How Clubbing Changed The World
15.09.12 00:061 comentário

Essa é pra quem gosta de documentários sobre música - e também pra mostrar pros chatos que ainda dizem que a música eletrônica que você gosta é barulho: o "Channel 4", canal de TV britânico, produziu um programa intitulado "How Clubbing Changed The World". Ao longo de quase uma hora e quarenta o ator e diretor (e também DJ) Idris Elba enumera 40 momentos marcantes na trajetória da EDM (um deles, inclusive, referente a esta não tão consensual denominação), e como alguns deles influenciaram decisivamente o mundo que vivemos hoje.

 

A sardinha é excessivamente puxada pra Inglaterra, mas isto não chega a prejudicar o resultado final do trabalho e também não deixa de ser justo que seja assim, dada a descomunal contribuição do Reino Unido pro gênero. A grande quantidade de informações exploradas parece pecar por uma falta de maior unidade, e explicações um pouco mais detalhadas seriam bem-vindas também. Entretanto, nada disso tira o brilho do registro ou diminui a quantidade de momentos emocionantes - sem falar, é claro, na trilha sonora. O programa está disponível na íntegra no YouTube (sem legendas):

 

 


Agradecimentos à Andrea Greca pela dica!

João Anzolin
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O fim da máfia?
24.06.12 02:07Deixe seu comentário

 

Em uma sucinta mensagem em seu site oficial, Steve Angello, Sebastian Ingrosso e Axwell, que juntos atendem pelo nome de Swedish House Mafia, anunciaram que a turnê na qual estão ingressando será a última do grupo.

 

A falta de mais informações como a motivação do anúncio, ou se é uma ruptura definitiva e que também significará o fim das produções assinadas pelo trio, gerou uma série de boatos nas mídias sociais e em alguns blogs especulando que o clima entre os DJs e produtores teria azedado. Por outro lado, muitos questionam se o anúncio não é apenas uma estratégia de marketing já mirando um retorno triunfal em breve (o que geraria ainda mais polêmica, e consequentemente, exposição e retorno).

 

Enquanto não se tem notícia de nenhuma declaração adicional por parte de Steve, Sebastian e Axwell (o que deve ocorrer nas próximas semanas), a boataria em torno do tema deve aumentar. As incontáveis discussões, confusões e até mesmo algumas baixarias protagonizadas pelos artistas nos últimos anos provavelmente serão um poderoso combustível para alimentar as discussões entre os fãs e aqueles que não simpatizam com a "máfia sueca".

 

 

 

Agradecimento a Cláudio da Rocha Miranda Filho

João Anzolin
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O que Ibiza (ainda) tem a dizer
05.06.12 21:491 comentário

No fim de Maio Ibiza recebeu a quinta edição da IMS - International Music Summit. A proposta da conferência é ser o "equivalente ao TED da música eletrônica", reunindo nomes de diversas frentes da indústria musical para palestras, debates e mesas de discussão. Durante quatro dias foi possível ver e ouvir representantes de gigantes como YouTube, Twitter, EMI, assim como gigantes por si como Giorgio Moroder, Nile Rodgers e Carl Cox.

 

 

No video acima é possível conferir um resumo de todo o evento, e no canal oficial da IMS no YouTube estão disponíveis muitas das palestars na íntegra. Vale (muito) a pena ver a bem-humorada e impressionante história de Nile Rodgers sobre o começo da sua carreira e detalhes de bastidores daquele que foi um momento crucial para a então embrionária disco music.

 

Algumas conclusões rápidas dos quatro dias de evento (e também das "openings", festas de abertura da temporada de verão na ilha) você confere abaixo. Porque sim, Ibiza pode não ser a mesma, mas ainda é o ponto nevrálgico onde a Europa se encontra ao redor da música eletrônica - e isto provavelmente não vai mudar nunca.

 

1) Pode se acostumar com a designação EDM (abreviação para Electronic Dance Music): é esse o nome atribuído hoje a dance music ou música eletrônica;

 

2) A redescoberta da música eletrônica (ok, da EDM) pelos norte-americanos é a maior revolução do gênero desde a sua própria concepção: novos artistas, novos estilos, novas formas de comunicação, e principalmente, um novo público (tratado mais como um mercado consumidor). A princípio tudo isto é muito bem visto, mas não há dúvidas de que o processo de transformação significa quebrar paradigmas - e com isto, conceitos, ideias e consequentente, hábitos antigos. A nova geração apaixonada por EDM é muito diferente daquela que fez as coisas até aqui: não precisa necessariamente frequentar clubes para adorar seus artistas (o YouTube faz esta função) e não tem o menor interesse em saber sobre Kraftwerk, Detroit ou qualquer coisa pré-Skrillex ou Deadmau5...

