A cineasta Iara Lee, que tem cidadanias brasileira e americana e é radicada em Nova York há duas décadas, estava na frota de ajuda humanitária atacada pelo exercito israelense na segunda-feira.
Iara está em boas condições de saúde e chegou hoje em Istambul, junto com outros ativistas que estavam na "Frota da Liberdade". Ela foi deportada por ter se recusado a opção de deixar Israel voluntariamente e, na Turquia, receberá assistência do Consul-Geral do Brasil no país, de acordo com carta emitida hoje pelo Itamaraty. Lá poderá esclarecer se, como foi noticiado, os ativistas presos estavam proibidos de contatar a família ou se os responsáveis pela prisão exigiram que assinasse um polêmico documento onde o detido assima ter cometido "atos terroristas contra Israel".
O infeliz caso do ataque de Israel a uma frota de seis embarcações de ajuda humanitária que partiu da Turquia e estava em águas internacionais a caminho de Gaza está sendo destaque em todos os veículos da imprensa mundial ao longo dessa semana, ocasionando reunião especial da ONU, que decidiu por uma "investigação rigorosa". Ocorreram diversos protestos em várias partes do mundo, com pessoas nas ruas pedindo o fim do bloqueio de Israel a Faixa de Gaza. No Brasil um Ato de Repúdio está marcado para acontecer no dia 04/06 às 15h no vão livre do MASP, na Av Paulista.
No violento ataque, nove pessoas morreram e diversas ficaram feridas. Todos os 680 ativistas que estavam nas embarcações foram detidos, e segundo declarações de Nir Hefez, porta-voz do premiê Benjamin Netahyahu, todos os detidos serão deportados até o final do dia 3 de junho.
No Brasil, a imprensa chamou a atencão para o caso de Iara, que em 1997 dirigiu o documentário Modulations, sobre a história da música eletrônica. Por cinco anos ela foi produtora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e é fundadora da Caipirinha Foundation, que visa promover a paz e a justiça pelo mundo por meio de projetos culturais. Iara estava a bordo de um dos barcos da chamada "Frota da Liberdade".
Marco na cinematografia que trata da cultura de pista de dança, Modulations, de 1998, trazia a história da música eletrônica em um documentário, um disco e um livro que contaram com a participação de artistas como Carl Cox, Robert Moog, Coldcut, Squarepusher, Mixmaster Morris, Pierre Henry, Giorgio Moroder, Derrick May, Genesis P-Orridge e Karlheinz Stockhausen.
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É uma boçal como a iara lee no navio cheio de gente do irã reclamando por justiça mas que estão do lado do presidente que roubou, oprimiu e matou para ficar no poder. Precisa ser muito cretino pra isso. Mas é claro que funciona. É com a imagem maniqueista moldada pelos fundamentalistas islamicos que é comprada por muita gente que caga e anda pelo que realmente acontece la que eles contam. E ao visto funciona. Ninguem é santo por la.
Sheikh Muhammad Al-Hazmi - Hizbollah
Fatima Mohammadi - Viva Palestine
Ken O'Keefe - naturalizado ingles - Hamas celula europa
Hassan Aynsey - member of a Turkish charity association, regularly transfers funds to the Palestinian Islamic Jihad
Hussein Orush, from the Turkish IHH organization, intended to assist al-Qaeda activists into the Strip via Turkey.
Ahmed Omemun from Morocco, who also has French citizenship, is a Hamas activist.
Orn, aqui estão os pacifistas convenientemente mascarados numa recepção digna da madre teresa de calcuta: http://www.youtube.com/watch?v=gYjkLUcbJWo&
Considerando que dois soldados foram atingidos a bala, pergunte a Iara lee de onde sairam os tiros.
você poderia citar os nomes dos cinco terristas?
Pois até onde eu saiba não havia terrorista algum no barco.
http://www.youtube.com/watch?v=B4i-qf4BnPs&feature=player_embedded
Ai vai essa cretina achar que é legal fazer turismo em zona de guerra, ser uma ativista festiva no meio de uma situação que ela não entende e é usada, como todos de lá, já que no navio da ajuda humanitaria estavam pelo menos 5 terroristas responsáveis por varios ataques em israel e em outros lugares do mundo.
O que precisa ser entendido é o modus operandi dessa gente: Eles sabiam que seriam barrados e contavam com isso, e fizeram justamente o que fizeram para esse fim.
Iara, querida, vai falar da liberdade no Irã e vamos ver se vc é deportada ou degolada.
Abs.