O clipe do Yo Ho Delic para a música "Brazil, Banana, Samba" tem uma estética bem bacana; e trás com ela uma crítica social, uma coisa brasileira, um lance de agressividade. Tudo isso para lembrar de um dos meus ídolos de quando era criança e que nos deixou. Morreu na quarta dia 9, vítima de câncer, Luis Carlos Alborghetti. Ele tinha 64 anos. Há trinta apresentava programas de rádio, TV e Internet sempre focados no jornalismo policial. Já foi também deputado estadual e vereador.
Alborghetti aparece no vídeo do Yo Ho Delic por volta de 1’25’’ (logo após o Gil Gomes). Sua personalidade retrata bem o tema e o clima do clipe: nervosismo, indignação, violência. Tudo isso ele colocava para fora em seu programa em forma de revolta. E isso me deixava perplexo, nunca tinha visto alguém levando uma coisa tão a sério na TV. Mas ao mesmo tempo era divertido. Até na hora do merchandising a coisa era intensa:
Figuraça com sua toalinha no ombro, o porrete na mão, os dentes tortos, e o óculos solto no rosto. Mestre Dalborgha, como era chamado pelos seguidores, sempre foi marcado pelo exagero. “Bandido bom é bandido morto!", ou "O fulano agora está no colo do capeta!", eram frases clássicas. Mas Alborghetti tinha bordão mais moralista também como "Vamos tirar a máscara e lavar a cara!" ou mais carinhoso como "Um beijo na sua alma!" Agora eu te pergunto: Eu to louco?





É a merda do politicamente correto, uma das faces do falso humanismo que vem desde meados do séc XX. E tende a piorar, pois com a net onde todo mundo sabe o que todo mundo fez/faz e esta tudo no Log de algum server, ao inves da suposta liberdade de idéias de um mundo novo, ja estamos vivendo uma nova era da hipocrisia de opiniões, pois ninguém quer se queimar/comprometer. Basta ver que no fundo no fundo, todo mundo tem aquele montes de chavoes, opinoes e posições pasteurizadas e boçais.
E prefiro o Renato Cohen no Disk Putas do que como DJ e produtor*
*mentirinha, hehehehehe...