O trailer da Terça: "Daybreakers".

Quem acompanha aqui o blog sabe da minha predileção por vampiros. E quem não acompanha, fica sabendo agora.
Gosto até do "Crepúsculo", o filme dos vampiros lindos e bonzinhos e tal. Mas eu mega prefiro filme de vampiro fodão arregaçando todo mundo.
Assim, tô ansioso por esse "Daybreakers" que conta a história de um futuro não muito distante onde os vampiros são a grande maioria na terra e os humanos restantes só servem pra servir de doadores de sangue pros morcegões. Elenco bom, dinheiro bom, e o trailer não decepciona!
30.06.09 19:511 comentário
Quem acompanha aqui o blog sabe da minha predileção por vampiros. E quem não acompanha, fica sabendo agora.
Gosto até do "Crepúsculo", o filme dos vampiros lindos e bonzinhos e tal. Mas eu mega prefiro filme de vampiro fodão arregaçando todo mundo.
Assim, tô ansioso por esse "Daybreakers" que conta a história de um futuro não muito distante onde os vampiros são a grande maioria na terra e os humanos restantes só servem pra servir de doadores de sangue pros morcegões. Elenco bom, dinheiro bom, e o trailer não decepciona!
Tags: trailer, vampiro, daybreakers, crepusculo
O terror da SEXTA: "Halloween, O Início" e o Michael Jackson.
26.06.09 17:012 comentários
Ontem a noite saí pra jantar com minha filha antes de ir a pré-estreia do SPTERROR. Enquanto esperava a comida chegar, comecei a ser bombardeado por ligações e sms's dizendo quem Michael Jackson tinha morrido. Difícil de acreditar em princípio, mas a ficha vai caindo aos poucos. Quando ele fez show por aqui em 93, minha ex estava grávida da minha filha e eu chorei ao final do show quando ele cantou a péssima "Heal The World". O amigão Dudu Marote tava comigo e disse que eu só tinha achado bacana porque eu ia ter uma filha logo e por isso eu estava sensível. Hoje eu concordo com ele, claro. E 15 anos depois, eu jantava com a Isabella na hora que soube que o cara tinha sido encontrado morto e o que ela me disse é que só sentia porque não iria vê-lo ao vivo.
Eu poderia fazer um post cabeça, falando a morte do cara que usava máscara pra viver enquanto que o do filme usava máscaras pra matar, que desde moleque tanto um quanto outro passaram por traumas que mudaram suas vidas adultas e mais um monte de comparações bestas, mas depois de ler um texto que o Paulo Ricaro (sim, o do RPM) escreveu pra Folha de São Paulo dizendo que ele " foi se deteriorando feito uma folha de fax que vai perdendo a cor" e também dizendo que "talvez ele esteja numa cidade imaginária conversando com Elvis e Hitler", eu achei melhor falar só do filme sem filosofia de bala de pinho. Deixo o título de vergonha alheia total pro vocalista (!!!) e chega!
Bom, nada de melhor agouro pro início de um festival de cinema fantástico por aqui que a morte de um "mostrinho" (desculpem, mas era sim) momentos antes. E ao chegar no Reserva Cultural, dou de cara com o mestre dos mestres José Mojica Marins chegando junto. Ui!
Aliás, aqui vai um parêntese rápido. Um repórter/apresentador da Tv Cultura com uma folha de pauta em mãos, na minha frente, perguntando pro assessor de imprensa do festival quem era o tal José Mojica Marins que ele precisava entrevistar. O assessor aponta e o repórter diz "não, aquele é o Zé do Caixão". O assessor confirma e ele então, rindo, diz, "ah, eles são a mesma pessoa! agora eu entendi!" Sim, isso na minha frente. Eu quase vomitei no pé do repórter essa hora, de raiva.
Depois disso tudo, entrei pra assistir "Halloween, O Início", do Rob Zombie. Adoro o Rob Zombie, desde sempre e como diretor de filmes, mais ainda, porque o cara é cruel e despudorado. E ele escreveu o roteiro e produziu e tal. E o filme é bom demais. Cheio de closes, como um bom filme de terror tem que ser, pra mostrar as podreiras mesmo!
Bom, esse "Halloween" conta o começo da piração do Michael Myers, ele com 10 anos de idade passando de dissecar gatos e ratos pra matar amiguinhos da escola e na noite das bruxas, destruir quase a família toda, sua irmã, o namorado, o padrasto tosco deixando viva apenas sua irmãzinha bebê e sua mãe gostosa.
A sequência que conta bem esse início de doideira é Myers, gordinho, cabelo na cara, máscara de palhaço (recorrente, aliás, nos filmes de Rob Zombie, né?), sentado na frente de sua casa e sua mãe, stripper, dançando na boite ao som de "Love Hurts" momentos antes dele, Michael, começar a chacina. Lindo e poético e doente!

