Curitiba, a exemplo de muitos lugares, não é uma cidade na qual o público noturno está acostumado a sair para dançar em "festas-label". Um dos poucos projetos que deram certo e acabaram se tornando um hit foi justamente uma noite com repertório baseado estritamente em músicas da (ex?) rainha do pop, Madonna. 4 anos, 40 edições (com extensões em Londrina e Maringá) e alguns clubes depois, Pedrô Grego (promoter e DJ da festa) realiza a última edição da Strike A Pose.
Conversamos com ele pra saber mais sobre o que aconteceu após vários anos de sucesso de público, principalmente entre a nova geração que está saindo na noite curitibana.
Musicness - Por que você decidiu terminar a Strike a Pose?
Pedrô Grego: Principalmente pelo cansaço, depois de 4 anos fazendo a festa eu to me sentindo exausto, Preciso dar um tempo... e também porque chegou a hora, é sempre bom terminar as coisas enquanto ainda estão boas.
Musicness - Quando vocês (o staff é grande entre DJs, divulgadores e doors) começaram a festa , havia toda essa expectativa dela se tornar um hit como acabou acontecendo?
PG: Não, era uma brincadeira sem pretensões financeiras ou profissionais, mas depois da 8ª edição percebemos que estávamos com uma coisa enorme nas mãos e decidimos ir em frente.
Musicness - Qual foi a melhor edição na sua opinião?
PG: Não tenho uma favorita, eu gosto de separar a festa por fases, por isso o nome da última é G4ME OVER, eu gosto muito das duas primeiras fases, VU e Nico, pois ainda não era tão grande a me divertia sem muitas preocupações, e da fase da GAAS, que foi quando tive oportunidade de usar toda a criatividade possível, o que gerou as festas mais cheias e com o visual mais incrível que fizemos.
Musicness - Apesar do cansaço causado pela Strike A Pose você tem levado outros projetos em frente...
PG: Eu tenho a PLA$TIC, que é uma festa pequena que faço com dois amigos, mas não sei que rumo a festa vai ter, pois eu pretendo ficar um tempo sendo apenas cliente da noite de Curitiba.
Musicness - Tem planos em outras áreas?
PG: Estou trabalhando com fotografia em casamentos.
Musicness - O que você teria a dizer aos detratores da festa que dizem que foi um sucesso porque era baseado no repertório da Madonna?
PG: Na verdade nunca ouvi críticas assim, e se uma festa fosse sucesso só por ser baseada em tal repertório, todas as festas que começaram em Curitiba, teriam o mesmo impacto no público alvo, como a Strike teve. A festa fez muito sucesso pois eu vivia pra ela.
Musicness - E ela acabou gerando vários clones...
PG: Foram alguns mas não é simplesmente enfiar a foto de uma cantora no flyer, a festa tem que ter um conceito, um porquê.
Musicness - Explica um pouco mais.
PG: Cada festa, a gente pensava no tema, normamente um clipe da Madonna, e a partir do tema escolhido, a gente pesquisava quais eram as referências da Madonna na hora de fazer aquilo, e todo o visual e conceito da festa era criado em cima disso, claro que não podíamos mudar o repertório, mas sempre tentávamos levar algo diferente e que fosse dentro do tema.
Musicness - O mais curioso disso é que os DJs eram os mesmos, não precisava de convidados, é isso?
PG: Não, sempre foi a mesma panelinha. O Manolo é quem tocava as novidades, o set dele sempre foi o de aquecimento. Daí os DJs que tocavam Madonna que eu queria que soubessem até as músicas da banda dela antes da fama, senão eu não deixava tocar, pois não conhecia o suficiente.
Musicness - Rolava então um "exame de seleção" sobre a Madonna pra tocar na festa?
PG: É, na verdade como todos sempre foram amigos, todo mundo conhecia mas quando alguém queria tocar na festa essa era a pergunta pra ver se (o DJ) tinha potencial.
Musicness - As músicas das bandas anteriores dela... parece ser um conhecimento nível faixa preta sobre a Madonna, não?
PG: É bem difícil alguém conhecer, tem umas demos legais do primeiro álbum,
mas não é algo que dê pra tocar, até porque é super indie.
