Maurício Lopes começou tocando no circuito underground, foi um dos pioneiros da atual cena eletrônica e um dos principais responsáveis pela afirmação do techno no Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira em 1992, no clube Kitschnet, um dos primeiros a apostar no techno, quando o gênero ainda era desconhecido. Em 1995, ao tocar como convidado do DJ Felipe Venâncio, residente então das sextas-feiras da Dr. Smith, Maurício começou a conquistar seu público, sendo chamado para comandar a recém-inaugurada pista de techno da X-Demente, festa antes dedicada apenas a house music. O DJ se apresentou nas primeiras festas do Mercado Mundo Mix no Rio de Janeiro e em Curitiba e nas principais noites de techno, como o After (Rio de Janeiro) e Hell's Club (São Paulo).
Foi residente da festa OOPS!! durante mais de dez anos! Nessa festa, o "melhor-dj-do-Rio" desenvolveu habilidade para comandar sozinho a pista da festa, que durava até oito horas por edição e permitia que Maurício construísse uma forte identidade musical, longe do fundamentalismo de qualquer segmento específico dentro da música eletrônica.
Hoje em dia, Mauricio é considerado um dos melhores DJs do Brasil e um ícone da música eletrônica underground.
Ouça alguns DJ sets do "monstro"!
- Você foi iluminador na lendária boate Dr. Smith. Quando foi o momento em que percebeu que seu lugar era na cabine de DJ?
Eu sempre gostei de mexer na iluminação, ficar sincronizando a luz com o som, etc. Até hoje, sempre que eu posso (principalmente durante os long sets), gosto de fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Mas esse momento da descoberta do meu lugar na cabine foi bem anterior ao Dr. Smith, na verdade. Aconteceu ainda no Cubatão quando o Zé Roberto (Mahr) deixou eu tocar uma ou duas músicas durante uma festa do Novas Tendências. Não lembro de quem veio a ideia e como aconteceu, mas lembro bem que foi a primeira vez que rolou o “pacote completo” de escolher uma música, colocar numa MKII (inesquecível) e tocar para uma pista de dança num clube de verdade. Eu nem sabia mixar ainda e foi só uma brincadeira, mas a emoção básica era aquela, foi única, e é a mesma que eu sinto até hoje quando toco e posso fazer o que eu mais gosto, que é dividir o meu amor pela música com outras pessoas.
- Você é um DJ acima de suspeitas considerado por muitos como um dos melhoes do
Brasil, mas recentemente embarcou na produção de eventos com a festa Trust.
Como tem encarado essa nova função?
Eu tenho gostado muito de fazer a Trust. A produção como um todo é muita novidade pra mim e posso dizer que é um desafio, principalmente numa cidade “difícil” como o Rio. Foi só fazendo a Trust que eu percebi de verdade como dá trabalho produzir um evento, por menor e mais despretensioso que ele seja. Mas tenho aprendido bastante é muito bom poder trabalhar com amigos que tem interesses e experiências diferentes e poder fazer uma coisa que há muito tempo a gente tinha vontade mas não tinha rolado ainda. A ideia da “festinha entre amigos” continua, mas ao mesmo tempo deu pra sentir que podemos ir mais longe e isso tem acontecido bem como a gente quer: sem pressa e sem atropelamento, testando formatos e locações diferentes, buscando novas parcerias, apostando na variedade entre os DJs convidados, etc. Além do fato de que tocar na sua própria festa tem um sabor especial e o prazer vem em dobro, como dj e produtor.
- Como foi a primeira Fosfolopes? Qual a proposta da festa?
A primeira edição foi muito legal e pela gritaria e animação deu pra sentir que a festa chegou “chegando” Hehehe. Há muito tempo atrás o Fosfobox fez uma Fosfolopes, em que tocamos eu e o Renato Lopes, e desde aquela época uma segunda edição vinha sendo planejada mas acabou não rolando. Com a reforma do clube e a mudança na programação eles resolveram resgatar essa ideia e me convidaram para ser o dj residente nesse formato mensal e mais flexível, com a possibilidade de ser diferente a cada edição, tendo vários djs convidados (como vai ser a próxima dia 18), apenas um fazendos sets maiores (como foi a primeira com o Renato) e quem sabe até alguma edição com um long set meu, o que não rola há quase um ano, desde o fim da Oops!!
- Anos atrás você tinha um projeto com o DJ Schild, chamado Iron Nipples. Por
que o projeto não foi a frente? Você ainda pensa em produzir?
Pois é, justamente quando estávamos engrenando e aprimorando a parceria ficamos sem um espaço em que a gente pudesse se encontrar pra trabalhar e fazer o nosso barulho juntos. Depois disso a retomada foi ficando cada vez mais difícil, os encontros cada vez mais esporádicos e aos poucos foi esfriando a vontade de insistir com o projeto. Mas eu ainda penso em produzir sim. A qualquer momento vou abrir a “caixa de Pandora” e deixar as idéias saírem. Hehehe
Veja alguns vídeos do DJ em atuação!