Daí pra frente ele é internado num manicômio e tratado por um médico quase doidão, vivido por ninguém menos que Malcom MacDowell que numa bobeada, deixa o moleque com uma enfermeira enquanto conversa com a mãe gostosa dele e o moleque '~ao perde tempo e trucida a mulher com um garfo.
17 anos se passam, Myers cresce, um monte, e volta pra sua cidade atrás da irmãzinha que cresceu. Claro que numa noite de Halloween e claro que matando todo mundo que vai encontrando pelo caminho.
E isso tudo muito bem filmado, com uma trilha ótima e uma edição quase perfeita. Os sustos a gente quase sempre sabe quando vão acontecer, mas quando acontecem, surpreendem pela crueldade. Prepare-se, porque nesse filme não tem aquele susto que não é: sempre é!
E pra terminar, só um comentário do que me decepcionou no filme. O diretor Zombie mostra todas as adolescentes de peito de fora trepando, como em todo bom filmeco de terror, mas a striper gostosa, mãe do Michael, ele não mostra de peito de fora. Chocante! E sabe por que? Só porque a mina é a esposa de Rob Zombie, Sherri Moon Zombie! Machista besta, né, Zombie?
Eu poderia fazer um post cabeça, falando a morte do cara que usava máscara pra viver enquanto que o do filme usava máscaras pra matar, que desde moleque tanto um quanto outro passaram por traumas que mudaram suas vidas adultas e mais um monte de comparações bestas, mas depois de ler um texto que o Paulo Ricaro (sim, o do RPM) escreveu pra Folha de São Paulo dizendo que ele " foi se deteriorando feito uma folha de fax que vai perdendo a cor" e também dizendo que "talvez ele esteja numa cidade imaginária conversando com Elvis e Hitler", eu achei melhor falar só do filme sem filosofia de bala de pinho. Deixo o título de vergonha alheia total pro vocalista (!!!) e chega!
Bom, nada de melhor agouro pro início de um festival de cinema fantástico por aqui que a morte de um "mostrinho" (desculpem, mas era sim) momentos antes. E ao chegar no Reserva Cultural, dou de cara com o mestre dos mestres José Mojica Marins chegando junto. Ui!
Aliás, aqui vai um parêntese rápido. Um repórter/apresentador da Tv Cultura com uma folha de pauta em mãos, na minha frente, perguntando pro assessor de imprensa do festival quem era o tal José Mojica Marins que ele precisava entrevistar. O assessor aponta e o repórter diz "não, aquele é o Zé do Caixão". O assessor confirma e ele então, rindo, diz, "ah, eles são a mesma pessoa! agora eu entendi!" Sim, isso na minha frente. Eu quase vomitei no pé do repórter essa hora, de raiva.
Depois disso tudo, entrei pra assistir "Halloween, O Início", do Rob Zombie. Adoro o Rob Zombie, desde sempre e como diretor de filmes, mais ainda, porque o cara é cruel e despudorado. E ele escreveu o roteiro e produziu e tal. E o filme é bom demais. Cheio de closes, como um bom filme de terror tem que ser, pra mostrar as podreiras mesmo!
Bom, esse "Halloween" conta o começo da piração do Michael Myers, ele com 10 anos de idade passando de dissecar gatos e ratos pra matar amiguinhos da escola e na noite das bruxas, destruir quase a família toda, sua irmã, o namorado, o padrasto tosco deixando viva apenas sua irmãzinha bebê e sua mãe gostosa.
A sequência que conta bem esse início de doideira é Myers, gordinho, cabelo na cara, máscara de palhaço (recorrente, aliás, nos filmes de Rob Zombie, né?), sentado na frente de sua casa e sua mãe, stripper, dançando na boite ao som de "Love Hurts" momentos antes dele, Michael, começar a chacina. Lindo e poético e doente!
Daí pra frente ele é internado num manicômio e tratado por um médico quase doidão, vivido por ninguém menos que Malcom MacDowell que numa bobeada, deixa o moleque com uma enfermeira enquanto conversa com a mãe gostosa dele e o moleque '~ao perde tempo e trucida a mulher com um garfo.
17 anos se passam, Myers cresce, um monte, e volta pra sua cidade atrás da irmãzinha que cresceu. Claro que numa noite de Halloween e claro que matando todo mundo que vai encontrando pelo caminho.
E isso tudo muito bem filmado, com uma trilha ótima e uma edição quase perfeita. Os sustos a gente quase sempre sabe quando vão acontecer, mas quando acontecem, surpreendem pela crueldade. Prepare-se, porque nesse filme não tem aquele susto que não é: sempre é!
E pra terminar, só um comentário do que me decepcionou no filme. O diretor Zombie mostra todas as adolescentes de peito de fora trepando, como em todo bom filmeco de terror, mas a striper gostosa, mãe do Michael, ele não mostra de peito de fora. Chocante! E sabe por que? Só porque a mina é a esposa de Rob Zombie, Sherri Moon Zombie! Machista besta, né, Zombie?
Tags: michael jackson, michael myers, halloween, sp terror, festival, ze do caixao
A dica de Quarta: I SP TERROR FEST!
24.06.09 15:496 comentários
Imperdível, galere! A partir de amanhã, quinta feira dia 25 de junho, começa aqui em São Paulo o I SP TERROR, Festival Internacional de Cinema Fantástico. Demais, demais.
Quando eu morei fora estudando, ia etodo ano a pelo menos 3 festivais do tipo, o de Avoriaz na França, o de Bruxelas na Bélgica e o de Sitges na Espanha. E sempre era uma delícia.
Nesse festivais, como em qualquer outro, além dos lançamentos dos filmes mais bacanas e recentes, sempre rolavam mesas redondas, bate papo e o melhor de tudo, eu sempre encontrava atores e diretores na rua e esse povo geralmente é sempre mais relax do que as grandes estrelas num festival maior.
No caso daqui de São Paulo, o Festival já valeria a pena pela pré-estreia do melhor filme do ano passado, o sueco "Deixa Ela Entrar", dos vampiros adolescentes, que eu já falei aqui. Mas além desse, ainda passam pérolas como "Sex Galaxy" que também já falei aqui, "Pervert", "O Gigante do Japão", o teen-americano "Dead Girl", o brasileiro "Mangue Negro", o francês "Eden Log" e o meu mais esperado de todos "Matadores de Vampiras Lésbicas".
O site do festival tem todas as infos certinhas e mais sinopses de todos os filmes, vale a pena conferir. Os filmes todos passam no Reserva Cultural e mais uma vez, não percam. Ah, a sala do Reserva não é tão grande, então, recomendo comprar ingresso antes.

