Confesso que não tinha ido ainda ao Dama de Ferro depois da
mudança de gestão. Talvez por decepção
de ter tido minha proposta superada, talvez pela minha pausa estratégica de
produzir/freqüentar festas nessa baixa temporada carioca.
Fui na Do Hauze, no último sábado e me diverti bastante. Vi e revi amigos, ouvi música boa e vi um Dama de Ferro com uma nova cara. Público revitalizado e respirando ar novo. Parabéns pra nova gestão por esse upgrade que o clubinho mais conceito da cidade, antes agonizante, precisava.
Mas se no primeiro post do blog, eu disse que não iria me render aos possíveis lobbys, não seria agora que o faria. E mantenho minha opinião estritamente pessoal.
Não gostei nada da nova decoração e iluminação do Dama, achei totalmente fora do conceito milimétricamente pensado pela artista plástica Adriana Lima (a própria Dama de Ferro).
O laser verde na pista de baixo deixou o ambiente com uma certa cara de rave, no lugar dos spot lights vermelhos que davam aquele ar elegantemente soturno e sensual.
Mas o laser só não fez mais feio do que um crime arquitetônico no andar de cima. A graça daquele ambiente era justamente as portas das cabines do banheiro serem expostas. Botar um pano branco pra isolar o banheiro? Reduziu o espaço e destoou totalmente do projeto original. Ficou com cara de “gambiarra”.
Aqui vão meus parabéns pelos acertos e minhas críticas construtivas pelos que eu considero erros. Sucesso!
We drop bass in your face, b-b-bass in your face




