Nessa sexta-feira, dia 24 de setembro, as Festas Shout e Eletroshake comemoram seu quarto ano trazendo uma das maiores atrações da música na atualidade: a dupla canadense Crystal Castles (foto abaixo).
Abrem a noite os DJs Diogo Reis e Badenov, já conhecidos pela galera do eletrônico. O primeiro é um dos responsáveis pela festa Moo, umas das mais famosas festas do Rio e o outro foi residente da festa Combo, que rolava as sextas no Lounge 69 e estava sempre bombando.
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Logo depois entra o live do DIGITARIA, lançando seu segundo disco, “Emotion /Simulation”. Descobertos pelo DJ Hell, eles ganharam notoriedade com seu primeiro álbum, lançado pela Gigolô Records, a mesma de Miss Kittin, Vitalic e Fischerspooner. Desde então, Daniel Albinati e Daniela Caldellas já dividiram o palco como nomes como New Order, Ladytron e Anthony Rother.
Eis que chega o duo que vem inflamando pistas all over the world! Como bem definiu Jade Gola, aqui no RRAURL: “ O Eletroclash não morreu. Foi eletrocutado em 8 bit e transformado num monstro sonoro que assusta criancinhas na forma do Crystal Castels”. A dupla formada pelo produtor Ethan Kath e a performática vocalista Alice Glass surgiu em 2003. Influenciados pela cena Noise Punk, substituíram as guitarras por teclados e criaram um som difícil de descrever: ora delicado, ora violento. Seu trabalho de estreia entrou na lista da NME dos 50 melhores álbuns da década passada. Para 2010, eles prepararam um novo disco. Os temas deste foram compostos em ambientes muito distintos, incluindo uma igreja, um estúdio improvisado e a garagem de uma loja abandonada. Tratando-se do Crystal Castles, espere pelo inesperado.
Em seguida, live PA Database, de Lucio Morais e Yuri Chix – que já tocaram em festivais como Tim Festival, Haagen Dasz Music e Eletrônica de BH, já remixaram desde Fatboy Slim e Mixhell a N.A.S.A. e Larry Tee.
A noite conta ainda com os visuais do VJ Caligraffiti.
A Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente conhecida como Ponte Rio-Niterói, localiza-se na baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro, e liga o município do Rio de Janeiro ao município de Niterói. Acontece que em muitos aspectos essas duas cidades continuam bem distantes.
Com o intuito de tentar mixar essa galera, os amigos do Boombass Crew e do Molotov21 se uniram para fazer uma noite que seja ao mesmo tempo conceitual e divertida, criando uma cena bacana, que esteja interessada no que está rolando de mais interesante na música eletrônica, e mais interação entre a galera de Niterói (Nikiti para os íntimos) e Rio. Afinal, não estamos tão distantes um do outro, né?
BRIDGE promete fazer uma conexão entre o que vivenciamos e onde podemos chegar ligando música eletrônica e gente bonita, conforto e diversão. É um conceito que vai unir os melhores representantes da cena eletrônica do Rio de Janeiro e Niterói e novos talentos do nosso mercado.
A festa começa às 21hs com o DJ Mario Bros tocando sua coleção de downtempo. Em seguida, entram os novos talentos de Niterói, Gabriel Torres e Pedro Kurdian, que só saírão da cabine quando forem substituídos por Felippe Barcellos e Marcelo Abreu. Completam a festa os cariocas Pedro Mezzonato e Bernardo Campos. O VJ Guilherme Rocha ficará encarregado pelas imagens
Ouça aqui o set da dupla Marcelo Abreu e Felippe Barcellos:
Boombass - From Musik Box 2 Discoland by boombass_brazil
Set Promo do DJ Bernardo Campos:
Bernardo Campos @ Bridge Promo by Molotov21
Set Promo do DJ Pedro Kurdian:
Pedro Kurdian @ BRIDGE Aug-2010 by pedrokurdian
A boate Line Up Lounge fica na rua Mariz e Barros, 237, em Icaraí, Niterói-RJ
Veja fotos do club:
Recapitulando: a festinha será no próximo sábado, dia 21 de agosto, à partir das 21hs.
O som ficará por conta dos DJs Bernardo Campos, Marcelo Abreu, Mario Bros, Gabriel Torres, Felippe Barcellos, Pedro Mezzonato e Pedro Kurdian e as imagens serão feitas pelo VJ Guilherme Rocha.
