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Duncan Jones + Jake Gyllenhaal=BOMBA BOA!
22.11.10 16:28Deixe seu comentário

O diretor de um dos melhores filmes do ano passado, "Lunar", que eu falei exaustivamente aqui e que foi lançado direto em DVD, acaba de mostrar o trailer de seu novo filme, "Source Code".

 

Duncan Jones, também conhecido como o filho do David Bowie, ou Zowie Bowie, continua na linha ficção bizarra e esse filme novo parece uma mistura de "Matrix" com "O Dia da Marmota", sabe aquilo de nnao parar nunca e se repetir até se perder? 

 

Pra melhorar, tem o Jake Gyllenhaal, a Michelle Monaghan e a Vera Farmiga. Mal posso esperar!

 

Fabilipo
Fabilipo (fabilipo @ gmail.com)
I am a dj, I am what I play.
"Amor Sem Escalas" é um filme legal, devo confessar.
02.02.10 18:362 comentários

Assisti mesmo com os 2 pés atrás e quase caí pra frente: "Amor em Escalas" é um filme bem bom.

 

amorsemescalas

 

Um dos pés atrás era pelo Clooney: nunca gostei muito dele no E.R. e quando ele largou e foi fazer filmes, os cacuetes que ele tinha de cabeça me irritavam profundamente. Mas o cara tá sabendo envelhecer e melhora a cada filme que faz.

 

O outro pé atrás era em relação ao diretor Jason (filho do Ivan) Reitman e os seus próprios cacuetes indies em filmes nem tanto. (Só pra dar exemplo, meu primeiro post aqui nesse blog foi falando mal de Juno). Mas o cara mandou bem demais nesse filme onde além de dirigir, produz e escreveu o roteiro que é muito bom.

 

Toda a história mirabolante (quase) é pra falar de amor. Só isso já me ganhou: Clooney é um executivo que as empresas sem culhão contratam pra que ele despeça funcionários. Ele viaja 327 dias por ano e reclama de ter que ficar em casa os 30 e tantos restantes. Ele adora hotel, mala pequena, todo metódico e sistemático, nunca se apaixonou. Até que em uma viagem encontra uma executiva (a maravilhosa Vera Farmiga indicada ao Oscar de melhor coadjuvante) em um bar de hotel com quem começa a ter um relacionamento (bem) esporádico: eles marcam encontros baseados em suas agendas de viagem.

 

Só que a cada encontro ele vai se interessando mais e mais por ela, em meio a uma trilha sonora mega indie e com muita locução em off do Clooney explicando tudo o que vai acontecendo (meio desnecessário). Mas o roteiro é bom, com virada boa no final, não é piegas e o melhor é que a vibe indie do diretor não se deixou prevalecer para o lado ruim.

 

Sempre que eu vejo um filme com historinha de amor eu fico imaginando qual dos personagens eu seria. Em "500 Dias com Ela", por exemplo, eu era a menina com certeza, apesar de querer ter sido o cara. Nesse filme eu achava que eu era a mulher (de novo, ui), mas no final tive certeza que não. Mas eu também não era o cara, o friozão da história.

 

Recomendo muito o filme que hoje recebeu 6 indicações ao Oscar, todas merecidas, mas é provável que não ganhe nada, no máximo roteiro adaptado, se bem que eu torço pro Nick Hornby ganhar por "Educação".

 

Fabilipo
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