Créditos:
Patricia Lobo - Fotos
Eduardo Llerena - Videos
Se você sai na noite do Rio com certeza já ouviu falar na madame Loulou Chavarry. Uma das melhores produtoras de eventos do Brasil, a moça é sinônimo de boa música por onde quer que passe.
Loulou começou na noite bem nova, saia desde seus quinze anos de idade, foi hostess de inúmeras festas bacanas e se jogou na produção de eventos em 2006 quando produziu a primeira Eletroshake no clube Fosfobox (confira uma entrevista dela pro blog: http://rraurl.com/blogs/molotov21/1567/Electroshake_completa_3_anos_).
No próximo sábado, dia 8 de janeiro a Eletroshake volta ao Fosfobox com mais uma edição quentíssima com direito a dj set de Daniel Hunt. Não conhece? Bom, talvez você conheça a banda dele, uma tal de Ladytron (!!!)
08/01/2011 @ Fosfobox
ELECTROSHAKE Summer Hits
apresenta:
DANIEL HUNT (LadyTron)
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_pista:
DIOGO REIS (MOO)
DANIEL HUNT (LADYTRON)
YUGO (RITMOS DIGITAIS) & BERNARDO CAMPOS (MOLOTOV)
_bar:
ANDRE CAMARA (ICE CREAM/PARTYBUSTERS)
HENRIQUE SAUER (MOVE THAT JUKEBOX)
MISS PLAYMOBIL (SE JOGA!)
Sábado, 08/01/11
23h
Fosfobox Bar Clube - R. Siqueira Campos, 143 / 22A
Lista:
$30 até 1h
$35 após 1h
$40 sem lista
mande os nomes para loulou.chavarry@gmail.com até 18hs de sábado.
ou
http://listaamiga.com/electroshake
Apoio:
Chilli Beans
http://www.chillibeans.com.br/
PartyBusters
http://partybusters.org/
Proibido para menores de 18 anos
Conhecido também como BenStiller, em homenagem ao ator de filmes de comédia americano, o residente da Bootie Berlin será a grande atração da edição Oktoberfest da Bootie Rio, festa bombada do nosso amigo Fabiano Moreira, que rola na próxima sexta, dia primeiro de outubro, no Fosfobox!
Para dar o clima do festival alemão, haverão rodadas de chope grátis, com canecas personalizadas (foto abaixo), em parceria com a festa do clã Anequila que já tem tradicão em promover rodadas de chope em suas edições. O chefe Victor Brandi completa o cardápio com típicos petiscos alemães, como os tradicionais salsichões com mostarda preta.
Ouça a mixtape "Oktoberfest" e já entre no clima da festa!
MIXTAPE BOOTIE RIO OKTOBERFEST by bootieseisoktoberfest
A apresentação de Mashup Germany no Fosfobox, no Rio, a única do artista no Brasil, faz parte da turnê de divulgação de seu último álbum, Recycling Revolution, que passa por 16 cidades de Alemanha e Estados Unidos.
BenStiller, o Mashup Germany
http://www.mashup-germany.com/
http://soundcloud.com/mashupgermany/
http://www.youtube.com/user/BenStilller
Mashup-Germany, ou BenStilller, é residente da Bootie Berlin e um fenômeno no Youtube, onde tem mais de 7 milhões de views de seus clipes para mashups e remixes. Ele publica estas colagens desde 2008 e é o artista alemão de mashups mais clicado na web. Suas faixas misturam gêneros, décadas e ideias, partindo do princípio de divulgar a música alemã para uma audiência on-line internacional.
"Gosto de levar bandas alemãs a jovens no Rio, por exemplo." Baterista e pianista desde os 12 anos de idade, Mashup Germany faz produções com uma quantidade maior de faixas, dando um passo a frente do conceito original de mashups que misturam apenas acapellas e instrumentais de duas canções. Ele chega a colocar até dez músicas numa mesma faixa.
Em cima e embaixo, o trio de residentes da festa, André Pipipi, Fernando Schlaepfer e Billy, the Kid (foto acima) recebem o convidado Rodrigo S.
SAIBA MAIS SOBRE A BOOTIE:
Criada em 2003 pelo casal de DJs e produtores musicais Adrian & the mysterious D (A + D), em São Francisco, Estados Unidos, a Bootie foi a primeira festa no mundo dedicada a tocar apenas mashups e bootlegs, misturas musicais na qual o vocal de uma música é mixado à base de outra, promovendo inusitados encontros. Hoje, é a maior festa de mashups do mundo, com sede em São Francisco, no DNA Lounge, e festas em 17 cidades de quatro continentes, como Los Angeles, Nova York, Boston, Portland, Berlin, Munique, Vienna, Paris, Brisbane, Londres, Helsinki, Cingapura, Irlanda, Hamburgo e Balcãs.
SAIBA MAIS SOBRE O OKTOBERFEST:
Festival de outubro tradicional em Munich, na Baviera, e também no Sul do Brasil, em Blumenau e em algumas cidades do Rio Grande do Sul, a Oktoberfest inspira a edição de primeiro de outubro da Bootie Rio, quando a festa 100% mashup-bootleg carioca recebe o produtor e DJ alemão Mashup Germany, artista do corta e cola com maior número de acessos em seu país.