 

3)  Os festivais não vão parar de crescer (no mundo inteiro). As explicações são várias, mas a mais convincente é a de que a "experiência" de um evento de grande porte é cada vez mais atraente para o público do que aquela semanal e rotineira de ir a clubes e bares. James Barton, fundador do Cream e do festival Creamfields, falou sobre a venda da marca para a gigante Live Nation (grupo que controla mais de 100 espaços de shows e eventos ao redor do mundo e que surgiu de uma fusão envolvendo a Ticketmaster). O britânico segue como CEO da marca, e a previsão é que nos próximos anos o Creamfields multiplique em muitas vezes sua atuação, principalmente nas Américas;

 

4) Palavras de Nile Rodgers: "a inveja é o maior motor da música". O raciocínio sincero do lendário cabeça da banda Chic é certeiro: músicos são movidos em boa parte pela inveja que sentem do trabalho de outros músicos, e isto não deve ser motivo de vergonha. Esta "inveja saudável" é o maior combustível que os leva a criar mais e melhor;

 

5) Nile Rodgers e Giorgio Moroder confirmaram, sem maiores detalhes, que estão trabalhando no novo álbum do Daft Punk;

 

6) Os mercados emergentes também o são no assunto entretenimento: India, Mexico e Brasil são alguns dos países na mira de marcas globais e temas recorrentes de discussões em torno de potenciais e oportunidades;

 

7) É unanimidade ouvir que o Dubstep (ou o pós-Dubstep) é a grande "tendência" nos últimos anos. Mas o gênero definitivamente não casa com a atmosfera baleárica (assim como não pegou no Brasil ainda) e são raras as noites dedicadas ao estilo na ilha. No entanto, o rock parece cada vez mais presente e flertando com os DJs: seja no line-up do (super inglês) clube Ibiza Rocks ou de festivais como o Ibiza123, que irá apresentar uma curiosa união entre Luciano e Lenny Kravitz no palco.

 

8) A Prefeitura de Ibiza participou da conferência e anunciou a proposta de construiur um museu dedicado à história musical da ilha. Alô "autoridades" brasileiras, vamos tomar a ideia como exemplo e valorizar música eletrônica como expressão cultural de vez?

 

9) "Party Non Stop", de Pirupa, foi o hit absoluto das openings (abaixo Loco Dice tocando a faixa no festival Time Warp). E anote este nome: Apollonia, novo projeto formado por Shonky, Dan Ghenacia e Dyed Soundorom. É provável que você ainda escute falar bastante nele nos próximos meses...

 

 

 

João Anzolin
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Sónar São Paulo
13.05.12 23:36Deixe seu comentário

Depois de 60 dias de folga, o Musicness retoma atividades ainda no clima de ressaca pós Sónar São Paulo - e é exatamente o festival o objeto deste post.

 

Não há muito que se falar sobre o Sónar espanhol: o festival teve sua primeira edição em Barcelona em 1994 e em pouco tempo se tornou uma espécie de referência em inovação musical. O foco do evento são as novidades - ele se auto intitula como um festival de "música avançada" - e a curadoria dá atenção especial para a música eletrônica; ainda que nos últimos anos atrações de forte apelo popular sejam cada vez mais recorrentes.

 

Fora da Catalunha a vida do Sónar parece mais complicada (especialmente na América do Sul): em 2004 o SónarSound São Paulo e em 2006 o Sónar Buenos Aires foram bem recebidos pelo público mas não tiveram continuidade. Tóquio, no entanto, recebe desde 2008 edições anuais do SónarSound, uma plataforma na mesma linha artística, mas em formato menor.

 

No fim do ano passado foi anunciado que o festival catalão tentaria mais uma investida no Brasil, desta vez através da Dream Factory (mesma produtora do Rock In Rio). A nova tentativa parecia ousada: dois dias de evento e a ideia de fazer "o maior Sónar fora de Barcelona", nas palavras da organização. Divulgado o line-up, o cancelamento quase que de véspera de Bjork foi compensado com o anúncio do Kraftwerk.