Pra entrar:
R$ 40 Homem
R$ 20 Mulher
... Ou mande seu nome para a lista amiga e entre na mamata:
R$ 20 Homem
R$ 10 Mulher
E-mail para lista: bridge@boombass.com.br
“Coletivo de DJs, produtores e musicólatras cariocas entorpecidos por ondas analógicas e códigos binários.”
Essa frase resume bem a onda dos caras, que levam a sério e colocam em primeiro plano a música, algo cada vez mais raro na ceninha eletrônica da Cidade Maravilhosa. Em parceira com a MOO, de Bruno Guinle, Eduardo Christoph e Diogo Reis, a festinha será no Lapa Café, local ainda desconhecido pela galera clubber. Para quem não conhece, a casa fica na Av. Gomes Freire, 453, na Lapa (óbvio!). Para entrar é só pagar R$ 45 ou colocar o nome na lista amiga (lista@valvu.la) e entrar por R$ 25, mas tem que chegar cedo, a lista só vale até 1h.
O line up contará com Mika, Saduh e Spark (Valvula Jam), representando o Coletivo, e Eduardo Christoph e Diogo Reis, representando a MOO.
Válvula JAM é o live PA conduzido por Miravalles (beats e batuques) e por Ivan LP (bass lines). Para a festa de aniversário, os talentosos produtores prepararam uma apresentação especial do Válvula JAM. Nesta ocasião especial foram convidados três integrantes do grupo de jazz, Bamboo, Bernardo Ramos (guitarra), Vitor Gonçalves (Teclados, Synths) e Josué Lopes (sax), que terão oportunidade de improvisar sobre as bases criadas pela dupla valvulada.
Deixando o papo de lado, segue um vídeo com um trecho do último ensaio:
Vídeo da apresentação ao vivo:
Conheça um pouco mais sobre cada um deles:
Ivan LP
http://rraurl.com/ivanlp
Começou a se interessar por música eletrônica à partir da primeira metade dos anos 90 e sua iniciação neste universo se deu através do breakbeat, dub, trip hop e ambient. Em meados de 1995 passou a frequentar os clubes onde aconteciam as principais festas de techno do Rio de Janeiro o que o fez se interessar profundamente pelo gênero. Em 2001, após passar um longo período pesquisando estilos e indo aos clubes decidiu aprender a arte da discotecagem, onde através do contato com DJs experientes adquiriu experiência técnica e profissional.
Já em 2002 passou a se apresentar nos principais clubes e eventos do Rio de Janeiro como, Bunker 94, Fosfobox, Sygno e Dama de Ferro, Projeto Fase (MOO); Blackmail e Mary in Hell em BH; D-EDGE e CLASH em SP . Hoje é um dos componentes do Coletivo Válvula: http://valvu.la/
Fanático por tecnologia, faz parte de um projeto audiovisual com o coletivo Hckr.tv que já se apresentou em dois dos maiores festivais de arte digital do país: FAD em Belo Horizonte e F.I.L.E em SP. No final de 2006 adotou o Ableton Live como plataforma de discotecagem.
Suas influências são muito vastas e podem vir dos mais diversos artistas e estilos musicais, já que considera a música eletrônica um campo aberto para a experimentação. Alguns artistas tiveram influência decisiva no seu trabalho como Kraftwerk, Aphex Twin, Derrick May, Giorgio Moroder, Afrika Bambaata, Lee Scratch Perry, Laurent Garnier, Jeff Mills, Anthony Rother, Richie Hawtin, Depeche Mode, entre outros.
Mikael Virkki
http://soundcloud.com/mikavirkki
Por influência do pai, a música sempre esteve presente em sua vida. No som de casa escutava-se jazz diariamente. Quando conheceu a música eletrônica no final da década de 80 ficou magnetizado pelos sons do vocoder e pelas batidas do electro. Até hoje em seus sets as músicas produzidas pelos precursores do techno e do house de Detroit e de Chicago têm espaço garantido. Essas influências podem também ser percebidas em suas produções como Sokeriton e como Girgonz. Quando toca procura mesclar músicas novas com os clássicos não só da música eletrônica mas também do funk, da disco, do jazz e da música experimental.
Miravalles
http://americanfolkmagic.com.br
Rodrigo Miravalles é filho de espanhóis anarquistas que fugiram do regime ditatorial de Franco. Desde muito pequeno se interessa pelos movimentos culturais transgressores, anárquicos e vanguardistas. Formou seu caráter na Praça da Bandeira e na Lapa, em meio a punks, metaleiros, malandros e prostitutas. Dedicou grande parte de sua juventude ao rock, militando ativamente em nome da causa. Em meados dos anos 90, sua vida passa por uma transformação radical ao descobrir a música eletrônica para pistas de dança. A mudança completa, no entanto, se dá ao dar início a uma séria pesquisa sobre a Disco Music (um caso de amor muito sério) e as drogas psicodélicas.
