E o Tarantino conseguiu de novo.
Me irritar de novo.
Agora não feliz em copiar todo mundo a torto e a direito, o cara copiou a si próprio.
Quer dizer, a auto indulgência atingiu níveis estratosféricos.
"Bastardos Inglórios", seu melhor filme segundo todo mundo mundo afora, é fraquinho, infelizmente.
E a melhor sequência do filme é quase uma cópia de uma sequência de
"Kill Bill", aquela do restaurante japonês onde rola a maior matança e
tal.
Só que dessa vez é num bar francês. O cara nem mudou pra sei lá, um hospital, continuou o clima de comida e bebida.
E esse "Bastardos" já começa como uma refilmagem de uma porcaria. Fácil de melhorar, né? Mas nem funciona.
O título se refere a uma "gangue" de americanos durante a segunda
guerra mundial que vai atrás de "matadores de judeus" e depois de
matá-los tira seus escalpos.
Premissa engraçada que fica em segundo plano e que talvez fosse mais bacana do que o filme realmente é.
Numa reviravolta estranha de roteiro, uma francesa, dona de um cinema
em Paris e meio que namoradinha de um ator alemão, promove uma premiére
em seu cinema para a elite nazista e tem a ideia de explodir todo mundo
no meio da sessão, inclusive o próprio Hitler.
Daí os bastardos ficam sabendo da tal sessão com o Fuhrer e também resolvem explodir o cinema.
E todo mundo se perde e o filme se perde super.
Mais uma vez o que salva o filme é a trilha e parte do elenco.
E mais nada.
A iconoclastia do Quentin, mais uma vez, não me pegou.
Preguiça.
(o poster não é o nacional, mas é bem bacana)
I am a dj, I am what I play.





pra que mesmo?
hehehehe
Acho que a atuação dos atores ficou show.
e a cena do cinema não é uma reviravolta, é o clímax do filme, já que durante toda a projeção, as histórias convergem pra isso. o texto poderia ter expressado a mesma coisa, de forma melhor escrita também...