SERVIÇO:
1 de outubro, 23h, Fosfobox, Rua Siqueira 143, Copacabana - Tel.: 2548-7498
Mashup Germany (Berlin/Alemanha), André Pipip, Billy, the Kid, Schlaepfer e Rodrigo S.
Preços:
R$ 35, na hora
Cem ingressos antecipados a R$ 20 em três lojas da Chilli Beans, a partir do dia 25 de setembro
Lista a amiga a R$ 25, até 1h, e R$ 30, depois, no bootierio@gmail.com, até 18h do dia 1 de outubro
Ingressos antecipados
Os 150 ingressos antecipados a R$ 20 começam a ser vendidos no dia 25 de setembro nas lojas da Chilli Beans de Ipanema, Rio Sul e Icaraí. A festa custa R$ 35, na bilheteria do Fosfobox, preço que cai para R$ 25, até 1h, e R$ 30, depois, pra quem escreve para bootierio@gmail.com, até as 18h do dia primeiro de outubro.
CHILLI BEANS
Galeria Ipanema 2000
Rua Visconde de Pirajá 547. Tel.: 2540-0863
Rio Sul
Rua Lauro Muller 116, Piso 1, loja QAJ16. Tel.: 2543-7962
Icaraí
Rua Cel. Moreira César 229, Icaraí. Tel.: 3602-3080
Até o final do ano, ainda passam pela pista da festa Morgoth (5 de novembro), também residente da Bootie Berlin, e Faroff (17 de dezembro), o brasileiro da Bootie Boston que é outro fenômeno do You Tube.
Vem aí mais uma Bootie Rio, dia 17 de setembro no Fosfobox, que conta com a mega atração The Kleptones, o pesadelo da indústria do copyright. O cara de Brighton que tem mais de um milhão de downloads na internet e já ganhou até prêmio da Academia de Artes Digitais e Ciências de Nova York, ao lado de Gorillaz e Beastie Boys.
OUÇA A MIXTAPE LADRÕES DE MÚSICA:
MIXTAPE BOOTIE RIO LADRÕES DE MÚSICA by bootierioladroesdemusica
Nunca acredite na originalidade. Se existe um artista que pode questionar as leis de copyright e os limites inventivos da arte de samplear é o inglês Eric Kleptone, que roubou o nome artístico do conterrâneo Eric Clapton para colocar, na rede, um dos trabalhos mais criativos quando se fala em cultura mashup e bootleg. Ele é a atração da quinta Bootie Rio, a festa cem por cento mashups que tem tomado o Fosfobox, uma vez com mês, com os principais nomes de DJs e produtores do setor, brasileiros e internacionais, como João Brasil, André Paste, A plus D, Schmolli, Brutal Redneck, Faroff e o carioca Lucio K, residente. Até o final do ano, ainda passam pela pista da festa Mashup Germany (1 de outubro) e Morgoth (5 de novembro), os residentes da Bootie Berlin, e Faroff (17 de dezembro), o brasileiro da Bootie Boston que é fenômeno no You Tube.
Pra completar, ainda tem Billy, the Kid, Fernando Schlaepefer e André Pipipi, na pista 2, no Fosfobar, mostrando as novidades dos melhores blogs de mashups do mundo. Cem ingressos antecipados a R$ 20 começam a ser vendidos na segunda-feira, dia 6 de setembro, na Reserva de Ipanema.
Leia aqui a entrevista feita pelo DJ Billy, the Kid com Eric Kletone
Saiba mais sobre os artistas desta edição:
Mashups, cultura remix, bastard pop, colagem de áudio do século 21, chame como quiser, The Kleptones representa a vanguarda da próxima onda do sample musical. Enquanto as leis de copyright dizem que sua obra não pode ser feita ou colocada à disposição legalmente, Eric Kleptone - nome que parodia o guitarrista Eric Clapton - olhou para a web e lançou seus discos on-line e gratuitamente, atingindo mais de um milhão de downloads em seu site e em outros endereços entusiastas da cultura mashup.
A "banda" atingiu sua marca de downloads em 2004, com "Yoshimi Battles The HipHop Robots", que misturou o sucesso Flaming Lips com vocais de álbuns de rap e hip hop. O sucesso estimulou o artista da costa sul da Inglaterra, de Brighton, a desenvolver seu trabalho e lançar "A Night At The HipHopera", desta vez levando o universo do rap e do hip hop à música do Queen, com pitadas de trechos de alguns filmes. O álbum ganhou uma horda de fãs, páginas e páginas de clipping e uma acão na Justiça movida pela Disney, detentora do catálogo da banda de Freddie Mercury nos Estados Unidos.
Em 2005, Eric Kleptone lança "From Detroit To J.A.", fundindo R&B e rap, para a rádio XFM, de Londres, ganhando o prêmio de artista do ano na Webby Award, ao lado de Gorillaz, Trent Reznor e The Beastie Boys, conferido pela Academia Internacional de Artes Digitais e Ciências, de Nova York. A instituição declarou que o grupo atingiu um novo nível criativo, mesmo sendo um renegado da internet. "O som dele é totalmente doente", declarou Mike D, do Beastie Boys, na época.