Musicness - E qual é, na sua opinião, uma música que podia ser um hit dela e não foi.
PG: Tem uma do Music, Impressive Instant, mas a gravadora não quis lançar.
Musicness - E quais foram as prediletas do público nesses 4 anos de festa?
PG: Hung Up, música que deu origem a festa, Vogue, que deu o nome da festa, Like a Prayer e Give It 2 Me. Vai ter uma brincadeira na abertura da festa com as duas primeiras. Essas são as duas que o público mais grita e dança quando tocam.
Site: strikeapose.com.br
No último post o Raul Aguilera deu a letra sobre documentários históricos interessantes que ganharam legendas no YouTube. Mas um outro tipo de filme envolvendo DJs e produtores tem feito bastante sucesso ultimamente: "semi" documentários que mostram turnês e eventos recentes de artistas em atividades.
Luciano lançou em 2009 "La Ruta Del Sol", vídeo de quase uma hora que mostra a turnê sul-americana feita um ano antes pelo DJ e produtor. No último Festival de Veneza foi a vez de Ricardo Villalobos fazer a premiere de "Villalobos", gravado entre 2006 e 2008 e mostrando longas entrevistas e algumas apresentações de Ricardo.
Agora quem lança o seu é Richie Hawtin e seu selo Minus. Making Contakt é um documentário comemorativo aos 10 anos do selo, e em 90 minutos mostra bastidores e apresentações do DJ em cidades como Detroit, Tokio e Buenos Aires.
Como não há previsão de lançamento oficial dos vídeos no país, o jeito é recorrer a contatos com amigos que estejam fora do Brasil ou sites para ter acesso aos filmes.
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Já falamos sobre os docs Maestro (história dos DJs e clubs da era da disco em NY) e Synth Britannia (a história das primeiras e mais influentes bandas de synthpop no Reino Unido) aqui no blog e no Rraurl. Nesta semana descobri que ambos receberam versões legendadas em espanhol. Não é exatamente o ideal para falantes do português, mas melhora consideravelmente a compreensão de ambos. Para fãs de todos os estilos de música.
Já faz algum tempo que a Augusta virou referencial certo de agitos na noite de SP, e não só pelos inúmeros clubes e bares que abriram por lá de alguns anos pra cá, mas a rua em sí acabou se transformando numa passarela e ponto de encontro dos notívagos. Um desses lugares com maior movimentação tem sido na altura do número 822, mais exatamente no Bar do Netão, onde todos os sábados acontece a festa Posh.
Autodenominados como "a primeira balada pública do Brasil" eles não cobram entrada nem consumação: é chegar, entrar e se jogar na animada pistinha nos fundos do bar. Com sistema de som bom e clima pra lá de animado, o festerê é promovido por Tiago Santos com a ajuda de mais 3 DJs residentes: Gil Riquerme, Neto Niggaz e Gizeye Lashes. Sempre acrescidos de mais DJs convidados a festa começa às 11 da noite nunca termina antes dos primeiros raios de sol aparecerem.O som é aquela mistura que vai do batidão da house mais nervosa se encontrando com referências hip hop aqui, pop acolá, electro-rock que vira em disco music safada.
Eu mesmo pude comprovar o clima de encontro de gente conhecida, figuras da noite paulistana na semana passada quando passei pelos decks da Posh. E como a festa é de aniversário ano neste sábado, se você estiver de bobeira em São Paulo não deixe de ir. Serão 2 pistas desta vez com muitos convidados tocando entre os quais o pessoal do clã B. Luxo, do Deep Beep (Jef Martins e Lisias Paiva) e DJ Atum.
Simpáticos né? Então acredita!
Mais infos da festa no Facebook da Posh
Espantado ficava a sua avó. Pegando carona no post de Cláudia Assef no Todo DJ Já Sambou, quero falar de um assunto muito mais profundo que está rolando embaixo dos nossos narizes e que ainda muuuuuita gente não se deu conta. Pra variar, estamos aqui indignados com mais uma cena da banalização do papel do DJ, depois das festas movidas a toda sorte de novas e antigas "celebridades" do primeiro ao quinto escalão. Depois do papelão de Cruz-Credo-Jesus trabalhando de G.O. (Gentil Organizador, vide Club Mediterraneé) das multidões em festas país afora, sob as bençãos de Creyçonna, digo, Madonna (valeu Katy!).