 

 

Como foi: erros e acertos

 

A estrutura montada no Anhembi para as duas noites foi bem organizada e não teve maiores problemas de acessos, filas ou tumultos. Bares e banheiros estavam bem posicionados, mas a circulação entre as duas principais pistas era confusa.

 

Como todo grande festival que se preze, o Sónar São Paulo 2012 teve o "problema" de atrações que se apresentavam no mesmo horário em palcos distintos. No entanto, escalar nomes como Austra, John Talabot e Little Dragon para tocar no auditório chamado Sonar Hall foi cruel com o público - e mais ainda, com os artistas: limitou apresentações que ficaram deslocadas em um ambiente muito formal. A tentativa de incluir as atrações típicas do Sónar Dia barcelonês como exibições de cinema também não pareceu uma boa ideia (quem vai a um festival de música com tantos artistas internacionais dificilmente irá assitir filmes na madrugada).

 

Na parte artística, é impossível (e seria chato) fazer uma review detalhada de todos os shows (principalmente considerando os conflitos de horários), portanto me limito a fazer um relato muito pessoal e somente sobre o que vi ou inteiro ou quase tudo (e que, nesta condição, obviamente depende de fatores exclusivamente pessoais). Não vi na "íntegra", mas o que pude checar do Four Tet foi excelente!

 

 

Sexta-feira, 11/05:


James Blake (DJ set): Difícil avaliar Blake tocando como DJ para pouquíssima gente em um pavilhão imenso e com a expectativa maior girando em torno de seu show. Ainda assim não pareceu a melhor opção de horário nem de local, já que a linha "Dubstep de leve" não funcionou como warm-up pro Kraftwerk.

 

Kraftwerk (foto acima): os alemães entraram no palco e se depararam com uma multidão de óculos 3D a postos. A experiência em 3D é só um detalhe (ou uma desculpa) pra admirar ainda mais os caras: o Kraftwerk atual só tem um dos integrantes originais, mas estar há quatro décadas nos palcos e com disposição e competência pra apresentar novidade são, por si só, louváveis. O quarteto entregou um showzaço, emocionante pra quem é fã e surpreendente pra quem não é!

 

Chromeo: fez um show relativamente curto e cheio do bom-humor característico da dupla. O formato "banda pra pista" pode estar longe de ser unanimidade, mas a verdade é que não é preciso conhecer uma música deles pra sair dançando e se divertindo. Tipo de atração que funciona sem apelar, e na noite de sexta foi o grande destaque junto com o Kraftwerk!

 

 

Sábado, 12/05:


Alva Noto & Ryuichi Sakamoto: um "clássico" do Sónar (presente em várias edições do festival) caiu perfeitamente no auditório do Anhembi. Piano e música eletrônica com imagens sincronizadas emocionaram quem estava na platéia. Musicalidade intensa pra ser apreciada com calma.

 

Flying Lotus: cheio de influências do Dubstep e do Hip-Hop, o norte-americano chegou a se desculpar (ironicamente) no microfone por estar fazendo um show muito "pesado". Sobrou energia na apresentação que teve de tudo um pouco. O público delirou na homenagem aos Beastie Boys com um trecho de "Intergalactic", e sucessos antigos como "Tea Leaf Dancers" foram intercalados com faixas do próximo álbum - que ao que parece, deve ter muito Dubstep.

 

James Blake Live (foto): sério candidato a unanimidade do festival. Um auditório quase lotado conferiu uma vigorosa (e nada melancólica, como poderia ser) apresentação de Blake. "Limit To Your Love" próxima do fim e "The Wilhelm Scream" no encerramento, executadas com perfeição, valeram o ingresso do Sónar pra muita gente.

 

Seth Troxler: tocando com vinis, o DJ não precisou apelar pra hit algum pra segurar a pista cheia e empolgada. Pena que obrigaram o artista a encerrar às 03:30, e Seth fechou o set com um edit próprio pra ótima "Champagne Coast", do Blood Orange.

 

A organização do evento ainda não havia divulgado o público oficial do evento até o fim de domingo.


