Não leia este post sem dar o play acima.
Você assiste ao estopim de um movimento genuíno no underground, com punch para brilhar muito em grandes palcos em 2011. Hoje será a primeira apresentação dessa galera com o nome Crew Credo.
Quem curte as novidades "gringas" oriundas de basslines, Uk funky e dubstep seu lugar é na pista dos caras. Sem taxa de embarque..
O amigo e produtor revelação Cavalaska reuniu uma verdadeira família de MCs com sangue nos olhos para criar algo novo: Astrid Milan Hage, Arcanjo Ras, Mc Quilombola, Dom Lampa & Sintonia (Julgados Culpados).
Saca o preview do #dubstepnacional e até a pista!
Cavalaska Feat. Astrid Milan Hage - No Controle by cavalaska
Sentiu o drama? Corre!
Lista Xiliquê - 25,00 consumação (lista@xilique.com.br - enviar nomes até 18h)
Ganhe vips no twitter @festaxilique
House "inglês" com MCs no lead. Londres pós-moderna em sintonia com o dub dos imigrantes negros. Batidas quebradas. Basslines firmes e funkeados. Timbres rústicos, sujos e estética-poética com o coração na Jamaica. Pé no jungle originário e cabeça na técnica de masterização lo-fi e hi-fi. Interesse por dubstep, foco no 4x4 disco-funk-house.
É muito difícil descrever o talento de uma figura genial (e geniosa - em off!) e ainda mais por se tratar de um amigo de verdade.
Fabeo Firsoff, seu nome, 28 sua idade... uma mente avançada por trás do mirabolante "Meu Nome é Carlos", alcunha que alivia sua timidez. Parece MKT? Dúvido, o cara é 1000 % low profile, porém do "amado" signo de Leão, né?
Ele curte o iconoclastra Rogério Skylab, vive sussa no seu canto atrás do Estádio do Morumbi, mas pega sua moto e atende clientes diversos como T.I. para pagar as contas.
O cara toca de tudo um pouco... percussão com Allan Zi no grupo Umainda, ex-baixista da banda rocker Hello Dali, produtor musical do T.C.C. sobre "Tom Zé, Amon Tobin e Dubstep" e do Interdisciplinar "Re-Tropicálica" na Anhembi Morumbi (produção musical).
OUÇA, DEVORE!
Meu Nome é Carlos - Minimix by marmitasonica
Bedroom DJ desde sempre, fã da dance music de rádio antes de 1997 e da cultura FM virar sinônimo de f#*& para a cena!
Recentemente, o "novo" artista da noite paulistana mostrou serviço na cabine do Vegas por duas vezes (Quebrando A Fome e Xiliquê) - Jungle set em uma, Speed Garage em outubro.
"My Name's" também integra live PAs inusitados e experimentações extra-clubber, como a Orquestra de Laptops de Santo André.
Pra quem curte os gêneros ingleses Fidget e Crack House nos EPs do Zinc, Jack Beats, Jesse Rose, Lee Mortimer e o Funky da galera de UK... Cuidado, esse filé da década de 1990 vicia. Revival lado-b?
O núcleo Subverte, conhecido por reunir festas, DJs e exposições de novos talentos das artes plásticas toda semana no Vegas, arrecadará brinquedos em sua última edição amanhã (29/9). Para se despedir do público em grande estilo, o DJ Hero Zero (foto) e a promoter Dani-se organizam uma festa beneficente na noite do Baixo Augusta. O projeto Subverte já agitou outras ações benês na casa.
"Os brinquedos serão destinados a Associação de Proteção Habitacional das Crianças Carentes - PROHACC. A idéia surgiu já no inicio da Subverte no começo deste ano através da Dani, especialmente para o dia das crianças", revela o DJ residente que também é papai.
"Infelizmente será a última Subverte. Daremos um tempo no projeto para reformularmos melhor as idéias e em breve retornar com novidades", completa.
Para que a mulecadinha tenha um dia das crianças mais feliz, leve brinquedos e vá conferir o show do Stop Play Moon e os DJs Hero e Roots Rock Revolution de graça. A festa intitulada "Music4Life", em parceria com a Levi's, vai liberar a entrada VIP de quem doar um brinquedo novo (ou usadp em ótimo estado).
