O DJ, super colaborador do rraurl e editor da cultuada newsletter Skrufff-e Jonty Skrufff retorna ao Brasil esta semana e toca em quatro festas bem legais. Confira a agenda dele e se programe desde já.
07/fev - sábado - Astronete (mais infos aqui)
07/fev - sábado - Vegas (mais infos aqui)
11/fev - quarta - D-Edge (mais infos aqui)
14/fev - sábado - A Lôca (mais infos aqui)

Quando o blog Bate-Estaca, aqui do rraurl, anunciou a vinda do Pantha du Prince para a festa de 3 anos, 3 meses e 3 dias do Vegas, a direção da casa ainda não havia fechado o contrato então não puderam confirmar. Porém, finalmente o contrato foi assinado e o line-up da festa que já estava ótimo, agora beira a perfeição. Além disso, segundo apuramos, irá acontecer um back 2 back com Efdemin e Pantha, os dois maiores nomes do selo alemão Dial Records.
No começo desse ano nós fizemos uma comparação entre os dois artistas, que você lê a seguir: "O Pantha du Prince é mais humano, violinos em eterna melodia que dão um ar trance, quase de fábula de tão emotivo. Efdemin é mais urbano, o minimal em sua versão "house fino", deep alemão. Enquanto o Pantha teve destaque pelo conjunto do álbum This Bliss, Phillip Sollmann e seu projeto Efdemin foram aclamados por "Acid Bells", panelaço que se esfarela em 10 camadas surrounded antes do momento acid-bombator." (Jade Gola)
Glass Candy, James Murphy & Pat Mahoney, Ewan Pearson são as outras atrações internacionais da festa, que também terá os locais André Juliani, Mau Mau, Luca Lauri, Magal e Camilo Rocha. A festa de 3 anos do Vegas acontece no clube Flex (Av. Marquês de São Vicente, 1.767, Barra Funda) no dia 03/out.
Os ingressos da festa estão sendo vendidos a R$ 50 nos pontos de venda antecipado (Vegas e Eastpak). Na hora os ingressos custarão R$ 70.
LINE UP
Pista 1
0:00 as 1:00 - Juliani
1:00 as 2:00 - Glass Candy
2:00 as 4:00 - James Murphy & Pat Mahoney (LCD Soundsystem DJ set)
4:00 as 5:30 - Ewan Pearson
5:30 as 7:00 - Mau Mau
Pista 2
0:00 as 1:00 - Luca Lauri
1:00 as 2:00 - Magal
2:00 as 4:00 - Efdemin
4:00 as 5:00 - Pantha du Prince
5:00 as 6:00 - Camilo Rocha
As terças do Chapa Quente chega com novidades no mês de junho. A partir deste mês, o projeto de hip-hop vai levar uma vez por mês um pocket show ou uma intervenção com MCs para dentro do Vegas.
A noite que inaugura essa nova empreitada do Chapa Quente acontece hoje, terça-feira (5/6), com o último show do Pavilhão 9, que resolveu jogar a toalha aos 17 anos de carreira.
O grupo paulista marcado pelos vozeirões do duo Rhossi e Doze surgiu no início dos anos 90 já arriscando na poderosa combinação de rap, hardcore, rock e letras de protesto a favor da periferia e contra o sistema. Logo, "Otários Fardados", carro chefe do álbum de estréia 1º Ato (1992), chegou na hora certa, agradou os ouvidos da crítica e rendeu ao Pavilhão algumas centenas de fãs e, quatro anos depois, um contrato com a Warner Music.
Durante o tempo que esteve na estrada, a banda chegou a dar um tempo por uma ou duas vezes, sofreu alguns up grades na formação, mas conseguiu acumular seis álbuns na discografia. O último, Público Alvo, saiu em 2005 quebrando um jejum de três anos sem gravar algo inédito. Apesar de expressar a essência da banda, com uma mistura ainda mais pesada de ritmos e mensagens duras, Público Alvo não emplacou, o que deve ter dado uma desanimada no pessoal.
Portanto, se você curte rap, rock & afins, mora em Sampa e está animado para uma esticadinha noturna, já tem dois motivos para sair de casa: prestigiar a nova fase do Chapa Quente e dar um bye bye ao vivo para o Pavilhão.

Clique aqui e acesse as infos do Chapa Quente com Pavilhão 9 @ Vegas
Depois de tocar na The Week nesta quinta (22/3), tem mais Carl Craig nesse sábado no Vegas. Quem abre é Andre Juliani e depois tem Hell's Club. A entrada vai custar R$ 45.
Os shows da cantora Peaches, que aconteceriam em São Paulo no dia 23 e no dia 24/3 no Rio de Janeiro, foram cancelados.
A culpa seria do produtor de eventos de quem foi comprado o show. Este garantiu ter toda a negociação com a banda fechada, incluindo vistos de trabalho, passagens aéreas, depósitos antecipados de cachês e todos os pormenores necessários para que a turnê se realizasse.
Segundo divulgou a assessoria do Vegas, "[como] garantias para os promotores, [havia] o contrato e o anúncio da turnê no site oficial da cantora. Todas as passagens foram emitidas, os depósitos bancários efetuados em nome do produtor, e os vistos cuidados por um escritório contratado por este, como podemos atestar através de comprovantes bancários e e-tickets. Não tínhamos qualquer contato com a agente da cantora e tratávamos destes shows apenas por intermédio do produtor contratado."
O Vegas informou ainda que, diante do cancelamento, tentou entrar em contato com o agente da banda, descobrindo então que nada do que o produtor disse estava valendo.
Peaches informou que nunca cancelou um show e "que não será esta a primeira vez." Novas datas para Rio de São Paulo serão anunciadas em breve.
O Vegas disse também que os ingressos serão devolvidos nas lojas da Banca de Camisetas, onde os mesmos foram comprados.
Então, lá no Vegas, Luomo tocando e eu pensei: "nossa, house, quanto tempo!". E aí tem Farina não sei que dia, tem Steve Bug na Moo e no msn hoje, no meio da ressaca, me dizem "house tá voltando né?".
Tomara que seja isso mesmo.
Mas e o Luomo? Coisa fina, muitos vocais, mas pra quê parar tanto a música no final de cada faixa? É SHOW ou um live? Tenho essa impressão, espero não tão generalizada, de músicos europeus(especialmente alemães): os caras gostam de um aplauso, de uma firula. Por que não entram já direto, mixando, tocando, fazendo o povo dançar mais? Sempre achei que, mais que aplauso, DJ/músico/etc tem é que ficar feliz e lisonjeado com a pista dançando.
E nem era pra tanto, apesar do som bom ("Synko", muita mãozinha para o céu!). Eu vi no laptop aquele monte de quadradinhos, cada um com um efeitinho, um barulho, um blip, um tapa no ouvido, só que ele deu umas atropeladas de leve, umas sambadas. Estranho.
Valeu a noite, principalmente com o Márcio Vermelho antes. House, break, jamanta (ou freak?), anos 70 e até um The Gossip perdido ali no meio.