Rebobina a fita aí, ops, isso é coisa de velho, dá um F5 em direção aos anos 80. Ok, isso é uma contradição, mas você entendeu. Vamos repassar rapidamente quais foram os principais movimentos musicais encampados pela grande mídia no Brasa: estouro do AXÉ/LAMBADA (metade dos anos 80), entra PAGODE (e suas indefectíveis coreôs), chegou a vez do SERTANEJO (trilha do governo Collor), AXÉ de novo, agora é a vez do FUNK CARIOCA, AXÉ retorna ao topo e depois volta pro SERTANEJO atual. Pronto. Descreví 30 anos de música de massa nessa maravilha tropical chamada Brasil. Lembrou?
Beleza. Só me dei conta disso depois que um belo dia estava ouvindo muito ao acaso na rádio CBN uma entrevista com Léo Jaime no qual ele dizia algo como "o último grande movimeno cultural da classe média no Brasil foi o Rock Nacional". Claro, a Blitz em 1982, redemocratização e o Barão Vermelho cantando Pro Dia Nascer Feliz no primeiro Rock In Rio. E, claro, o Léo Jaime no meio de toda essa turma. É. Comparado com o que veio depois acho que ele tem razão.
Se você caro leitor parar pra analisar com paciência essa velharia toda que eu acabei de descrever, TUDO o que a grande mídia precisa ou faz é pela audiência. Pra vender mais anúncios, lógico. Então, onde está o filão encantado de público dos anos 1980 pra cá? Nas classes D e E, que foram as que mais ascenderam "como nunca antes nesse país". E foram felizes e barulhentos pra classe C. Agora pode comprar TV-com-home-theater em 24 meses? Pooooode! Pode comprar "Ipobre" em 10 parceeelas? Pooode! Quer pagar quanto?
E chegamos aos DJs-celebridades no Faustão. A DJ-de-5-minutos só dá play e agita os braços numa trilha suuuuuuper legal em que cabe até Fuscão Preto e outras gemas do cancioneiro popular remixadas e mixadas umas às outras. Duvido que a atriz Mariana Rios ouça isso em casa (ok, posso estar errado). Assistindo a isso tudo só me dá vergonha alheia e a constatação que programa voltado para as massas nunca vai passar disso mesmo. Ah é, tem o DJ no meio disso tudo... Ah, chama qualquer mané artista aí pra micar de DJ com uma trilha bem "povão", afinal este é um programa voltado pra nova classe C. Ou você acha que eles estão interessados no último do Gorillaz?
Boa a trilha né? (NOT)
Já faz um tempo que o blog não publica reviews; talvez pelo ano de 2009 ter sido relativamente monótono em eventos marcantes que o blog tenha acompanhado - ou pelo menos entre Santa Catarina e Paraná. Veio 2010 e a expectativa habitual em torno do verão foi um pouco frustrada, não fossem ótimos sets como os que Michael Mayer e Solomun fizeram, ambos no Warung, no mês de janeiro.
A agenda do carnaval no litoral catarinense também não parecia empolgar muito já que repetiu muitos nomes, mas a chance de ver o "suíço/chileno" Luciano fechando o Carnaval no Warung era tentadora. Luciano é um caso raro. O DJ sul-americano deixou seu país em busca de sucesso na Europa e se deu bem: mudou-se com esposa e filho para a Suíça, onde viu sua carreira explodir nos últimos 3 anos.
Não era a primeira vez do DJ no Warung (em 2007 ele já havia se apresentado no clube numa turnê do Circo Loco), mas a expectativa era muito maior, já que antes ele era quase desconhecido por aqui e começava a fazer sucesso lá fora.