Você está lendo este post aqui no Marmita Sõnica, pois fazer festa beneficente não é moleza. O projeto Xiliquê, que organizo com cunho filantrópico ao lado do amigo Benjamin Ferreira, está se virando do jeito que pode para mobilizar as pessoas. Venho aqui agradecer todo mundo que votou nas ONGs no blog da festa e ajudou a escolher a beneficiada do mês.
A Associação Crescer Com A Gente venceu com 42%, enquanto o Instituto Assistencial Meimei ficou com 33% e a Casa do Consolador com 25%. Estas duas últimas recebem alimentos não perecíveis todo mês da Quebrando A Fome, festa que abriu primeiro os nossos olhos na formatação dos "xilics sociais".
A Crescer existe há 8 anos na Cidade Dutra, em São Paulo, e tem como objetivo atender comunidades carentes em colaboração com órgãos públicos especializados em saúde mental e fonoaudiologia. Atende atualmente 120 pessoas entre crianças, jovens e adultos em sua diversas modalidades, promove workshops para a comunidade, escolas e também participa na co-formação de educadores da rede de ensino pública.
Começamos essa votação agora em abril, e vamos repetir a dose nas próximas festas, lembrando que a Xiliquê rola mensalmente de sexta-feira no Vegas. É muito legal ver as pessoas se dispondo a ajudar o próximo no momento máximo de sua diversão. Acreditamos que a
música eletrônica tem um grande poder de conscientização para questões sociais,
pois dançar horas a fio é antes de tudo um movimento tribal de união. Hoje (16.04), vamos receber o set do músico Rafael Moraes com um feeling deep que só ele tem. Quem acompanha o seu "Beats Eldorado" na FM tá ligado na responsa. Confira uma entrevista do DJ para este blog, aqui. E será aniversário do host Elton Bergamo, fofo que sempre nos ajuda a receber os alimentos do público na entrada do clube. A fotógrafa Ida Feldman te espera para clics xiliquentos.
SERVIÇO:
Xiliquê começa às 01h30 na pista Basement – Festa Plastik rola no Lobby!
Lista-doação c/ 1 kg alimento: R$ 15,00 (enviar nomes completos até 20h00 da data para e-mail lista@xilique.com.br)
Érico
Theobaldo já está amadurecendo a idéia de ter um album solo. A gente agradece
muito. Será uma ótima chance para conhecer (e entender) todas as multifacetas
do homem num mesmo tecido. Produtor versátil até o caroço, como DJ Periférico costura scratchs e beats para o grupo de rap politizado Z’áfrica Brasil e
breakbeats imagéticos com o coletivo Embolex. Como Érico mesmo mexe as baquetas
e samplers na banda de electro-break-rock Téléphatique. Seu grupo já abriu shows da
turnê americana do Tricky, além de warm-ups para Massive Attack, Pj Harvey e Hot
Chip.
Como se não bastasse, o geminiano low profile (coisa rara no momento de MySpaces tunados) se desdobra ainda em produções de álbuns de canções. São trabalhos super distintos. Do disco "Antigamente Quilombos, Hoje Periferia", do Z'áfrica ao "Pet Shop Mundo Cão", do Zeca Baleiro. De "Nada A Declarar", do Renato Godá, ao projeto Autoload. Érico toca nesta sexta no projeto beneficente Xiliquê no basement do Vegas Club. Seu ecletismo "a procura da batida perfeita" como DJ ajuda no processo criativo das produções.
“Gosto de muita coisa diferente, então hoje em dia não me prendo tanto ao BPM, senão teria que deixar muita coisa boa de fora. Mas também gosto daquela sensação hipnótica que só se cria mantendo o beat por um tempo sem quebrar. Sou geminiano então tento equilibrar esses dois momentos no set. Sem dúvidas, como DJ ajuda no processo da produção. De cara já te dá mais referências. Boa parte da minha motivação está no desafio em si de trabalhar com algo novo, e na troca de experiências com as outras pessoas com bagagens diferentes das minhas. Gosto muito de me aprofundar no universo da pessoa com quem estou trabalhando e também de levar a minha experiência com trabalhos totalmente diferentes. Gosto quando as coisas se misturam e vejo o Z'áfrica no Zeca, o Télépathique no Z'áfrica e o Zeca no Télépathique”, explica.