Quando eu morei fora estudando, ia etodo ano a pelo menos 3 festivais do tipo, o de Avoriaz na França, o de Bruxelas na Bélgica e o de Sitges na Espanha. E sempre era uma delícia.
Nesse festivais, como em qualquer outro, além dos lançamentos dos filmes mais bacanas e recentes, sempre rolavam mesas redondas, bate papo e o melhor de tudo, eu sempre encontrava atores e diretores na rua e esse povo geralmente é sempre mais relax do que as grandes estrelas num festival maior.
No caso daqui de São Paulo, o Festival já valeria a pena pela pré-estreia do melhor filme do ano passado, o sueco "Deixa Ela Entrar", dos vampiros adolescentes, que eu já falei aqui. Mas além desse, ainda passam pérolas como "Sex Galaxy" que também já falei aqui, "Pervert", "O Gigante do Japão", o teen-americano "Dead Girl", o brasileiro "Mangue Negro", o francês "Eden Log" e o meu mais esperado de todos "Matadores de Vampiras Lésbicas".
O site do festival tem todas as infos certinhas e mais sinopses de todos os filmes, vale a pena conferir. Os filmes todos passam no Reserva Cultural e mais uma vez, não percam. Ah, a sala do Reserva não é tão grande, então, recomendo comprar ingresso antes.

