Estou lendo Em Águas Profundas, o comentado livro de David Lynch sobre processo criativo/meditação/etc. Primeiro, quero compartilhar um vídeo em que o diretor faz uma graça ao lado das meninas do Au Revoir Simone, e com isso justificar este post.
Segundo, gostaria de dividir um trecho do livro que não justifica coisa alguma, mas que pode inspirar um ou outro. Ele fala sobre tempo, e sobre como é necessário abrir mão de algumas coisas para descobrir outras.
"No segundo grau eu li O Espírito da Arte, um livro de Robert Henri que versa sobre a vida artística. Para mim, viver a arte significava dedicar-se à pintura, uma dedicação absoluta que tornava tudo o mais secundário.
'Só com esse tipo de dedicação é que poderei me aprofundar e descobrir coisas', eu pensava. Segundo esse raciocínio, tudo o que desvia o indivíduo do caminho da descoberta não faz parte da vida artística. Na realidade, a vida artística implica a liberdade. Eu também acho que isso parece um pouco egoísta, mas não é assim. Isso só significa que se precisa de tempo."
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deu vontade agora
(acabei de assistir industrial symphony no. 1 dnovo)