Doar" da revista Veja SP.

 

ENTREVISTA LALAI

 

lalai

 

Blog Marmita Sônica - Será a primeira edição beneficente da Crew, né? Outras já estão previstas?

Lalai - Sim, é a primeira e acho que ela já deveria ter rolado há muito tempo atrás. Por enquanto não temos nada previsto, mas minha cabeça anda a milhão com várias ideias do que podemos fazer e contribuir um pouco com a sociedade.

Blog Marmita Sônica - Li que sua agência de mídias sociais faz trabalhos de web para a Casa Taiguara... Como surgiu a idéia de angariar fundos através da festa Crew no Centro de Cultura ?

Lalai - Demorou para fazermos uma e tenho isso em mente desde que a Funhell fez a Funheaven em duas edições, na Casa Taiguara também, inclusive toquei na segunda. Simpatizei com a causa, com a instituição e a festa deliciosa com clima de "festinha na casa de amigos".  Além da festa, eu fechei um curso de Internet, com foco em Redes Sociais, que acontece toda sexta-feira. O curso está sendo oferecido pela Remix alternando com aulas comigo e com a Ana Laura, que é minha sócia.

Blog Marmita Sônica - A Crew ficou conhecida pelo ecletismo pop e sob o lema "nosso conceito é diversão" dos seus DJs. Os habituês da festa estão aceitando bem a idéia da edição beneficente? As pessoas se interessam em saber mais sobre a entidade?

Lalai - Quanto ao interesse sobre a entidade, eu sinceramente não sei, mas não tenho divulgado a festa sem cita-la. Então acredito que pelo menos 30% das pessoas acabem clicando para ver o que é exatamente a Casa Taiguara. Causas assim sempre são bem aceitas, porque funcionam e tem um apelo social. As pessoas tem elogiado a iniciativa e ajudado na promoção da festa.

Blog Marmita Sônica - Você e/ou algum dos DJs do coletivo já tem (ou teve) algum tipo de envolvimento em ações filantrópicas ou sociais?

Lalai - Não que eu saiba.

Blog Marmita Sônica - A Lalai se considera uma pessoa engajada politicamente ou socialmente em São Paulo?

Lalai - Não sou, como falei acima, eu sempre me deixei afetar pela minha falta de tempo x comodidade, que pode ser chamada de egoísmo. Um dos meus objetivos para 2010 foi mudar esse meu cenário pessoal e passar mais a contribuir com a sociedade, afinal tenho que aproveitar toda essa rede de pessoas à minha volta, envolvimento com várias marcas para viabilizar projetos. Não acho que vou mudar o mundo, mas se eu conseguir contribuir para um grupo pequeno, que seja, já vou me sentir feliz. As aulas na Casa Taiguara só tem aumentado ainda mais essa vontade.

 

Categoria: Cena Eletrônica
Felicio Marmitex
Felicio Marmitex (marmitex86 @ gmail.com)
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[Molotov21] Dance pelo Haiti!
20.01.10 19:061 comentário

É com o espírito de solidariedade latente que algumas iniciativas da noite carioca abraçam a causa do povo Haitiano.

 

Discussões, discordâncias, elogios e atitudes tomaram conta do Facebook, ferramenta onde produtores e baladeiros iniciaram ferrenhos debates sobre o que poderia ser feito para ajudar a reconstruir aquele país, obviamente dentro das possibilidades que podemos oferecer.

 

Duas ações se destacaram: Dance pelo Haiti @ Clandestino, promovida por nós do Molotov21 e a ação de Nicole Nandes, na LUV.

 

A festa LUV que rola hoje no 00, depois de passar por 69 e Fosfobox e é de longe a mais conceitual e genuína confraternização da black music carioca tem uma bela proposta. A estilosíssima produtora Nicole Nandes avisa aos Luvers que quem tiver doado no mínimo R$40,00 para a conta aberta pela ONG Viva Rio no Haiti, entra de graça no evento.

 

Mas a solidariedade não é o único diferencial da festança da Nicole, sempre muito bem frequentada. Vai ter DJ Negralha, Babão, Pachu, Campeonato de DJ Hero e convidado surpresa.

 

Especulando no Twitter, vi uma troca de mensagens entre @DJzegon e @marcelodedois falando sobre uma apresentação na festa... Nada foi confirmado pela produção, mas esse 'convidados supresa' no flyer, dão uma pista né?