Hoje faz parte do coletivo carioca de criadores, DJs e pensadores Válvula (http://valvu.la), mantem um podcast eclético chamado American Folk Magic (http://americanfolkmagic.com.br), escuta praticamente de tudo e se esforça para conseguir aglutinar toda essa miríade de música em seus sets.
Saduh
http://soundcloud.com/subsolo
As origens do DJ Saduh remontam aos seus 15 anos de idade, quando foi apresentado ao Techno em um afterhours, pela própria mãe, então residente na Suíça.
Mas foi em 2000 que teve suas primeiras experiências como DJ, sendo ainda no mesmo ano finalista de um campeonato nacional de DJs realizada na Mega Rave Hypnotic (SP),
de onde surgiram nomes que hoje ocupam grande destaque, como Murphy e Lukas.
Desde então foi residente da Disco Inferno, projeto que no início da década de 2000 devolveu a cidade do Rio ao circuito dos afterhours, fez apresentações em clubes/festas/programas de rádio, entre eles Clash Club, Bunker94, A Loca, Club Kraft, Matriz, Transamerica FM, com destaque para o U-Club, situado em Bratislava, capital eslovaca. Já dividiu a cabine com os britânicos Regis e Vince Watson, os eslovacos Rumenige e Loktibrada, além de Camilo Rocha, Maurício Lopes, Schild, Ricardinho NS, Kammy e o português Link.
A busca pela inovação é marca inerente à sua atividade como DJ. Em 2001, esteve entre os primeiros DJs cariocas a se apresentar (em dupla com o DJ André Lima) com 4 decks e 2 mixers; em 2007 foi feito o projeto Warp, em parceria com Ivan LP, onde as festas eram dedicadas à discotecagem 100% digital. E foi a partir da colaboração neste último projeto que teve seu leque musical ampliado.
O resultado dessa transformação é que hoje seus sets transitam com fluidez do Techno pesado e sombrio à descontraída House Music, passeando pelo Minimal, Electro, IDM, EBM, Synthpop, Dubstep e o que mais for possível.
Spark
http://djspark.com.br
Raro representante do techno no Brasil, o DJ Spark tem histórias para contar. Começou carreira em Florianópolis/SC em meados de 1994, movido por uma forte paixão pela música eletrônica que vinha desde a virada dos anos 80 pros 90.
A história é comum: seu gosto para música chamou a atenção dos donos do extinto Fabrica de Arte, em Florianópolis, onde começou quase sem querer sua carreira de DJ, com as técnicas que aprendeu na loja de discos em que trabalhava. De pequenas festas, tocando com CD, começou a encarar noites com discos de vinil e a ser chamado para tocar em clubs e eventos em outros estados.
Ainda em Florianópolis foi residente do Orbita, um dos poucos espaços dedicados à eletrônica no sul do país na época. Agora em 2009, às vésperas de completar uma década de moradia na capital do Rio de Janeiro, mantém a preferência por sets de techno e electro, estilos que combinam com sua faceta de pesquisador: "timbres líquidos e músicas cheias de perguntas e repostas permeiam meu set, que não tem limitação de estilo. Gosto de misturar coisas antigas, mas não de parecer revivalista", diz Spark.
Essa influência retro-futurista cerca o som do DJ de uma sonoridade sintética e techno, que Spark colore com ecletismo, diferencia com discos tirados de sua vasta coleção de vinis garimpada em sebos, e pontua com elementos do que é novidade. Foi residente no Rio de Janeiro dos clubs Bunker, Barman Club e Dama de Ferro e é figura fácil nas festas do circuito eletrônico de Belo Horizonte, espécie de segundo lar do DJ, onde toca constantemente há cerca de 6 anos em clubs como Up, Josefine/Roxy, Mary in Hell e Blackmail.
Prestes a começar sua primeira turnê no Brasil, que inclui gigs nos paulistas Hot Hot, e D-Edge e no carioca Studio Line(RJ), o argentino Manuel Sahagún bate um papo conosco e abor
da temas que vão desde a cena musical da Argentina, seu trabalho na label Candy Music, o qu
e ele pretende tocar em seus sets por aqui e também sobre como é torcer pela seleçã
o de Maradona na Copa do Mundo, em pleno território brasileiro.
Como é a cena clubber argentina atualmente e que estilos tem feito mais sucesso por lá?