Embolex Mixtape
“Gosto de pegar só por exemplo uma voz e imaginar como aquilo pode virar uma outra música completamente diferente da original. Ou também juntar duas ou tres músicas numa terceira. Fiz uma mixtape agora com o Fernão, pro Embolex, onde a gente fez um pouco de tudo bem livremente, inclusive alterando o pitch e andamento original. Como é o caso desse mashup de "Cira, Regina e Nana" do Lucas Santtana com "Sega Beats" do Disrupt.”
Érico agora faz parte do Boogie Central, blog que virou projeto de produção do amigo Benjamin Ferreira. “Acabamos de fazer um remix pro Faze Action”, revela. A faixa é aguardada ansiosamente para o mês de junho. “Tem um single do Télépathique que já está pronto e deve sair logo nos Estados Unidos. Tenho feito muita trilha, como a do longa "Natimorto", do Paulo Machline baseado no livro do Lourenço Mutarelli que já estreou em festivais mas ainda não entrou em cartaz. To fazendo a música de um espetáculo de dança inspirado em Virginia Woolf, dirigido e coreografado pela Sonia Lopes Soares, que estréia em junho. Tem um convite do Teatro da Vertigem para fazer a música da próxima montagem deles. E tenho feito bastante coisa sozinho e to amadurecendo a idéia de um album solo.”
TÉLÉPHATIQUE
Mesmo com tantos projetos, a banda queridinha do DJ parece ser mesmo a Téléphatique, onde ele contribui seus conhecimentos integralmente na criação. “No Télépathique também sou autor junto com a Mylene e produtor das músicas. Participo desde o inicio do processo de composição com ela e com o Mauricio, até a mixagem e masterização. E depois na transformação disso em show. Então tem muito de mim no resultado final. Eu vejo a banda como um laboratório onde posso praticar tudo que eu gosto em todas as fases do processo.”
Marmita Sônica - A pergunta trivial que todo mundo deve fazer: como foi abrir shows para Tricky, Massive Attack e Hot Chip?
Érico Theobaldo - O melhor dessas situações é poder tocar num bom palco para um público grande que não te conhece ainda. Com Massive Attack e Hot Chip nós nem encontramos no backstage, era um festival muito grande ( Hype Tejo). As bandas tocam e somem. Com o Tricky era uma tour então nos esbarravamos todo dia, conversávamos com os músicos e a equipe técnica. É bom pra desmsitificar essa coisa do ídolo, ver ele ali em carne e osso trabalhando como voce. No primeiro dia em NY no meio do show eu olhei pra traz e ele tava assistindo do fundo do palco e fez sinal de positivo. Ficamos super lisonjeados pois somos fãs principalmente dos seus primeiros trabalhos.
Marmita Sônica - Seu trabalho na banda é bastante reconhecido no exterior. Você acredita que há uma falta de reconhecimento do público brasileiro?
Érico Theobaldo - Não acho que é falta de reconhecimento do public, pois mesmo sem nenhuma divulgação sendo feita aqui, recebemos muitas mensagens de gente de vários lugares do Brasil, dizendo que gosta do trabalho e perguntando quando a gente vai lá tocar. Acho que são vários fatores. Primeiro por ter começado fora, pois morávamos em Portugal. Não tinha como vir fazer show no Brasil, consequentemente o trabalho não foi lançado aqui na época. Então nunca teve assessoria mandando material para imprensa. Quando sai matéria aqui é por que falaram bem da gente na SPIN ou porque fomos fazer turné nos Estados Unidos. Acho que o álbum perdeu o timing para ser lançado aqui e agora pensamos mais no próximo, que ta bem diferente em relação a sonoridade. Quem sabe esse terá uma história diferente, até pelo fato de morarmos todos em São Paulo.
Marmita Sônica - Como foi a experiência em ter começado o projeto fora do país? Por quê escolheram Portugal?