 

 

 

 

 

Nós do Molotov21, propomos a uma galera dapesadíssima fazer algo em prol dessa causa. Faremos um pós praia este domingo, às 20h no Clandestino (aquele pub/clubinho anexo a um albergue em Copacabana), onde quase 20 DJs tocarão de grátis e toda a receita de produção do evento será depositada na conta do Viva Rio aberta justamente para sua missão na reconstrução do Haiti.

 

Quem quiser acompanhar os detalhes, pode visitar o blog Dance pelo Haiti e acompanhar as ações propostas. Na produção nos ajudam Ruy Fortini, Glenda Shaw, Marcela Moura, Fernanda Fontoura e quem mais quiser chegar junto. Já que o som é bom e a causa é nobre.

 

dance-pelo-Haiti

 

 

Felipe Tiradentes
Felipe Tiradentes (felipe @ molotov21.com)
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[Molotov21] Entrevista com Dj Zegon >> Update de Vídeos
11.01.10 12:373 comentários

UPDATE: No fim da entrevista, você vê 2 vídeos da apresentação do Zegon na Yeahh!

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-8

Prestes a tocar sexta-feira na festa Yeahh! @ Fosfobox, sua primeira apresentação em clubs no Rio depois de mais de 2 anos, Zé Gonzalez aka Zegon - fala sobre seu início de carreira, os 8 anos no Planet Hemp, internacionalização do nome, sua relação com a Nike, N.A.S.A., DJ Hero y otras cositas más, com a língua afiada que lhé peculiar.

 

 

Resume pra gente um pouco da sua trajetória musical até chegar ao Planet Hemp.


Comecei como qualquer criança que se interessa por música, através dos pais, no caso os meus eram aficionados por disco ,funk e rock nos 70. Depois teve a fase das bandas de garagem na escola com 13, 14 anos... Toquei guitarra por uns anos e através do skate pude conhecer a primeira geraçoes de B-Boys de SP.

 

Andávamos de skate nos mesmos lugares que eles dançavam break, tipo Estação São Bento e Praça Roosevelt. Daí foi um passo para me apaixonar pela cultura do scratch e descobrir que era isso que eu queria. Tive vários grupos de rap e cheguei a tocar com o Defalla na Tour do "Kings of Bullshit", isso em 93.

 

Alguns anos antes tinha conhecido o Marcelo D2 num campeonato de skate e quando o Planet foi fazer o show de lançamento em São Paulo, ele me convidou pra participar. Fiz um show,dois shows e acabei ficando por quase 8 anos.

E como vc conseguiu se reinventar pra fugir do estigma de DJ do Planet ?


Não me importo muito com isso, desde a epoca do Planet eu participava dos mais variados projetos que me interessavam. Gravei desde Nação Zumbi, Gilberto Gil  até Sepultura e Racionais Mc's. Nunca tive bloqueio com estilos musicais ou rótulos.

Não acho que eu tenha me reinventado, tenho muito orgulho do Planet Hemp. Fui e sou o unico DJ do Planet , acho que segui o meu caminho natural mesmo.Me joguei ,saí do Brasil, comecei praticamente do zero novamente.  Demorou mas as coisas estão acontecendo ...

 

 

 

Essa mudança de Zé Gonzalez pra Zegon foi uma forma de se internacionalizar?

Ja tinha alguns amigos que me chamavam de Zego, de brincadeira, mas Zegon foi mais facil por vários motivos: Primeiro por eu estar morando em Los Angeles e Gonzalez ser mexicano. Rola preconceito com mexicano por lá,já com brasileiro não; Segundo porque ninguem consegue falar Zé direito fora do Brasil ...

E o NASA? O qua a gente pode esperar do projeto?

O NASA sim esta numa fase de se reinventar, rodamos  o mundo todo algumas vezes em 2009 e agora estamos reconstruindo nosso show ,novos MC's, coisas tocadas ao vivo, novos vídeos,  tem também  disco de remixes e making off que está pra sair em alguns meses.

De qualquer forma esse ano tomei a decisão de viajar menos e não viver o ano todo na estrada. Também estou trabalhando forte em novos projetos solo,que todos vão ficar sabendo em breve.

Você é um DJ que consegue tangibilizar em idéias/produtos o seu estilo e a sua música. Pretende se aventurar mais como fez assinando o design do Nike Vinylheads?