Tags: terror, fantastico, fantasia, festival, vampiro
A não estreia de Terça:

Adoro filmes de lobisomens e eles são cada vez mais raros. MAs outro dia ouvi falar de "Dog Soldiers", que era imperdível, e fui atrás. Graças ao torrent, tô com ele bonitinho visto e recomendo.
Filme escocês de 2002, com elenco até então desconehcido, mas que hoje já reconheci vários rostos lá no meio, "Dog Soldiers" conta a história de um pelotão do exército escocês em uma ação de treinamento na Highlands, no meio do nada. Mas enquanto eles esperam alguma ação do próprio exército eles começam a encontrar um rastro de sangue por seu caminho e vão tentar primeiro descobrir e depois fugir do que vem pela frente.
O pelotão começa a ser atacado por algum animal enorme que não deixa vestígio do que ele fez, a não ser sangue. Mas nada mais sobra, vísceras, carne, roupa, nada. O tal animal é implacável.
Em sua fuga, encontram uma mulher em um carro que o levam a uma casa por perto e achando que estão protegidos lá dentro, começam a ter um contato mais, digamos, visual, com o animal, que não é só um, e sim uma família de lobisomens. Daí pra frente descobrimos a razão do exército ter mandado esse pelotão pra esse lugar, descobrimos quem é essa mulher que surge do nada, quem são os lobisomens e mais umas coisinhas.
O roteiro é bem bacana criando uma mitologia diferente em relação aos lobisomens, em princípio, e nos deixando mais e mais curiosos sobre do que eles são capazaes. E o mais bacana é que o diretor Neil Marshall soube ciar um clima absurdo e fantástico e quase real, tudo ao mesmo tempo, onde ele não poupa porradaria, sangue, violência, mais violência e um pouco de bom humor, ou melhor, de humor negro, pra finalizar. O que pra mim é sempre o grande segredo de um bom filme fantástico, o que cada vez é mais raro por aí!
23.06.09 16:104 comentários

Adoro filmes de lobisomens e eles são cada vez mais raros. MAs outro dia ouvi falar de "Dog Soldiers", que era imperdível, e fui atrás. Graças ao torrent, tô com ele bonitinho visto e recomendo.
Filme escocês de 2002, com elenco até então desconehcido, mas que hoje já reconheci vários rostos lá no meio, "Dog Soldiers" conta a história de um pelotão do exército escocês em uma ação de treinamento na Highlands, no meio do nada. Mas enquanto eles esperam alguma ação do próprio exército eles começam a encontrar um rastro de sangue por seu caminho e vão tentar primeiro descobrir e depois fugir do que vem pela frente.
O pelotão começa a ser atacado por algum animal enorme que não deixa vestígio do que ele fez, a não ser sangue. Mas nada mais sobra, vísceras, carne, roupa, nada. O tal animal é implacável.
Em sua fuga, encontram uma mulher em um carro que o levam a uma casa por perto e achando que estão protegidos lá dentro, começam a ter um contato mais, digamos, visual, com o animal, que não é só um, e sim uma família de lobisomens. Daí pra frente descobrimos a razão do exército ter mandado esse pelotão pra esse lugar, descobrimos quem é essa mulher que surge do nada, quem são os lobisomens e mais umas coisinhas.
O roteiro é bem bacana criando uma mitologia diferente em relação aos lobisomens, em princípio, e nos deixando mais e mais curiosos sobre do que eles são capazaes. E o mais bacana é que o diretor Neil Marshall soube ciar um clima absurdo e fantástico e quase real, tudo ao mesmo tempo, onde ele não poupa porradaria, sangue, violência, mais violência e um pouco de bom humor, ou melhor, de humor negro, pra finalizar. O que pra mim é sempre o grande segredo de um bom filme fantástico, o que cada vez é mais raro por aí!
Tags: filme, terror, lobisomem, escoces
O não-trailer de Segunda: Alice.
22.06.09 17:263 comentários
Um tempão atrás eu postei aqui umas primeiras fotos do "Alice", a adaptação que o Tim Burton á fazendo pa clássica história infantil (?).
Lá atrás já se mostrava, pelas primeiras imgens, que o grande Burton ia exagerar, no melhor dos sentidos, em seu barroco bacana.

Agora aparecem novas fotos e alguns closes de alguns personagens vitais da história como vemos a seguir.
Johnny Depp, sempre ele, o alter ego de Burton, como o Chapeleiro Maluco.
Anne Hathaway, que hoje em dia está em quase todos os filmes, como a Rainha Branca.
E a esposa de Burton, Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas (claro que ela estaria no filme!).