Érico Theobaldo - Portugal foi meio sem querer. Estávamos com o álbum pronto e eu tava numa tour com o Zeca Baleiro que acabava em Portugal e a Mylene tinha arrumado uma casa pra gente passar um mês e tinhamos conseguido agendar alguns lugares pra tocar. As gigs foram se multiplicando, virou uma bola de neve. tocamos em muitas cidades. Nos tratavam muito bem. As pessoas brigavam por uma data nossa. A Mylene ficou mais um ano e meio. Foi bom ver o Brasil de longe, daquele ponto de vista, nos deu maturidade. Isso foi em 2006. Em 2009 nós voltamos pra lá e fizemos um show no Porto, numa noite com Pj Harvey, e foi incrivel ouvir as pessoas cantando as nossas músicas depois de tanto tempo sem tocar lá. Nós consideramos Portugal nossa primeira casa. O Brasil é a segunda ou terceira.
Para o lançamento oficial do CD "Dance Box" nas pistas, o Drumagick fará set inédito de crack house no Vegas, mostrando influências e graves gordos do seu terceiro álbum de produções. O disco duplo vem recheado de tendências surpreendentes até mesmo para os fãs mais assíduos da dupla. Ouça o hit “Make It Rock”.
A festa Xiliquê agiliza uma cópia do CD + VIP para as primeiras 8 pessoas que enviarem o nome para a lista (lista@xilique.com.br) - a partir de agora. Para entrar no club e retirar o disco, a pessoa premiada deverá levar seu RG + 5 kg de alimentos não perecíveis. O projeto mensal é beneficente e a ONG do mês de fevereiro é a Obreiros de Jesus, que ajuda cerca de 300 famílias da favela Vietnã, na zona Sul de São Paulo.
O CD duplo também estará à venda pelo preço promocional de 20,00 nos caixas do Vegas. Mais infos no blog da festa www.xilique.com.br.
Serviço:
Festa Xiliquê @ Vegas Club
Sexta, 19/02 a partir das 0h00
Pista Basement abre às 1h30
DJs residentes: Marmitex e Benjamin Ferreira
DJ convidado: Drumagick
Vegas Club – Rua Augusta, 765 – Centro – Consolação – Tel: 3231-3705
Entrada: R$ 30,00
Lista-promo: R$ 25,00 entra – lista@xilique.com.br (enviar nomes até 20h00 do dia)
Lista-especial c/ alimento: R$ 15 entra ou *30 consuma* (a escolha) – enviar nomes e levar 1KG de alimento p/ ter acesso a esta lista;
Se o conceito universal de 1917 que rege a associação Lions Club se refere à liberdade, inteligência, ordem, nacionalidade e serviço, a tradução que o novo nightclub do centro fará para a noite de São Paulo é calcada em discotecagens especiais de atrações nacionais. Curadoria astuta a serviço da nação hedonista do fervo.
Cinco anos depois de ajudar a revitalizar metade dos 3008 metros da rua Augusta com o Vegas, Facundo Guerra se junta a Cacá Ribeiro, que é responsável entre outras coisas por levar bem-nascidos ao glamour decadente da Av. São Luis no Royal. Os outros dirigentes leonísticos são Tibira, que viu graça no empoeirado açougue da década de 50 - hoje o bar Z Carniceria. E Augusto Arruda Botelho, conhecido pelo trabalho a frente do Clash Club - e cabeça por trás do membro Nessuno na sociedade fechada a.k.a. fórum do Rraurl.
O Lions Nightclub tem uma varanda com vista espetacular para o centro de São Paulo, mirando a Catedral da Sé, a Igreja das Almas, o Banespa e a Av. 23 de maio (fotos no DeepBeep40 aqui). Mas o alvo certeiro rola mesmo no "código de ética" interno da curadoria. Segundo Facundo Guerra, que tem mestrado e doutorado em ciências políticas pela PUC-SP (!), eles vão desafiar os domadores de cabine como você confere na entrevista abaixo. O clube de cavalheiros reloaded abre para o público no dia 25 de fevereiro. Cheers!
Marmita Sônica – Li que os DJs farão apenas sets especiais, mostrando suas influências e lado-Bs. O que já pode falar sobre a programação?
Facundo – Analisando as programações atuais da cena de São Paulo, vimos que não há muito espaço para novos talentos, pois o underground é muito fechado. E os locais mais caros se limitam a oferecer os sets de sempre dos convidados. Estamos propondo sets de pesquisa, lançando um desafio para os DJs, no que chamamos de inversão de sinal de case. A quinta-feira será de música negra em geral, de funk até Chicago house, menos hip hop. A sexta será regada de hedonismo festeiro, ao invés de focar no preciosismo de repertório. O sábado será da 3Plus mostrando o lado b de seus artistas. As terças serão dos DJs e personas do rock tocando apenas jazz, blues e música latina.