Com certeza ,tenho uma relaçao com a Nike há varios anos, eles me ajudam bastante com o patrocínio e eu retribuio. O Vinylheads foi uma colaboraçao que veio "pronta", foi o útil ao agradável, temos grandes projetos para 2010.

 



E suas impressões sobre o DJ Hero? Qual é a sensação de ter track sua podendo ser mixada na plataforma videogame ?

Achei o DJ Hero interessante pela parte musical, pela programação, pela historia... A seleção de DJs não tá aquela coisa clichê tipo Tiesto e Paul Oakenfold, tem verdadeiros DJ Heros como Jazzy Jeff e Z-Trip e também outros nem tanto...

Mas eu faço parte da geração do Atari e gosto de toca-discos de verdade, de jogar sinuca, não perco tempo brincando de tocar, prefiro treinar scratch de verdade! Mas as as faixas estarem no Game foi muita honra e bastante compensador também.

Você se equilibra na linha tênue que separa o hip-hop e a eletrônica. O que a gente pode esperar ouvir na sexta?

Gostei do ponto de vista, mas eu gosto de musica boa seja ela Hip Hop, Eletronica ou Rock. Nos meus sets eu costumo passar por todas influencias, mixar rapido, megamix style mesmo, passando o máximo das minhas influencias. Ultimamente estou louco por anos 60, 50 e tenho conseguido fazer isso em meus sets. Toco tudo que eu gosto, sinto o publico,toco hits ,nao vejo problema. Faço as pessoas dançarem. Conceito é legal também, mas quem não toca o emocinal das pessoas, no dia seguinte ninguem lembra do som.

Ao mesmo tempo gosto de passar informaçã, trazer o velho que foi esquecido e tambem o novo que nem foi lançado. Não tenho uma regra.

Só acredito em 2 estilos de musica, música boa e música ruim, independente de rótulos ou época. Se eu toco é porque gosto e acredito que a pista vá custir.

Normalmente num set de 1h30 chego a tocar mais de 100 musicas.

Estou muito animado pois é minha primeira noite em club no Rio em muito tempo. Nos ultimos 2 anos, estive em eventos diferentes,mas há bastante tempo que eu nao toco em club por aí.

 

 

Vídeo Upate


 

Mashups ao vivo

 

 

 

Bootying

 

 

Video flyer festa Yeahh!

 

1 - Resume pra gente um pouco da sua trajetória musical até chegar ao Planet Hemp.

Comecei como qualquer criança que se interessa por música, através dos pais, no caso os meus eram aficionados por disco ,funk e rock nos 70. Depois teve a fase das bandas de garagem na escola com 13, 14 anos... Toquei guitarra por uns anos e através do skate pude conhecer a primeira geraçoes de B-Boys de SP.

Andávamos de skate nos mesmos lugares que eles dançavam break, tipo Estação São Bento e Praça Roosevelt. Daí foi um passo para me apaixonar pela cultura do scratch e descobrir que era isso que eu queria. Tive vários grupos de rap e cheguei a tocar com o Defalla na Tour do "Kings of Bullshit", isso em 93.

Alguns anos antes tinha conhecido o Marcelo D2 num campeonato de skate e quando o Planet foi fazer o show de lançamento em São Paulo, ele me convidou pra participar. Fiz um show,dois shows e acabei ficando por quase 8 anos.

2 - E como vc conseguiu se reinventar pra fugir do estigma de DJ do Planet ?

Não me importo muito com isso, desde a epoca do Planet eu participava dos mais variados projetos que me interessavam. Gravei desde Nação Zumbi, Gilberto Gil  até Sepultura e Racionais Mc's. Nunca tive bloqueio com estilos musicais ou rótulos.

Não acho que eu tenha me reinventado, tenho muito orgulho do Planet Hemp. Fui e sou o unico DJ do Planet , acho que segui o meu caminho natural mesmo.Me joguei ,saí do Brasil, comecei praticamente do zero novamente.  Demorou mas as coisas estão acontecendo ...

3 - Essa mudança de Zé Gonzalez pra Zegon foi uma forma de se internacionalizar?

Ja tinha alguns amigos que me chamavam de Zego, de brincadeira, mas Zegon foi mais facil por vários motivos: Primeiro por eu estar morando em Los Angeles e Gonzalez ser mexicano. Rola preconceito com mexicano por lá,já com brasileiro não; Segundo porque ninguem consegue falar Zé direito fora do Brasil ...

4 - E o NASA? O qua a gente pode esperar do projeto?