Fotos: Maurício Santana, Daniel Vorley e Robson Bento

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RMC 2012
08.02.12 19:11Deixe seu comentário

 

Há bem pouco tempo atrás seria inimaginável que o Rio de Janeiro fosse sede de um evento que, em pleno Carnaval, reunisse aproximadamente 70 DJs em três dias de festa e centenas de pessoas ao redor de mesas de discussão e workshops voltados à música eletrônica e a crescente indústria que a cerca.

 

Sinal do extraordinário momento que a música das pistas atravessa e principalmente, um feito que coube à organização do Rio Music Conference. Desde o ano de sua primeira edição, 2009, até hoje, a RMC - como é popularmente conhecida - cresceu muito a cada ano foi ao mesmo tempo oferecendo um espaço rico para a discussão e o debate em torno das questões ligadas à música e ganhando um espaço de destaque dentre os envolvidos neste cenário.

 

Em 2011 a novidade foi a realização de uma série de eventos pelo Brasil, e o sucesso foi tamanho que a edição oficial de 2012, no Rio, ganhou proporções gigantescas. Serão 11 dias no total, com eventos durante manhã, tarde e noite acontecendo na Marina da Glória.

 

Confira abaixo detalhes da intensa programação, que inclui debates com entrada gratuita durante o dia e opções para todos os gostos durante a noite. Mais informações no site oficial do evento: www.riomusicconference.com.br

 

CONFERÊNCIAS

 

 

 

 

FESTAS:

 

Datas e Atrações

Sexta-feira – 17 de fevereiro

Palco Copacabana: Klauss Goulart, Sunnery James & Ryan Marciano e Armin Van Buuren

Palco Ipanema: Brunno Mello, Junior C, Guy Gerber e Ellen Allien

Sábado – 18 de fevereiro

Palco Copacabana: Mary Olivetti, Memê, Chuckie e Ask 2 Quit

Palco Ipanema: | Apresentado por Hot Natured | Dubshape, Jamie Jones, Lee Foss e Flow & Zeo

Domingo – 19 de fevereiro

Palco Copacabana: | Apresentado por DUO | André Garça, Dri Toscano, Rafael Calvente, Roger Sanchez, Juanjo Martin e Nalaya (volcal live)

Palco Ipanema: | Apresentado por D-Edge | Dri.K, Nepal, Soul Clap, D.O.P. live, Renato Ratier e Diogo Aciolly

Segunda-feira – 20 de fevereiro

Palco Copacabana: Rodrigo Ferrari, Gui Boratto, Life is a Loop e Fedde Le Grand

Palco Ipanema: | Apresentado por Carioca Funk Clube | DJ Nino, Eletricus, Power Trio (Sany Pitbull + Liminha + Dughettu), DJ Revolution e Zegon

Terça-feira – 21 de fevereiro

Palco Copacabana: Johnny Glövez, Marcelo Cic, AN21 e Steve Angello

Palco Ipanema: | Apresentado por Warung | Leo Janeiro, Daniel Kuhnen, Solomun e Âme

Sexta-feira – 24 de fevereiro

Palco Copacabana: André Marques, Rodrigo Vieira, Kaskade e Roger Lyra

Palco Ipanema: Matera, Ricardo Estrella, The Twelves, DJ Hell e Mau Mau

Sábado – 25 de fevereiro

Palco Copacabana | Apresentado por House Mag | Carol Legally, Dexterz, Carlo Dall´Anese, Pete Tha Zouk e Felguk

Palco Ipanema: | Apresentado por Madureira Disco Club | Brazilian Wax (Pedro Piu + Krishna Gomes), Gustavo MM, Corello, Tahira e DJ Hum


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RMC ganha edições no Sul do Brasil
17.11.11 19:03Deixe seu comentário

rmc

O Rio Music Conference, evento que concentra exposições, workshops, debates e encontros focados na música eletrônica e no mercado do entretenimento noturno nacional, ganhará duas edições no Sul do Brasil em 2011. As cidades de Florianópolis e Porto Alegre foram as escolhidas para sediar os eventos.