O álbum duplo " 24 Hours" veio logo depois, em 2006. Eric rodou o mundo, acrescentando ao seu show artistas performáticos, câmeras ao vivo e mixagem de vídeos ao vivo. Tudo isso foi documentando no álbum “Live’r Than You’ll Ever Be”, de 2007.
Tanta atividade cultural e produtividade on-line colocou Eric Kleptone cara a cara com o vice-presidente da EMI, David Munns, em 2008, na conferência O’Reilly Web 2.0, em San Francisco, aonde discutiram a música on-line e o direito de samplear. Tudo para preparar o terreno para o lançamento de outro álbum duplo, “Uptime/Downtime”, em janeiro deste ano, 2010, quando ainda lançou mais dois discos, “Bsides” e “Shits & Giggles”, só com faixas não-lançadas que ele não sabia aonde enfiar e que não caberão em seu próximo trabalho.
"Este cara é o pesadelo da indústria do copyright", resumiu a Reuters. "Isso é a declaração de algo novo e importante que faz a transição de antigos a novos modelos. É poderoso, inteligente, toda essa coisa que a música supõe ser", disse John Batelle, co-fundador da Wired Magazine. "The Kleptones acreditam que o compartilhamento de arquivos chegou ao seu melhor momento. Aproveitem a sua extravagância musical enquanto podem", escreveu Sean Dodson, do Guardian.
LUCIO K
Pioneiro na produção de mashups no Brasil, com faixas que datam dos anos 80, o DJ e produtor Lucio K, residente da Bootie Rio, apresenta, nesta edição da festa, pela primeira vez no Brasil, um live no qual manipulará centenas de intrumentais e acapellas (vocais) de músicas ao
vivo, usando Ableton live e um controlador Akay APC40. A ideia é não deixar ninguém parado e derrubar barreiras entre estilos musicais, como acústico, eletrônica, rock, reggae, soul, swing e ritmos brasileiros, com batidas e percussões de ritmos como funk carioca, samba e maracatu. A performance teve sua estreia em dois grandes festivais alemães, em agosto, o Juicy Beats e S.O.M.A..
A festa custa R$ 35, preco que cai para R$ 25, até 1h, e R$ 30, depois, pra quem escreve para bootierio@gmail.com.
SOBRE A BOOTIE
Criada em 2003 pelo casal de DJs e produtores musicais Adrian & the mysterious D (A + D), em São Francisco, Estados Unidos, a Bootie foi a primeira festa no mundo dedicada a tocar apenas mashups e bootlegs, misturas musicais na qual o vocal de uma música é mixado à base de outra, promovendo inusitados encontros. Hoje, é a maior festa de mashups do mundo, com sede em São Francisco, no DNA Lounge, e festas em 17 cidades de quatro continentes, como Los Angeles, Nova York, Boston, Portland, Berlin, Munique, Vienna, Paris, Brisbane, Londres, Helsinki, Cingapura, Irlanda, Hamburgo e Balcãs.
O QUE É MASHUP
Quando duas ou mais músicas são usadas para a criação de uma nova música.
SERVIÇO
17 de setembro, 23h, Fosfobox, Rua Siqueira 143, Copacabana - Tel.: 2548-7498
The Kleptones (Brighton/Reino Unido), Lucio K, Billy, the Kid, Schlaepfer e André Pipipi
Preços:
R$ 35, na hora
Cem ingressos antecipados a R$ 20 na Reserva (Maria Quitéria 77 loja F - Tel.: 2247-5980) de Ipanema, a partir do dia 6 de setembro
Lista a amiga a R$ 25, até 1h, e R$ 30, depois, no bootierio@gmail.com, até 18h do dia 17 de setembro
MIXTAPES DA FESTA
MIXTAPE ABALOU TILL GET ENOUGH
CANAIS DA FESTA
SERVIÇO INGRESSOS ANTECIPADOS
Reserva Ipanema
Maria Quitéria 77 loja F - 2247-5980
Hoje é dia de Bootie no Fosfobox, que dessa vez recebe o DJ austríaco Schmolli, das versões da Bootie em Viena e Munich, o paranaense Brutal Redneck, que se apresenta com máscara de Jason, e Mario Mamede, do Moptop, para uma edição especial de rock e horror. Afinal, hoje é SEXTA-FEIRA 13!
AS ATRAÇÕES:
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Schmolli
Schmolli é músico, produtor, remixer, DJ, blogueiro do Mashup Ingustries e um dos maiores produtores de mashups do mundo, a maioria deles com clássicos do rock misturados a diversos estilos musicais. Fez mais de 150 mashups no blog http://djschmolli.wordpress.com
Brutal Reneck, de Londrina, Paraná
O produtor Brutal Redneck, que nunca mostra a face e sempre se apresenta com máscara, também tem o rock como grande inspiração. Ele é de Londrina, Paraná. O menino prodígio da Bootie Rio, Billy, the Kid, recebe as feras. Lucio K, dessa vez, estará na Alemanha, mas volta no dia 17 de setembro apresentando seu live de mashups.