O NASA sim esta numa fase de se reinventar, rodamos  o mundo todo algumas vezes em 2009 e agora estamos reconstruindo nosso show ,novos MC's, coisas tocadas ao vivo, novos vídeos,  tem também  disco de remixes e making off que está pra sair em alguns meses.

De qualquer forma esse ano tomei a decisão de viajar menos e não viver o ano todo na estrada. Também estou trabalhando forte em novos projetos solo,que todos vão ficar sabendo em breve.

5 - Você é um DJ que consegue tangibilizar em idéias/produtos o seu estilo e a sua música. Pretende se aventurar mais como fez assinando o design do Nike Vinylheads?

Com certeza ,tenho uma relaçao com a Nike há varios anos, eles me ajudam bastante com o patrocínio e eu retribuio. O Vinylheads foi uma colaboraçao que veio "pronta", foi o útil ao agradável, temos grandes projetos para 2010.


6 - E suas impressões sobre o DJ Hero? Qual é a sensação de ter track sua podendo ser mixada na plataforma videogame ?

Achei o DJ Hero interessante pela parte musical, pela programação, pela historia... A seleção de DJs não tá aquela coisa clichê tipo Tiesto e Paul Oakenfold, tem verdadeiros DJ Heros como Jazzy Jeff e Z-Trip e também outros nem tanto...

Mas eu faço parte da geração do Atari e gosto de toca-discos de verdade, de jogar sinuca, não perco tempo brincando de tocar, prefiro treinar scratch de verdade! Mas as as faixas estarem no Game foi muita honra e bastante compensador também.

7 - Você se equilibra na linha tênue que separa o hip-hop e a eletrônica. O que a gente pode esperar ouvir na sexta?

Gostei do ponto de vista, mas eu gosto de musica boa seja ela Hip Hop, Eletronica ou Rock. Nos meus sets eu costumo passar por todas influencias, mixar rapido, megamix style mesmo, passando o máximo das minhas influencias. Ultimamente estou louco por anos 60, 50 e tenho conseguido fazer isso em meus sets. Toco tudo que eu gosto, sinto o publico,toco hits ,nao vejo problema. Faço as pessoas dançarem. Conceito é legal também, mas quem não toca o emocinal das pessoas, no dia seguinte ninguem lembra do som.

Ao mesmo tempo gosto de passar informaçã, trazer o velho que foi esquecido e tambem o novo que nem foi lançado. Não tenho uma regra.

Só acredito em 2 estilos de musica, música boa e música ruim, independente de rótulos ou época. Se eu toco é porque gosto e acredito que a pista vá custir.

Normalmente num set de 1h30 chego a tocar mais de 100 musicas.

Estou muito animado pois é minha primeira noite em club no Rio em muito tempo. Nos ultimos 2 anos, estive em eventos diferentes,mas há bastante tempo que eu nao toco em club por aí.

Categorias: Entrevistas, Sneaker
Felipe Tiradentes
Felipe Tiradentes (felipe @ molotov21.com)
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[Todo DJ Já Sambou] Vem aí o DJ Hero
18.09.08 21:313 comentários

O primeiro passo, ao que parece o mais simples, já foi dado. A empresa Activision entrou com pedido para patentear o nome DJ Hero no começo deste mês. Ainda não há detalhes mais aprofundados sobre o projeto, mas já dá pra imaginar umas cenas explíticas de air DJ (que perigas de ficar mais ridículo ainda com uma interface amparando) e longas filas pra comprar o treco, do Japão a Berlim.

 

Segundo a descrição de propriedade intelectual do projeto, trata-se de um "software de jogo com seu respectivo manual, programas interativos para videogame, discos para computador, software downloadavel para jogar conectado e controles de videogame".

 

Ainda que seja abstrata e vaga a descrição, parece bater com os componentes do Guitar Hero. Não sei mesmo como vão tirar esse tal DJ Hero do papel, mas já fico imaginando o tracklist, que com certeza vai gerar polêmica, vá ele para as profundezas do underground ou para a superfície dos DJ charts.

 

Diz que fica pronto até o fim do ano. Vai querer?

 

DJ Hero... será que pega?

Tags: DJ hero
Claudia Assef
Claudia Assef (clauassef @ uol.com.br)
Clau é autora do livro Todo DJ Já Sambou, trabalha como editora de internet, toca discos por aí e prefere tintos suaves, mas potentes.