No dia 18 de novembro a capital gaúcha recebe a sua edição do RMC. Personagens atuantes na cena eletrônica nacional e local como os DJs Fabrício Peçanha, Juan Rodrigues, André Sarate e Renato Ratier se somarão à jornalista Rani Vargas, ao empresário Roberto Huwwari e e ao fotógrafo Otávio Conci para debates e conversas sobre os rumos do cenário riograndense. O clube 688 sedia o evento. Já no dia 2 de dezembro é a vez de Florianópolis receber a conferência. Com foco em debates sobre Santa Catarina e o Paraná, a edição catarinense terá dois espaços para workshops e um para debates e será realizada no Hotel Majestic. Empresários do ramo noturno como Gustavo Conti, Ricardo Flores e Sandro Horta, além de artistas como Rodrigo Paciornik e Leozinho são alguns dos confirmados. Em pauta, o fortalecimento do mercado do entretenimento no litoral de Santa Catarina e as novidades no setor.

Sobre o RMC

Maior encontro sobre música eletrônica e entretenimento do Hemisfério Sul, o Rio Music Conference é um ambiente para fechamento de negócios, networking entre executivos do mercado, artistas e fãs, difusão de informações e, claro, palco de apresentação para os maiores nomes da música eletrônica mundial. Um pólo de convergência do mercado que coloca o Brasil no mapa mundial dos negócios de música e entretenimento, apresentando o país a players internacionais.

Criado em 2009 para agregar produtos e informações de um mercado que se encontrava então fragmentado e disperso, mas que já batia mais de 3 bilhões de dólares por ano, em 2011, o RMC reuniu 25 mil pessoas na sua edição principal no Rio de Janeiro, movimentando R$ 20 milhões em negócios.

Programação oficial dos dois eventos


RMC Porto Alegre
Data: 18/11
Local: Club 688 - Av Siqueira Campos, 688, Porto Alegre
Horário: a partir das 15:00hs
Convidados: Fabricio, Juan, Rani, Otavio, Roberto Huwwari e André Sarate

Q&A: Renato Ratier
Mediador: João Anzolin


RMC Florianópolis

Data: 02/12
Local: Hotel Majestic - Av Jornalista Rubens de Arruda Ramos, 2746, Florianópolis
Horário: a partir das 11:00hs

Q&A: Life Is a Loop
Convidados: Gustavo Conti, Ricardo Flores, Jejê, Sandro Horta, Edo Krause
Workshop: Pioneer, Marco Meirelles e Rodrigo Paciornick

Mediador: João Anzolin

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Creamfields Brasil 2012
06.11.11 18:55Deixe seu comentário

Depois do sucesso da edição de janeiro de 2011, o Creamfields confirmou as atrações que irão se apresentar na segunda edição do festival  em Florianópolis no dia 21 de janeiro de 2012. Ao que parece, a fórmula adotada no ano passado foi aprovada e será repetida: um palco principal com nomes mais populares divide a atenção do público com uma tenda com atrações consideradas menos comerciais.

 

Ainda não há divisão de artistas por espaços, mas observando os 16 nomes anunciados pela organização não é difícil imaginar onde cada atração se apresentará:

 

- Fatboy Slim

- Paul Van Dyk

- Tiefshwarz

- Ellen Alien

- Jamie Jones

- Layo & Bushwacka

- Reboot

- Nervo

- Life Is A Loop

- Ask 2 Quit

- Kings Of Swingers

- Cromoaudio

- Southman

- Rafael Yapudjian

- Friendship

- Spavieri

 

Mais informações, no site oficial do evento: www.creamfields.com.br

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Prodigy em Curitiba
25.10.11 02:221 comentário

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O clube Vibe, de Curitiba, completa 10 anos em 2011. Ele abriu como uma espécie de sequência ao fechamento da Rave e do Legends, que foram os clubes pioneiros a popularizar a música eletrônica na cidade. Depois de uma reforma que fez com que a casa noturna ficasse fechada por mais de um ano, em 2010 ele reabriu e desde então vem apresentando uma das melhores agendas do país. Hernan Cattaneo, Layo & Bushwacka, John Digweed, Green Velvet, dOP, Trentemoller, Marc Romboy, DJ T, Guillaume & The Coutu Dumonts foram alguns dos artistas que passaram pela casa em uma década de funcionamento.

 

A comemoração do aniversário de 10 anos vai ser com uma atração inédita no Sul do país: a banda inglesa The Prodigy. O grupo comandado por Liam Howlett toca no dia 9 de dezembro, no Expo Trade. Os ingressos já estão à venda e em breve será anunciado o line-up completo do evento!

 

Mais infos: http://www.vibe10anos.com.br/

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