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Semana da Pátria
02.09.10 11:551 comentário

hawtinQuem não estiver com muita vontade de assistir aos tradicionais desfiles militares de 7 de setembro ou simplesmente ficar descansando no feriadão, pode encontrar em Santa Catarina boas opções de noites a partir de amanhã, 3 de setembro.

 

O 7 de setembro pode ser considerado o primeiro grande feriado depois do Carnaval e geralmente dá um gostinho do que vem "por aí" no fim do ano na costa do Sul do Brasil, época que tradicionalmente recebe bons eventos.

 

Em 2010 os dois principais clubes da região de Balneário Camboriú, Warung e Green Valley, contam com programação interessante. Enquanto Warung recebe Charlie May e Ricky Ryan na sexta, 03/09, e Richie Hawtin (foto) e Gui Boratto na segunda, 06/09, o Green Valley anunciou Tocadisco no sábado, 04/09, e Norman Doray também na segunda-feira. É a única apresentação de Hawtin no Brasil antes de uma pequena turnê que o canadense faz pela América do Sul em novembro.

 

O clube Parador, da Praia do Estaleirinho, recebe Nic Fanciulli em uma festa na tarde de sábado, e Layo e Bushwacka na noite de domingo, que ainda terá Felix DaHouse Cat se apresentando no Blue Coast.

 

Em Florianópolis a cantora norte-americana Lauryn Hill faz show na sexta-feira no Music Park (anexo ao Pacha). Layo e Bushwacka tocam no recém reaberto Confraria das Artes no sábado, e Mark Knight é atração da Pacha no domingo. A revista House Mag promove, ainda, evento no P12 na tarde de domingo com Fabrício Peçanha e Gustavo Bravetti.

 

Mais informações nos sites oficiais dos clubes:

 

www.warungclub.com.br

www.greenvalley.art.br

www.pachafloripa.com.br

www.bluecoast.art.br

 

João Anzolin
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
twitter.com/joaoanzolin
Boratto lança compilação pelo Renaissance
06.01.10 11:202 comentários

guipackshotO paulistano Gui Boratto é o encarregado pela próxima edição da série de compilações "The Mix Collection", do selo britânico Renaissance. O duo alemão M.A.N.D.Y e o Danny Howells assinaram os dois primeiros volumes da série.

 

Dois álbuns fazem parte do lançamento; das 29 faixas 7 são produções ou remixes de Boratto, além da co-produção em "The Infinites", faixa do Bomb The Bass. Os brasileiros Gabe e Marcello V.O.R também aparecem no tracklist com a faixa Funky Zeit, além de faixas de nomes como Paul Kalkbrenner, Josh Wink, Oxia, Tricky e Gabriel Ananda.

 

A previsão de lançamento do álbum é para 8 de fevereiro de 2010. Confira abaixo o tracklist completo:

 

Gui Boratto - The Mix Colection:

 

Disco Um

01. Oliver Koletzki Feat. Fran – Hypnotized
02. Gui Boratto – Take My Breath Away (John Tejada Remix)
03. Paul Kalkbrenner – Azure
04. Bomb The Bass Feat. Paul Conboy – The Infinites
05. Dominik Eulberg – Daten-Übertragungs-Küsschen
06. Lusine – Double Vision
07. Gabriel Ananda – Schnee
08. André Sobota - Forgotten
09. Mathew Jonson – When Love Feels Like Crying
10. Gui Boratto – Telecaster
11. Gorge & Dubnitzky – Smile In My
12. Oxia – Sun Step
13. Robert Babicz - Astor (Gui Boratto Remix)
14. Ada – Lovestoned (Gui Boratto Remix)
15. Gui Boratto – Azzurra

 

Disco Dois

01. Gui Boratto – Trills
02. Christian Smith – Milky Way
03. Kiki – Immortal Feat. Pirica (Anja Schneider Remix)
04. Guido Schneider Meets Jens Bond - Eijeijei (Original Mix)
05. Ben Klock - OK Feat. Elif Biçer (Kenny Larkin Remix)
06. Josh Wink – Dolphin Smack (Martin Buttrich Remix Part 6)
07. Hatzler - HNO (Lemos Remix)
08. Gabe & Marcello V.O.R - Funky Zeit
09. Stimming – Chemistry (Original Mix)
10. Gui Boratto – The Glam
11. D-Dub – Deep Blue (Stimming Remix)
12. André Lodemann - Vehemence Of Silence (Motor City Drum Ensemble Perspective)
13. Max Cooper - Stochastisch Serie
14. Tricky – Past Mistake

João Anzolin
João Anzolin (joaoanzolin @ hotmail.com)
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Ainda Tribaltech
27.08.09 00:225 comentários

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Antes de mais nada, esta é a descrição de uma parte do festival Tribaltech 2009 em Curitiba no dia 22/08, uma vez que o mesmo começou meio dia do sábado e acabou às 07:30 da manhã do domingo, e este que vos escreve chegou lá às 19h. e saiu bem antes do final.

 

Com uma sensação térmica de 5º C graças a um vento que vinha da Serra do Mar ao lado, o habitual espaço de raves na Fazenda Heimari em Quatro Barras (ao lado de Curitiba) estava tomado pela multidão. Segundo a organização passaram por lá aproximadamente 12 mil pessoas. Um bom número haja vista a instabilidade do tempo nos dias anteriores, com frente fria dando seu "olá" habitual na capital paranaense, além do fato de que o surto da gripe A afugentou uma parte do público-alvo do festival.

 

E a música?