Luciano começou a tocar perto das três e meia da manhã para uma pista que não estava lotada. A primeira hora do set foi relativamente morna, como que uma seqüencia do warm-up de Aninha. Mas à medida que o tempo ia passando, DJ e público iam, juntos, criando uma atmosfera de proximidade rara de se presenciar numa noite. Muito à vontade, o suíço ia alternando breaks longos com suas tradicionais acappelas (não necessariamente latinas) à medida que ia subindo o ritmo do set.
Quando amanheceu já se ouvia um set quase que pesado; o fato do próprio Luciano ser quem mais parecia se divertir transformou o clube. Ele praticamente deslizava pelo palco, tocando, dançando, sorrindo, conversando e brincando com o público. Também era curioso ver tantos DJs na pista: Phonique, Kanio (que tocou um dia antes no Some Festival), Rowan Blades, Paulinho Boghosian, Ale Reis e Daniel Kuhnen eram algums dos que conferiam o set.
Não faltaram hits tradicionais dos sets do DJ como sua versão para "Never Leave You", de Lumidee, ou "For Disco Only", faixa que carrega vocais de Mercedes Sosa. Uma ou outra track mais percussiva e alguns vocais latinos foram bem dosados a ponto de não soarem forçados. House quase que em todas as suas vertentes, techno, tech-house, clássicas como "Good Life", faixas ainda não lançadas: Luciano tocou um pouco de tudo durante quase 8 horas de um set extremamente bem construído, mas sobretudo extremamente divertido.
Passava das 10hrs da manhã de quarta-feira de cinzas quando o DJ encerrou seu set, sendo jogado para o alto por quem o cercava na cabine. É uma tarefa difícil tentar colocar em palavras como foi o set de Luciano sem parecer infantil ou piegas; na realidade talvez seja difícil simplesmente tentar explicar.
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Além das atrações de fora do que é considerado "mainstream", o .::musicness::. também preparou um guia do circuito "principal" de eventos que irão acontecer em Santa Catarina durante o carnaval. Eventos que fazem do eixo Balneário Camboriú-Florianópolis o maior centro de eventos de música eletrônica do país nesta época do ano. Uma SC Music Conference cairia bem por sinal...
A grande aposta do blog fica por conta da apresentação de Luciano (foto) no Warung. Porque é a última noite de carnaval (um clássico do clube), e sobretudo porque Luciano vive um momento único na sua carreira. Não é sempre que recebemos DJs no exato momento em que eles estão no seu auge e este momento ecoa em pistas ao redor do mundo, e é exatamente o que parece estar acontecendo no caso de Luciano. Outra opção bastante promissora é o festival Some, que acontece na Green Valley e tem um leque variadíssimo de DJs. Bob Sinclair e Loco Dice no mesmo evento sintetizam bem o tamanho da "miscelânea" da proposta; o resultado disso só mesmo depois de conferir a festa.
Além destes dois eventos, o Warung terá Life is a Loop e Sharam, e a Green Valley Erick Morillo, Steve Angello, Armin Van Buuren e Kaskade . O recém inaugurado Blue Coast traz Ned Shepard, Nadia Ali e Seb Fontaine. Na sexta-feira, dia 12, o núcleo E-Drinks promove festa no Parque das Águas (Porto Belo) com Mau Mau, Aninha, San Schwartz e Eduardo M.
As day-parties seguem fortes, e tanto o Parador de Balneário Camboriú como o P12 de Florianópolis têm calendário. Na Pacha de Florianópolis Hernan Cattaneo é o destaque.
