
A dica quem deu foi o colega de blog Diogo Dreyer. Como não li nada a respeito aqui ou em outros blogs do gênero, e tendo em vista os recentes acontecimentos envolvendo nosso digno Senado, lá vai: há mais ou menos um mês, ali pelo começo de junho, o site Congresso em Foco noticiou que a rede interna do Senado brasileiro disponibilizava inúmeras pastas com músicas, filmes, jogos e outras coisas más, totalizando cerca de 80 gigas de material assim por dizer, "pirata", aos funcionários da nobre casa que quisessem tirar uma casquinha.
De livros de José Saramago à músicas de Pink Floyd e Rogério Skylab (!), o conteúdo foi todo retirado do ar assim que a notícia foi divulgada. A Polícia Legislativa da casa garantiu que vai investigar o caso. Mesma Polícia esta que viu o repórter do CQC Danilo Gentili "se atirar no chão" quando na realidade ele foi agredido pelos seguranças do presidente da casa, Sir-Ney.
Claro que isso aí é fichinha se comparado aos recentes escândalos que rondam o local, mas o mais curioso é lembrar que saiu do próprio Senado, no fim de 2008, um projeto de lei frankestein dispondo sobre crimes virtuais, os chamados cibercrimes. Não vai surpreender ninguém se acharem alguém do gabinete do Senador Eduardo Azeredo, autor do projeto de lei, metido na história...
Foto: site Gizmodo.com.br
music expresses that which cannot be put into words and that which cannot remain silent