 

Bem, pra começar, acabei esquecendo do DJ set de Marc Romboy na tenda Black Tarj Club pois era exatamente no horário o qual entrei e, no meio da confusão da chegada, perdí o set que mais estava curioso para ouvir e dançar. Acabei circulando pela tenda 3Plus/DJ Mag, tomada pelos fãs de Gui Boratto que já ia em mais da metade do horário de seu sempre competente DJ-Live P.A.

 

Na sequência fui ver como as bandas de rock se saíam na tenda Organic Beat e foi aí que deu pra ver claramente o outro público que o festival queria agregar a esta edição: o povo das bandas ao vivo. No palco, B Negão e Os Seletores de Frequência em performance de não deixar microfone sobre pedestal. Logo na sequência veio o Cordel do Fogo Encantado que, pela agitação causada desde a  sua entrada, era um dos mais aguardados. Meio hippie, meio MPB, com direito a cover de Cio da Terra de Milton Nascimento (oi?). Definitivamente não a minha praia, hora de sair correndo pro Main Stage e ver o que Tim Healey aprontava. Electrohouse bombator, com direito a remakes de MGMT ("Kids") e Placebo ("Every Me, Every You"). Ah bom, agora bem mais a minha cara. Resta saber o que pensaram disso os ravers que antes curtiram os ultra-bombators Sesto Sento, X-Noize, Gataka e Vibe Tribe. 

 

Movido por uma curiosidade antiga, voltei à tenda Organic Beat a tempo de pegar o show do grupo de chill-eletrônico-hindu Pedra Branca. Não me arrependí. A banda é extremamente entrosada, com bons músicos (no qual se destaca um tocador de cítara indiana). Cada música tinha direito a dançarinos que se revezavam em coreografias diferentes umas das outras, dando uma fluidez a um espetáculo que poderia entediar, mas ao contrário, enchia os olhos. Definitivamente um dos melhores momentos da Tribaltech na minha humilde opinião. Findo o show, entra a Nação Zumbi e nos tira do transe com mais quebradeira no palco: hora de ver como as coisas iam nos outros espaços.

 

Próxima escala da noite: Catz´N Dogz na Black Tarj Club. Esse era o espaço que mais tinha cara e temperatura de um clubinho. Em forma de túnel transparente, era a tenda mais deslocada do conjunto da festa, mas não menos cheia. Nesse momento acabo encontrando muitos amigos e conhecidos, repetindo umas das melhores cenas de um evento desse porte, que é encontrar as pessoas ao acaso. E a dupla de "Cães & Gatos" também acabaram se revelando pra mim, que nunca tinha ouvido falar antes, como uma grata surpresa pela mistura animada de várias nuances modernas da house music. Mais um highlight pra noite.

 

De estruturas, lasers e pipocas

 

Provavelmente a maior infra-estrutura de festivais já vista por estas bandas, com 4 tendas funcionando com som muitíssimo bem equalizados e altos, bares e banheiros sem as tradicionais filas. E claro, bungee jump para os mais destemidos.

 

O espaço Cinetech era uma tenda menor e transparente com muitas poltronas e sofás para apreciar os vídeos que passaram pelo crivo de um concurso feito pela organização do festival e eram projetados non-stop. Uma pena o áudio não funcionar, o que poderia também não ser um bom negócio, uma vez que este espaço se localizava exatamente entra os dois maiores e mais barulhentos stages da festa, daí aquele mix de sons onde você nunca consegue acompanhar nenhuma das duas fontes sonoras. E pra lembrar ainda que alí era um cinema dizem que em algumas horas tinha até pipoca grátis pra geral...

 

E embora possa soar deja-vu total, no Main Stage um sistema de 3 canhões lasers com cores e desenhos inéditos às minhas retinas (e olha que eu tenho achado laser tão anos 90...), complementados pelo grave gorducho que ia bem longe davam a cara final que um festival de tal porte deve ter: o de encher os olhos e ouvidos. 

 

Vale destacar também que a Tribaltech não tem grandes patrocinadores, e por isso mesmo o visual da festa não ficou comprometido por marcas, logos ou símbolos que às vezes são o tiro pela culatra publicitário: em vez de vender um produto, estraga a decoração. 

 

Epílogo

 

Vencido pelo cansaço, saí à 01h da madrugada com o DJ Chris Lake entrando no palco que insistia em nos impressionar ao longe com  raios-laser dignos de um ovni pousado no meio de um campo enevoado na Serra do Mar.

 


Tribaltech por Groove Channel

 

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
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Semana progressiva em Curitiba
09.12.08 23:562 comentários

Fãs paranaenses do progressive house não tem do que reclamar: trio de DJs do estilo dão as caras nas cabines de clubs capital do estado nesta sequência:

 

11/12 (quinta) - Jonh Digweed (FOTO) na Wyn

12/12 (sexta) - Gui Boratto na Eon

13/12 (sábado) - Hernan Cattáneo na Lique

 

Tudo bem que é questionável o brasileiro Gui Boratto ser classificado como progressivo, mas seu minimal melódico praticamente remete à mesma atmosfera do inglês Digweed e do argentino Cattáneo.

Num ano rico em DJs de house nos três clubs citados, os fãs do prog house tem dias cheios pela frente. E a gente torce para que tenhamos outros fins de semana movimentados na linha do techno, maximal, minimal, indie electro ou até nu/cosmic/space disco...

Algum(ns) club(s) local(is) se habilita(m)?

Raul Aguilera
Raul Aguilera (djraulaguilera @ gmail.com)
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