Mario Mamede, do Moptop
E, pra completar o clima rock, escalamos o convidado Mario Mamede para a pista 2, no Fosfobar, com set especial rock, claro. Baterista do Moptop e residente das festas Madness e Vive le Rock, o cara anda de jaqueta de couro até na praia e é um ícone do jovem rock carioca.
Conheça a Bootie
Criada em 2003 pelo casal de DJs e produtores
musicais Adrian & the mysterious D (A + D), em São Francisco,
Estados Unidos, a Bootie foi a primeira festa no mundo dedicada a tocar
apenas mashups e bootlegs, misturas musicais na qual o vocal de uma
música é mixado à base de outra, promovendo inusitados encontros. Hoje, é
a maior festa de mashups do mundo, com sede em São Francisco, no DNA
Lounge, e festas em 17 cidades de quatro continentes, como Los Angeles,
Nova York, Boston, Portland, Berlin, Munique, Vienna, Paris, Brisbane,
Londres, Helsinki, Cingapura, Irlanda, Hamburgo e Balcãs.
Ouça alguns mashups!
DJ SCHMOLLI- Cooler Rock 'n' Roll
Crookers ft. Yelle - Cooler Couleur (Junkie XL Remix)vs. Joan Jett & The Blackhearts - I Love Rock 'n' Roll
DJ SCHMOLLI - Dancing on my own all night long
Robyn vs. AC/DC
BRUTAL REDNECK - Somebody tummy
Dj Lance vs. The Killers
BRUTAL REDNECK - Stay wippin' Ben
Nirvana vs. Jackson 5 vs. Devo
BRUTAL REDNECK - Beastienuts
Beastie boys (The move) Vs. Vince Guaraldi (Peanuts theme- Linus and Lucy)
Pilhou?
Cem ingressos antecipados a R$ 20 estão à venda desde o dia 2 de agosto na Reserva e na Jelly de Ipanema.
Reserva Ipanema
Maria Quitéria 77 loja F - 2247-5980
Na hora, a festa custa R$ 35.
O preço cai para R$ 25, até 1h, e R$ 30, depois, pra quem escreve para bootierio@gmail.com. Corra!
Vem aí a Bootie Rio número três! A festa 100% mashup de Fabiano Moreira está de volta ao Fosfobox, e dessa vez o grande homenageado será o rei do pop: Michael Jackson. Logo na porta você já vai dar de cara com o mestre, provavelmente batendo um papo com Carmen Miranda. Para entrar, basta pagar R$ 35, na hora. Eu recomendo que você compre o ingresso antecipado a R$ 20 na Jelly (Visconde
de Pirajá 529 - Tel.: 3813-9328) e na Reserva (Maria Quitéria 77 loja F -
Tel.: 2247-5980) de Ipanema.
Para comendar o som da pista, a festa recebe o carioca radicado em Londres João Brasil, com os resultados para as pistas do projeto 365 mashups, no qual o produtor tem postado um mashup por dia em seu blog, além do DJ Chernobyl, mentor da mistura de funk carioca a outros ritmos que apresenta set com mashups autorais, muitos deles feitos especialmente para a festa. Tudo isso na pista principal, comandada pelo residente Lucio K. No segundo andar, Billy, the Kid, Schlaepfer e André Pipipi prestam uma homenagem ao rei do pop com um longset só com mashups de Michael Jackson. O DJ André Pipipi, convidado especial desta edicão, conquistou a produção da festa depois de enviar, durante três meses, um mashup por dia para o tuíter da Bootie Rio.
A experiência da mistura de músicas dos mashups também é levada ao segundo drinque especial da festa, desenvolvido pelo barman do Meza Bar, Gustavo Stemler, utilizando a técnica da emulsão da mixologia molecular. A Cuba Libre encontra o Sex on the beach: o barman criou uma espuma de Cuba Libre, por meio da redução de Coca-cola e Rum Havana 7, e ressaltou as características mais refrescantes do Sex On the Beach. O drinque está à venda no Meza Bar e também no dia 16 de julho, no Fosfobox.
A Bootie fez sua estreia com a dupla A plus D, de San Francisco, e o menino prodígio André Paste, de Vitória, recebendo ainda Faroff, Gorky e Leo Justi em sua segunda edição. CDs com mashups, tapa-olhos e stickers são presentes certos para os frequentadores, além de surpresas que acontecem a cada edição, como as passistas que sambavam ao lado de Storm Trooper na abertura do set do Faroff, na última festa. Tudo está por misturar!
Confira o release das atrações:
JOÃO BRASIL
João Brasil fez uma promessa diferente de fim de ano: fazer um mashup por dia, em 2010, seguindo a ideia do calendário musical de Hermeto Paschoal. O resultado, dá pra conferir, diariamente, no blog 365 mashups, aonde ele já misturou Beatles e Tom Jobim ao funk carioca, levou Jay-Z à Bahia e colocou Michael Jackson em cima do trio elétrico de Ivete Sangalo. Polêmico, ele gosta de fazer mashups que questionam os limites do bom gosto, contrapondo ritmos regionais e periféricos à música pop internacional.