M.S. – Você e o Tibira gostam e sabem trabalhar bem com temas inusitados: Foi Las Vegas, depois o açougue e os neons. Agora, um clube de cavalheiros cem anos depois do seu surgimento. Como está sendo transportar essa cultura para os dias das redes sociais?
F. – A história dos clubes fechados remonta ao século XVI, passando pelos clãs, sociedades secretas, herméticas e filantrópicas. O Lions Club foi fundado na década de 1910. Na primeira metade do séc. passado até a década de 70 e 80, essas modalidades existiam com força. Na noite de São Paulo, tinha o Gallery por exemplo e um outro no Rio. Mas isso desapareceu nos anos 90, quando as redes sociais surgiram e hoje ganharam mais corpo. Os lugares fechados acabaram após as redes sociais. Estamos propondo o caminho inverso, um facebook real.
M.S. – Porque pensaram que essa releitura daria certo no circuito paulistano?
F. – A noite de São Paulo é conhecida pela sua diversidade e por ser democrática. Mas ao mesmo tempo, as pessoas procuram seus núcleos de amigos, acabam sempre se fechando. Decidimos institucionalizar os VIPs, que geralmente costumam ser determinados pelo hostess de forma aleatória para atender o público com mais conforto.
M.S. – Como vai funcionar a logística de membros?
F. – Cerca de 250 pessoas serão escolhidas por cada um dos sócios do Lions e vão ganhar carteirinhas de acesso VIP. Elas terão direito de ter quatro acompanhantes num único dia. A partir do quinto amigo, paga-se consumação mínima. Os desavisados vão para uma lista maior, mas não serão excluídos. Estamos escolhendo os membros pelo critério meritocrático, entre DJs, promoters, agitadores culturais, travestis, gays, héteros, playboys, undergrouunds... Nos baseamos no auge das cenas noturnas de Nova York e Paris, como no Studio 54 onde as pessoas de diferentes tribos conviviam em harmonia no mesmo espaço. Nós sócios, somos de territórios diferentes e que se completam. O público resultará disso.
M.S. – Seu tino jornalístico e o faro de colecionador de objetos do Tibira ajudam até que ponto nas concepções dos trabalhos?
F. – Ajuda bastante, mas não nos apegamos ao vintage, nem mesmo para uma linha estética datada. Gostamos apenas de revisitar clássicos, pois respeitamos o passado e achamos que esse é o caminho para se criar algo futurista. Hoje em dia é difícil criar uma estética totalmente nova. Olhamos para o lugar antigo e imaginamos como seria nos dias de hoje após ter sofrido as transformações do tempo. Quase que brincando de arqueologia. O Cacá Ribeiro também tem esse approach.
M.S. – Fale um pouco dos truques óticos na instalação do esquema 3D da pista?
F. – A parede traz projeções nos espelhos, onde triângulos viram pirâmides, circulos saem em formato de cones e etc, sem precisar usar óculos 3D. Quando viajo a cidades estrangeiras, a primeira coisa que procuro são as férias de ciências e planetários. Nestes eventos são apresentadas experiências óticas para crianças. Descobri esse efeito, que é originário do século XIX, em 2005 no Museu de Paris.
Nessa sexta-feira tenho a enorme satisfação de estrear um projeto beneficente ao lado do queridíssimo Benjamin Ferreira. A festa mensal Xiliquê no porão do Vegas. Recebemos a DJéia pioneira Lika Marques na primeira edição, e arrecadamos alimentos não-perecíveis para a ONG Crescer Com A Gente. Quem levar 1KG de alimento, entra direto na lista mais barata da noite: 15,00 (ou 30 consuma). Na próxima semana, começa a votação para eleger a insituição beneficiada de fevereiro. Acompanhe os xiliques no blog XIliquê.
Os três e-mails com as respostas mais criativas para a pergunta "O que te faz dar xiliques na pista?" ganham um VIP cada. Basta enviar para lista@xilique.com.br até 18h00 de sexta, e aguardar a resposta de confirmação.