A cena de dance music argentina tem estado ótima atualmente. Levou mais de um ano para que o público de música eletrônica por lá criasse raízes e tivesse suas próprias peculiaridades, assim como o do Rock n' Roll. Infelizmente está tudo concentrado em Buenos Aires, apesar de termos ótimos clubs em cidades como Rosário e Córdoba.
Hoje em dia você pode ouvir bastante tech-house e minimal-techno, mas o house parece estar só agora crescendo com uma nova geração de produtores inlfluenciados por indie-rock, pop, funk, etc.
Em 2009 você esteve excursionando pelos Estados Unidos e agora está vindo ao Brasil para tocar em excelentes festas como a Paradise na D-Edge, a Levada no Studio Line e o lançamento da Voyage Bookings no Hot Hot. O que mudou na sua carreira desde esta última turnê?
No último ano estive bastante ocupado como DJ e não me dediquei ao meu lado de produtor, como eu gostaria. De qualquer forma, eu passei muito tempo ouvindo novas tracks diariamente e percebi o quanto é dificil encontrar música boa entre as centenas que são lançadas todos os dias.
Estou muito feliz com meu DJ Set, Tenho procurado experimentar novas direções e o público parece sempre gostar mais e mais.
Seus sets são conhecidos por se caracterizarem um passeio do deep ao jackin cheio de influências disco. O que você pretende tocar para as pistas brasileiras?
Já ouvi dizer que por aí o público gosta muito das faixas mais dançantes e grooveadas e preparei uma grande variedade de opções que se encaixem nesse quesito: deep, funky, tech, etc.
Honestamente, mal posso esperar pra tocar na Levada este sábado!
E sua label, a Candy Music? Fale um pouco dela pra nós.
Eu e Jay West estamos trabalhando muito para alavancarmos nossa gravadora, principalmente procurando por novos artistas. Tivemos releases que venderam bastante em 2010 e um deles foi o meu EP Memory Lane (NR: que vocês podem ouvir abaixo). Sei que no Brasil há diversos bons produtores como Jota Wagner e nós adoraríamos lançar mais artistas brasileiros.
Mudando de assunto, como é a sensação de ser argentino e torcer pelo time de Maradona estando no Brasil em plena época de Copa do Mundo?
Hahaha, tenho pensado bastante sobre isso. Sinceramente se a Argentina não vencer eu quero que o Brasil vença esta Copa, seria insano ver todos vocês celebrando a conquista por aqui. De qualquer forma, não gostaria de estar aqui durante um Brasil x Argentina, seria no mínimo desconfortável...
O cantor da lendária banda norte-americana Velvet Underground vai lançar em julho, pela editora paulista Companhia das Letras, seu livro "Atravessar o fogo", na Festa Literária Internacional de Paraty. A edição de 2010 do evento acontece entre os dias 4 e 8 de outubro, na bela cidade de Parati, localizada no litoral do Rio de Janeiro.
Esse ano, a FLIP vai homenagear o sociólogo Gilberto Freyre, autor de "Casa-grande & senzala", e deverá ter a participação do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que já escreveu diversos artigos sobre a obra do homenageado.
Entre os autores já estão confirmados os quadrinistas Robert Crumb e Gilbert Shelton, além de Azar Nafisi, Abraham B. Yehoshua, Lionel Shriver, Terry Eagleton, Colum McCann, Robert Darnton, William Boyd e Salman Rushdie.
Ótima notícia, mas bem que podia rolar um showzinho também, né?
A Levada, primeira de muitas parcerias entre o Molotov21 e o RioCabana, surge com a ousada proposta de homenagear as divas mais levadas de hoje e sempre.
A primeira, como não podia deixar de ser é a levadíssima Kate Moss que estará presente em espírito e referências na pista do Dama de Ferro este sábado.
Além de nossa musa-Moss (com o perdão do trocadilho), a LEVADA é do house, com generosas pitadas de techno, comandadas pelo headliner Rafael Droors (Jamanata Crew/Apavoramento), pelo convidado Rafael Kieffer que faz o esquenta pros Pedros residentes Piu e Mezzonato; Bernardo Campos e Breno Ung.
A semana não é santa, é LEVADA!
A festa MAZE* antecipa o nosso final de semana pra quinta, ao trazer em dois dias seguidos headliners de tirar o fôlego e fazer biquinho pra falar o nome.
O Toxic Avenger que toca hoje no Studio Line foi citado pela Rolling Stone como 'artista a ser visto.' Precisa dizer mais? Só que ainda vai ter OsRitmosDigitais, Roots Rock Revolution e Herr Doktor.