Formado pela Berkeley School of Music, João tem dois discos lançados, "8 hits", que teve o sucesso Baranga catapultado a Domingão do Faustão, MTV, Saia Justa e, claro, aos campos livres do Youtube, e "Big Forbidden Dance", quando lançou o conteúdo na internet e também abraçou de vez as carreiras de DJ e produtor ao misturar 130 samples em nove faixas. Tem de Sepultura a Justice, Kaoma, Funk, Guns'n'Roses, Snoop Dogg, Queen e Roberto Carlos, uma espécie de Girl Talk nacional.
No Youtube, seus videos são um sucesso com mais de 400 mil acessos, com misturas até de depoimentos jornalísticos a funk, como no mais acessado deles, o Funk de Dado e Luana, que rendeu 130 mil cliques.João cria videoclipes para suas próprias músicas e remixes para outros artistas, além de colagens visuais na mesma linha do seu som. O remix oficial de Cansei de Sey (CSS) e N.A.S.A. foi parar no blog do produtor e líder do CSS, Adriano Cintra, como o melhor remixe já feito para a banda.
DJ CHERNOBYL
Chernobyl é considerado o grande mentor da mistura de funk carioca a elementos de outros ritmos eletrônicos e rock: além de ter fundado a banda Comunidade Nin-Jitsu, com a qual atua até hoje, como no fecente Funk da Vuvizela, hit do Youtube, ele produziu a maioria das faixas que flertam com o ritmo de Bonde do Rolê e Edu K, além de remixes pra N.A.S.A e M.I.A.
Residente da festa paulistana Crew, que reúne uma elite de DJs que vai de Zegon, Database, Gil Barbara e Mixhell a Gorky e foi eleita, por dois anos, a melhor festa pela Folha de S. Paulo, Chernobyl ainda integra a banda Brollies and Apples, ao lado da namorada Carol Teixeira e do casal indie Bianca Jhordão e Rodrigo Brandão, do Leela.
Atualmente, suas produções são lançadas pela Exploited Records, de Berlim, mas ele já assinou trabalhos para Mad Decent (EUA), Man Recordings (Alemanha), Universal Music (Japão), Trunkfunk (Suécia) e Domino Records (UK). Na Bootie Rio, ele apresenta um set de duas horas só com mashups assinados autorais que mantém sua pista sempre temperada por electro, baile-funk, rock, indie, tropical, fidget, bmore e miami-bass. O DJ já se apresentou em Japão, Suécia, Alemanha, Rússia, França, Ucrânia, Áustria e Portugal, compondo, editando e remixando praticamente tudo que toca.
LUCIO K
Produtor musical e DJ, o residente da Bootie Rio, Lucio K trabalha desde 1998 com a ideologia de misturaras culturas musicais brasileiras e estrangeiras em mashups, remixes e em seus dois álbuns lançados, SwingSambaLounge (2005) e Misturada (2007).
Além de ter se apresentado no Tim Festival, esteve em cabines pelo mundo em Ibiza, Vancouver, San Diego, Brighton, Londres, Cape Town, Kiev, Barcelona, Bollogna, Milano, Viena e Bristol. Lucio K é especializado em ritmos negros, brasileiros e latinos, e, principalmente, na fusão destes com ritmos eletrônicos.
MIXTAPES
BEST OF BOOTIE RIO I - com faixas de André Paste, Brutal Redneck, Faroff, Leo Justi, Lucio K e João Brasil
http://soundcloud.com/bootierio/best-mashup
MASHUPS 00 vs. 00 (especial pros dez anos de Megazine/Globo) - com faixas de André Paste, Brutal Redneck, Chernobyl, Faroff, Gorky, Leo Justi, João Brasil, Morgoth, Schmolli e The Kleptones
http://bootierio.wordpress.com/2010/05/25/00-vs-00-mashups-dez-mashups-dos-anos-00-para-o-megazine/
Mixtape Pizza Samba, apenas com mashups de musica pop e carnaval
http://gemagema.tv/blogs/agemda/?p=16372
PARA OUVIR ALGUNS MASHUPS
João Brasil, Michael Jackson e um MPC
Michael Jackson vs. Nirvana vs. Franz Ferdinand
Jackson 5 vs. Devo. Nirvana
Brasiliense radicado nos Estados Unidos, Faroff será uma das atrações da segunda edição da Bootie Rio, festa de mashups ultrabombante do talentoso Fabiano Moreira.
Depois da estreia com a dupla A plus D, de San Francisco, a Bootie Rio faz sua segunda edição no próximo dia 11, sexta-feira, no Fosfobox, trazendo ao clubinho de Copacabana Faroff, residente da versão de Boston da Bootie, o líder do grupo Bonde do Rolê, Gorky, e os cariocas Leo Justi, Lucio K, Billy, the Kid e Schlaepfer.
Na pista principal, Faroff, Gorky, Justi e Lucio K apresentam apenas material autoral, mostrando o lado inventivo dos produtores brasileiros de mashups. No Fofobar, Billy, the Kid e Schlaepfer executam o repertório de mashups que faz o sucesso da Bootie nas 17 cidades do mundo, em 4 continentes.
A festa terá brincadeiras com a clássica série de cinema Star Wars, com duas passistas da Mangueira e um Storm Trooper recebendo o público, sambando, e também em performance durante o set de Faroff, além de máscaras temáticas e outras surpresas.
