House "inglês" com MCs no lead. Londres pós-moderna em sintonia com o dub dos imigrantes negros. Batidas quebradas. Basslines firmes e funkeados. Timbres rústicos, sujos e estética-poética com o coração na Jamaica. Pé no jungle originário e cabeça na técnica de masterização lo-fi e hi-fi. Interesse por dubstep, foco no 4x4 disco-funk-house.
É muito difícil descrever o talento de uma figura genial (e geniosa - em off!) e ainda mais por se tratar de um amigo de verdade.
Fabeo Firsoff, seu nome, 28 sua idade... uma mente avançada por trás do mirabolante "Meu Nome é Carlos", alcunha que alivia sua timidez. Parece MKT? Dúvido, o cara é 1000 % low profile, porém do "amado" signo de Leão, né?
Ele curte o iconoclastra Rogério Skylab, vive sussa no seu canto atrás do Estádio do Morumbi, mas pega sua moto e atende clientes diversos como T.I. para pagar as contas.
O cara toca de tudo um pouco... percussão com Allan Zi no grupo Umainda, ex-baixista da banda rocker Hello Dali, produtor musical do T.C.C. sobre "Tom Zé, Amon Tobin e Dubstep" e do Interdisciplinar "Re-Tropicálica" na Anhembi Morumbi (produção musical).
OUÇA, DEVORE!
Meu Nome é Carlos - Minimix by marmitasonica
Bedroom DJ desde sempre, fã da dance music de rádio antes de 1997 e da cultura FM virar sinônimo de f#*& para a cena!
Recentemente, o "novo" artista da noite paulistana mostrou serviço na cabine do Vegas por duas vezes (Quebrando A Fome e Xiliquê) - Jungle set em uma, Speed Garage em outubro.
"My Name's" também integra live PAs inusitados e experimentações extra-clubber, como a Orquestra de Laptops de Santo André.
Pra quem curte os gêneros ingleses Fidget e Crack House nos EPs do Zinc, Jack Beats, Jesse Rose, Lee Mortimer e o Funky da galera de UK... Cuidado, esse filé da década de 1990 vicia. Revival lado-b?
Um dos produtores-fenômeno da blogsfera Riva Starr vai conseguir ir além da rede com o lançamento do seu primeiro álbum cheio no dia 25 de janeiro. Em apenas dois anos de serviço distribuindo seus remixes na web, o produtor italiano chamou atenção de Claude VonStroke, Derrick Carter e Jesse Rose. Esse último é quem apadrinha o disco “If Life Gives You Lemons, Make Lemonade” pela sua gravadora independente Made to Play. Riva já lançou por outros selos físicos como Dirtybird, Southern Fried e, Kindisch, braço techy da Get Physical.
Recentemente, a Skint colocou na praça o remix de Riva para a clássica “Rockafeller Skank”, do Fatboy. A Kindisch foi responsável pela latina “Maria”, que irá figurar entre as 11 músicas da limonada musical de Riva.
O napolitano Stefano Miele carrega o espírito cigano-digital não só na atitude, como também na musicalidade gypsy. As duas primeiras faixas já divulgadas, "I Was Drunk" e "Black Cat, White Cat", trazem samples de violino e acordeón entrecortados em base funkeada à Chicago House – seu maior alicerce. Influenciado por diversos sons globais, ele gosta de chamar o seu jeitinho bricolado de produzir como “snatching”. Já Jesse Rose chama de “twist” e Laidback Luke de “mezcla”.
Não importa o nome, estes caras estão causando sem medo de ser feliz e misturado. E para quem acha que é só diversão e hedonismo, o lado sério do italiano será reverberado em “Tribute”, enraizada no Detroit Techno. Ainda que efêmero na cena com o projeto Riva, Stefano não é novo na labuta em estúdio. Ele produz há uma década e coleciona sintetizadores analógicos, de onde tira basslines craquelentos.
Entre os destaques de "If Life Gives You Lemons..." estão o grupo Balkan Beat Box (“Bulgarian Chicks”) e o duo Nôze (“I Was Drunk”). Ouça esta última abaixo no vídeo. As imagens foram tiradas do filme “Gato Preto, Gato Branco”, de 1998 do diretor sérvio Emir Kusturica.
Tracklisting:
1. I Was Drunk
2. China Gum
3. Bulgarian Chicks
4. Dance Me
5. Black Mama
6. Black Cat, White Cat
7. Once Upon A Time In Naples
8. Maria
9. Caballeros
10. Riva’s Boogaloo
11. Tribute