E amanhã é dia de ver um dos magos do electroclash mostrar seus dotes. O 'Gigolo' David Carretta aporta no antigo Barman Club, aquele inferninho na Praça do Lido em Copacabana, que já foi palco dos primeiros after hours do Rio, além de já ter recebido nomes de peso como Marc Houle e Electrixx. Pra completar o line up, tem Renato Lopes, Gustavo MM e Nepal!
O tempero especial das duas edições fica por conta dos drinks da Flaming Lips, equipe de Sandra Mendes, a Mrs GIG e lenda dos áreos tempos de Dama de Ferro.
Maze* :: http://festashout.com/maze/
Quinta/26.11 : 23h
Studio Line. Rua Álvaro Ramos, 414 - Botafogo
Toxic
Avenger (Paris / França)
Yugo & Salim (OsRitmosDigitais)
RRR
Roots Rock Revolution (SP)
Herr Doktor (the mess)
R$
15,00 - Com Lista até 01H (mandar nomes até 17h de 5ª para
loulou.chavarry@gmail.com )
R$ 25,00 - Sem lista ou após 01H
NÃO
ACEITARÁ CARTÃO DE CRÉDITO
Sexta
/ 27.11 23h
Pça do Lido . Rua Belford Roxo, 58 (antigo Barman Club) - Copacabana
David
Carretta (Gigolo Records / França)
Gustavo MM (Combo)
Renato Lopes (SP)
Nepal (Apavoramento)
Preços:
R$ 20,00 - Com Lista (mandar nomes até 17hs de sexta
para loulou.chavarry@gmail.com
)
R$ 30,00 - Sem lista
NÃO ACEITARÁ CARTÃO DE CRÉDITO
Quinta/26.11 : 23h
Studio Line. Rua Álvaro Ramos, 414
Botafogo
Toxic Avenger (Paris / França)
Yugo & Salim (OsRitmosDigitais)
RRR Roots Rock Revolution (SP)
Herr Doktor (the mess)
Bar: Flaming Lips Bartenders
http://sandramendesbartenders.blogspot.com/
R$ 15,00 - Com Lista até 01H (mandar nomes até 17h de 5ª para loulou.chavarry@gmail.com )
R$ 25,00 - Sem lista ou após 01H
NÃO ACEITAREMOS CARTÃO DE CRÉDITO
TOXIC AVENGER - Citado pela Rolling Stone como um dos mais importante artistas a ser visto, o Toxic Avenger assegurou seu lugar como um dos maiores produtores de Eletro, e assinou trabalhos em parceria com um número considerável de artistas a exemplo de Ladytron, Late of the Pier, Chromeo, e o IHC labelmates Heartsrevolution.
Além disso, já se apresentou pelo mundo com artistas de peso incluindo MSTRKRFT, Late of the Pier, Black Lips, Yelle, The Teenagers, Vitallic, e Public Enemy.
Sexta / 27.11 23h
Pça do Lido . Rua Belford Roxo, 58 (antigo Barman Club)
Copacabana
David Carretta (Gigolo Records / França)
Gustavo MM (Combo)
Renato Lopes (SP)
Nepal (Apavoramento)
Bar: Flaming Lips Bartenders
http://sandramendesbartenders.blogspot.com/
Preços:
R$ 20,00 - Com Lista (mandar nomes até 17hs de sexta para loulou.chavarry@gmail.com )
R$ 30,00 - Sem lista
NÃO ACEITAREMOS CARTÃO DE CRÉDITO
capacidade: 250 pessoas
Como não podia deixar de ser, a festa Nano que comemorou o aniversário do DJ Pedro Mezzonato nesse último sábado no Fosfobox foi um sucesso. Diversos DJs de renome na cena carioca se revezaram nas pick-ups e o resultado foi uma noite composta de diversas sonoridades de extremo bom gosto.
Poderia ficar horas falando de cada DJ, até porque todos mereciam, mas quem realmente me surpreendeu na noite, e pode ter certeza que não foi só a mim, foi a DJ Marie Bouret. A última vez que a vi tocar foi no Boox em Ipanema, o que não conta muito já que a proposta da casa é house extremamente comercial, mas mesmo assim ela já mostrava bom gosto e podiamos sentir uma pitada de "underground" no meio de seu set. Na Nano, a menina mostrou que sabe tocar pra diversas pistas e que gosta mesmo de música boa.
Pra quem quiser curtir o último set da menina, tá bem no estilo que ela apresentou na festa:
DeepTech MarieBouret by mariebouret
Tirei algumas poucas fotos da festa. Quem quiser conferir como foi a noite é só entrar no Flickr do Molotov21.