CANAIS DA FESTA
SITE
http://www.bootiemashup.com/rio/
BLOG
bootierio.wordpress.com
TWITTER
twitter.com/bootierio
FACEBOOK
http://www.facebook.com/home.php?#!/pages/BOOTIE-RIO/402795038326?ref=ts
Próximas datas:
16 de julho - João Brasil, diretamente de Londres + DJ Chernobyl (SP) + Lucio K
13 de agosto - Brutal Redneck (Londrina) + Roots Rock Revolution (SP) + Lucio K
Preços:
R$ 35, na hora
Cem ingressos antecipados a R$ 20 na Reserva de Ipanema (Maria Quitéria 77 loja F - Tel.: 2247-5980)
Lista a amiga a R$ 25, até 1h, e R$ 30, depois, no bootierio@gmail.com, até 18h do dia 11 de junho
Para curtir a entrevista e entrar no clima da festa ouça o mashup do produtor Faroff que mistura a trilha de Star Wars a samba e funk no Youtube:
Faroff é o nome do projeto musical de Leo Bursztyn, ex-letrista e guitarrista da banda Móveis Coloniais de Acaju. Quando teve que abandonar o grupo, em 2005, para cursar mestrado de Economia, em Harvard, Leo descobriu nas colagens musicais uma forma de continuar a fazer música sem os parceiros. Ele produz mashups de áudio e vídeo, combinando, em uma mesma canção, artistas dos mais diferentes gêneros, sempre em uma roupagem balançante. Mais do que trazer faixas explosivas, seu set é uma experiência audiovisual, com videos editados das músicas usadas sendo projetados.
O produtor é reconhecido mundialmente pela qualidade de suas produções, o que lhe garantiu apresentações em Boston, Nova York, San Francisco, Los Angeles, Brasília e Rio de Janeiro, tocando nos mais importantes eventos de mashups. Sua passagem pelo Rio está incluída em uma turnê mundial com datas nas versões da Bootie em Boston, Nova York e Berlin, além da festa de mashups Mix Mix Gang Bang, de Paris. Faroff é atualmente residente da Bootie Boston, e seus vídeos são um verdadeiro fenômeno no Youtube, aonde já ultrapassaram 500 mil visitas.
Quando surgiu o encantamento pelos mashups? Você acha que é uma moda ou as montagens vieram pra ficar?
No meio de 2005, me mudei para os EUA (Boston) para fazer um PhD em Economia em Harvard. Assim que tive contato com mashups, em 2006, me encantei. Se não me engano, eu ouvi o álbum "The Beastles", em que o dj BC, de Boston, misturava Beastie Boys e Beatles. Pensei: "é isso que eu quero mesmo". O bacana é que acabei me tornando grande amigo do dj BC e ao longo dos últimos dois anos, fomos os dois dj's residentes da Bootie Boston. As montagens vieram para ficar. São a cara do nossa época. Hoje em dia, tudo se recria, se recicla. O público se apropria da arte do ídolo e a reconstrói. A internet está aí. Os computadores estão aí. Os mashups são elemento simbólico de um processo cultural maior da nossa época. A linguagem da colagem e da mistura está presente em todos os lugares. Globalização cultura é mashup de culturas, Ipad é mashup de mídias. Musicalmente, a linguagem do mashup se consolidou nos EUA e Europa desde 2004 mostrando ser mais que uma moda passageira.
Você foi guitarrista da banda Móveis Coloniais de Acaju até 2008. Porque decidiu sair do grupo?
Em 1998, fundei o Móveis Coloniais de Acaju com mais dois amigos e até 2005, a banda foi minha única atividade musical. Eu era o guitarrista e compositor/letrista do grupo. Naquele ano, fui aceito no programa de PhD em Harvard e não deixei a oportunidade passar. Eu consegui, meio que aos trancos e barrancos conciliar as duas trajetórias até 2008, principalmente ajudando no processo de composição. Mas a banda foi se tornando cada vez mais profissional, o que exigiria uma presença permanente minha no Brasil. Ficou difícil e tive que tomar uma decisão. Naquela altura, em 2008, eu já estava cada vez mais envolvido com os mashups e a decisão foi natural. Manter um pé na música via mashups.
Porque você decidiu se especializar em Economia?
Não tenho a menor idéia. Falando sério, sempre quis entender por que alguns países são pobres enquanto outros não o são, por que a pobreza ainda persiste. Achei que estudar Economia seria um caminho natural. E fico feliz em dizer que hoje minha pesquisa ajuda a desenhar programas de combate à pobreza, inclusive no Brasil.
Você fez doutorado em Economia em Harvard mas sempre foi ligado a música, seja tocando guitarra ou fazendo mashups. Hoje em dia você conseguiria viver só com o dinheiro das festas ou não passa de um hobby?
