A campanha do Skol Beats tem uma assinatura um tanto defasada, em termos tecnológicos. Se refere aos artistas do evento como "mestres do vinil".
Qualquer pessoa com a antena minimamente sintonizada sabe que, de uns três anos para cá, houve um avanço absurdo das formas digitais de tocar música (CDs, Ableton) e o vinil perdeu uma fatia gigante de seu território.
Nomes de vulto como Mark Farina, Carl Cox, Dave Clarke, Paul Van Dyk, Sasha e Richie Hawtin estão entre os que pararam de usar vinil. Entre os brasileiros, Renato Cohen e Fabrício Peçanha estão entre os muitos que abandonaram o formato.
Sem falar que tá cheio de live PA esse ano, apresentação que nunca usou vinil, nem no tempo do Habitants e do Level 202 (anos 90, para quem não sabe).
Será interessante fazer uma pesquisa in loco para ver a porcentagem de artistas do Skol que ainda podem merecer o título de Mestre do Vinil. Periga dar minoria.
Putz! Putz!