Abaixo segue uma lista resumida dos eventos, sempre lembrando que eventuais alterações são de responsabilidade dos clubes:
Green Valley (Balneário Camboriú)
www.greenvalley.art.br
12/02 Erick Morillo
13/02 Armin Van Buuren
14/02 Steve Angello
15/02 SOME Festival (Loco Dice, Sander Van Doorn, Boris Brejcha, Bob Sinclair, Jerome Isma Ae, Ticon)
16/02 Kaskade
Warung (Itajaí)
www.warungclub.com.br
13/02 Life is a Loop
14/02 Sharam
16/02 Luciano
Blue Coast (Balneário Camboriú)
15/02 Ned Shepard, Seb Fontaine e Nadia Ali
Parador Estaleiro (Balneário Camboriú)
www.paradorestaleirohotel.com.br
13/02 Oliver, Daniel Rosenmann
14/02 Carlos Dall´anese
15/02 Diamond
16/02 Life is a Loop
Pacha (Florianópolis)
13/02 Kaskade
15/02 Hernan Cattaneo
16/02 Erick Morillo, Steve Angello e Moony
P12 (Florianópolis)
13/02 Day Party
14/02 Day Party com Life is a Loop
15/02 Day Party com Sax´n House, André Maran e Henrique Fernandes
16/02 Day Party com Gui Boratto
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Ok, você já sabe que tem festas de pencas nos superclubes de Balneário Camboriú e Florianópolis, e é pra lá que muita gente do Brasil inteiro costuma passar a Festa do Rei Momo. Mas este ano Curitiba não morre no feriadão e temos várias dicas de festas legais, em clubes ou bares menores, inclusive no litoral catarinense. Prepare os pés, energize-se e bom carnaval underground!
Curitiba
Na quinta (11/02) o James Bar já se anima com a James Sessions e recebe Copacabana Club, Colorphonic e Denis Pedroso no som.
Na sexta (12/02) o Blues Velvet tem sua noite rocker semanal Rock' in Beats com Manolo Neto, Judy Sky, André Ferragut, Paulinha Mataninha e Mairon C. Enquanto isso no James tem a festa Alta Fidelidade com Alexandre e Claudinha.
Sábado (13/02) a noite gay deve ser a mais animada pois abrem os clubes Black Box e Cats com muita bateção de cabelo. A Cats, aliás, tem programação especial no Carnaval e deve abrir de sexta a domingo. No Blues Velvet rola a noite semanal Blues Xplosion com Space Ghost, Manolo Neto, André Ferragut, B. Tupiassú e Giovanni no som. O James tem na POP Line sua típica mistura de rock e eletrônico tocada por Luli Frank e Hermes.
E domingo (14/02) o Wonka recebe a fashionista festa TUDO! com Renan Mendes, Bogus, Alec Ventura e Ale Carninal.
Pra fechar tudo, na segunda (15/02) o James nao deve deixar serpentina sobre confete na Batalha de Ipod onde 8 equipes concorrem. Quer participar? Olha lá no blog deles.
*Atualização: Um dos poucos festivais a reunir bandas de psychobilly no Brasil, o Psycho Carnival, indo para a 11a edição neste ano. já é uma tradição nos dias de Carnaval em Curitiba. Os eventos que envolvem o PC começam na sexta (12/02) e se estendem até terça (16/02).
Balneário Camboriú / Itajaí / Porto Belo
Sexta (12/02) o Porto das Águas em Porto Belo tem a maior edição da techneira festa E-drink's com Mau Mau, San Schwarz, Aninha, Eduardo M. e Raini Rocha.
E se você estiver na região na segunda (15/02) vale uma conferida nos sets de Loco Dice e Seth Troxler no Some Festival no Green Valley e na terça (16/02) Luciano deve cozinhar pés e neurônios no Warung.
Sexta (12/02) o povo da festa Devassa é responsável pela absurda Rave Metal que tem uma legião de DJs se revezando no som. Bagunça garantida ou seu dinheiro de volta...
Domingo (13/02) no Jivago Lounge rola o Carnaval Plastique dentro do mesmo clima de balbúrdia das outras edições mensais. No som Zé Brites, Isaac Varzim, Grazy Meyer entre outros. A Devassa faz a sua festa no Bianco Lounge com Schutz, Davis, Moka, Guarizo e Barros no som.
Segunda (14/02) ainda no Jivago Lounge tem festa do povo do blog La Plage com Schutz, Isaac Varzim, Duh x Douglas e Moka no som.
E pra fechar, na terça (15/02) o Big Blue Club na Praia Mole organiza a Le Carnival que tem Daniel Kuhnem, Davis, André Victor, Gustavo Pamplona e Feof nas pick-ups.
*Atenção: a programação, line-ups, horários, preços das festas podem sofrer mudanças de última hora, por isso consulte bem sites, flyers e informativos sobre os eventos.