Sinceramente, acho que poderia viver só com o dinheiro das festas, se decidisse fazer só isso. No entanto, optei, consistente com minha decisão de sair do Móveis, em ser economista e músico. Então eu diria que é um hobby sério. Eu tenho minha carreira de economista (começo em Julho como professor de Economia na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA)) e encaixo a carreira de produtor/dj de mashups. Durante o doutorado, em Boston, fui residente mensal da Bootie Boston. Viajei para tocar em Nova York, Los Angeles, San Francisco, Brasil. Ou seja, sempre dá tempo de produzir e tocar. Em Agosto, começo minha residência na Bootie Los Angeles. Em Julho, toco em Berlin e Paris. Os convites para tocar estão sempre aí, e eu fecho com os que me interessam mais. Por exemplo, na Europa, optei por fazer apenas duas datas em cidades que eu adoro e ter tempo para descansar e tirar férias, ao invés de encaixar dez datas em duas semanas. Com as duas datas, pago minha viagem e ainda sobra uma grana para me divertir.
Sou um grande fã de Star Wars e, pelo que me parece, você também. Você sempre quis fazer essa brincadeira com o filme ou foi uma ideia que surgiu de repente?
Essa ideia surgiu na época em que fui preparar meu primeiro video-set, em 2009. Eu queria ter algo bem brasileiro e ao mesmo tempo universal. Lembrei de uma vez em que vi o Lucio K botando um pancadão no tema do Star Wars num set live dele e senti que esse era o caminho. Ou seja, a "culpa" é do Lucio! Resolvi botar uma batucada de samba (que é a linguagem mais "brasileira" por excelência) e depois colocar uma batida de baile funk (pois é a linguagem mais pista genuinamente nossa hoje). O vídeo veio junto. O pessoal no exterior fica louco, haha.
*UPDATE 02/06/2010
Saiu o resultado da promoção e os vencedores são:
Felipe Pádua
Laura Brandão
Fernanda Fontoura
Ricardo Tavares
Keila Araújo
Parabéns aos vencedores, nos vemos na pista domingo!
Lembramos que cada vencedor tem direito a um acompanhante, também VIP!
FUCK THE BEACH!
Flyer da primeira edição da FTB -->
A festa mais aguardada do Rio já tem data e local definidos: 6 de junho, no Studio Line. Sim, estamos falando da Fuck the Beach, que nessa edição – assim como nas outras já realizadas – reúne uma verdadeira seleção de DJs, novos e consagrados.
A bagunça começa no domingo, às 5hs, e vai até 1h de segunda! Os ingressos custam R$ 15 (antecipado) e R$ 30 (lista amiga ou flyer). Vale a pena correr atrás da boa porque na hora é só R$ 50. Para colocar o nome na lista é só mandar um email para ftbparty@gmail.com
* Ingresso antecipado (R$15) à venda na loja VISCONDE437 - Rua Visconde de Pirajá, 437, Sobreloja, Ipanema
O Studio Line fica na rua Álvaro Ramos, 414, em Botafogo.
Confira alguns promosets da FTB em http://soundcloud.com/fuckthebeach
Design: flickr.com/katelu
O responsável por esse mix de estilos que vão do deep à lenha é o DJ e produtor português Bruno Correia, o patrício de Pedro Alvares Cabral, e que, como ele, vem (re)descobrindo o Brasil a cada edição do after mais eletrizante do balneário carioca.
Como nasceu o conceito da festa?
Eu
tocava com frequencia em São Paulo na Sunday Away. Eu sempre curti
muito o formato e vibe da festa, vários djs tocando ao longo do dia,
uma hora cada. Uma festa dos DJs, reunindo vários estilos, sem
headliners, e com um espírito igualitário. Chegamos até a pensar em
fazer uma versão carioca do evento. ...
E por que o nome Fuck the Beach?
Acabamos
por optar por dar um nome novo para a festa, que tivesse algo a ver com
o Rio. Na realidade, Fuck the Beach é uma brincadeira sobre a obsessão
dos cariocas pela praia. Quer dizer: deixa a praia pra lá. Existem
outras coisas para se fazer num domingo... rs
A montagem do line-up é praticamente uma questão de ‘logística’. Qual tem sido o maior desafio nesse sentido?
O
mais difícil tem sido incluir sempre novos nomes, e não repetir demais
os outros. Penso que um aspecto importante da festa é a diversidade de
DJs que nela tocam. Ao todo já se apresentaram com a gente mais de 60
DJs.
Como um DJ que costuma viajar pelo mundo, o que destacaria como uma força da cena carioca, e também uma fraqueza?
Penso
que as principais forças da cena carioca são a energia e alegria das
pessoas. O carioca é hedonista, e gosta naturalmente de festa. Por
outro lado, a praia e o dia competem diretamente com a noite. A praia é
o ponto de encontro por excelência, e quando se passa o dia todo na
praia, nem sempre sobra energia (e às vezes dinheiro) para se gastar na
noite.
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Promoção Molotov21
Daremos vips com direito a um acompanhante (cada) para os cinco primeiros que responderem a seguinte questão:
A primeira edição da FTB, que aconteceu no Nova Lounge, em 11 de junho de 2006, contou com 14 DJs. Diga o nome de cinco DJs que tocaram na festa e ganhe um VIP para a próxima edição.
A resposta deverá ser enviada por email para contato@molotov21.com
*Promoção válida APENAS para os cadastrados no site molotov21.com
Cadastre seu e-mail e participe!
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