Infelizmente o filme só estreia no meio do ano que vem, até lá a gente vai ter que ficar babando com o pouco que ele vai liberando!

Lá atrás já se mostrava, pelas primeiras imgens, que o grande Burton ia exagerar, no melhor dos sentidos, em seu barroco bacana.

Agora aparecem novas fotos e alguns closes de alguns personagens vitais da história como vemos a seguir.
Johnny Depp, sempre ele, o alter ego de Burton, como o Chapeleiro Maluco.
Anne Hathaway, que hoje em dia está em quase todos os filmes, como a Rainha Branca.
E a esposa de Burton, Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas (claro que ela estaria no filme!).

Infelizmente o filme só estreia no meio do ano que vem, até lá a gente vai ter que ficar babando com o pouco que ele vai liberando!

Tags: alice, tim burton, johnny depp, anne hathaway, filme
O ator de Quinta: James Franco.

James Franco é um cara que foi me conquistando aos poucos.
Minha primeira lembrança dele é em "Homem Aranha", como o amigo do Peter Parker que vira seu rival. Achei o cara estranho, cara boa, atuação peculiar pra um filme daqueles e por isso mesmo foi o que me veio à lembrança ao final da sessão. Fui atrás e vi que ele tinha feito o James Dean num telefilme, assisti o filme e vi que o cara era bom mesmo. Desde então Franco vem aparecendo como o grande ator da sua geração, indo da comédia mais idiota ao drama mais pesado e fazendo a gente acreditar em cada frase que ele diz, o que pra mim é o que faz o grande ator.
Semana passada, no feriado, eu fiz uma sessão dupla radical de James Franco: assisti na sequência "Milk" e "Segurando As Pontas".
Pra quem não sabe, "Milk" é o drama biográfico do ativista gay Harvey Milk, dirigido por Gus Van Sant, filmaço, sério até o último fotograma. Franco é o primeiro namorado de Milk, o cara que o tira do armário e a grande paixão da sua vida. Mesmo sendo coadjuvante, Franco rouba todas as cenas em que aparece, e na minha opinião, inclusive as rouba de Sean Penn, que está espetacular no filme como o ativista.
Logo depois eu vi a comédia maconheira "Segurando As Pontas" (aliás, grande título!), da turma do Judd Apatow, o queridinho retardado do cinema americano atual. Franco é o dealer que vende a melhor maconha de todas, a tal do título, e por causa desse fumo, tudo acontece no filme, que é um suspense-pastelão, por assim dizer. Eu super recomendo o filme, é bem divertido, herdeiro da linha dos filmes do Cheech and Chong. E Franco como o dealer carente e fofo, dá um show e de novo, rouba o filme. Ele não só vende a melhor maconha, como quer ser amigo de seus clientes e a partir daí, já era!
O contraste desses dois filmes é tão abismal e me fez ver de uma vez por todas que um grande ator bem dirigido, tira de verdade leite de pedra. E se continuar nessa pegada, James Franco logo logo vira e reerência como ator do cinema americano atual. Seu próximo filme a ser lançado é "Howl" e ele vai ser ninguém menos que Allen Ginsberg, o grade beat, e promete quebrar tudo, mais uma vez.
No momento ele está estudando cinema na NYU e como primeiro trabalho dirigiu um curta que se chama "The Feast Of Stephen" que conta a história de um moleque gay que fica assistindo os jogos de basquete na escola e sonhando em pegar os jogadores, tudo isso baseado num poema homônimo de ANTHONY HECHT.
Esse cara é o cara!
18.06.09 15:322 comentários

James Franco é um cara que foi me conquistando aos poucos.
Minha primeira lembrança dele é em "Homem Aranha", como o amigo do Peter Parker que vira seu rival. Achei o cara estranho, cara boa, atuação peculiar pra um filme daqueles e por isso mesmo foi o que me veio à lembrança ao final da sessão. Fui atrás e vi que ele tinha feito o James Dean num telefilme, assisti o filme e vi que o cara era bom mesmo. Desde então Franco vem aparecendo como o grande ator da sua geração, indo da comédia mais idiota ao drama mais pesado e fazendo a gente acreditar em cada frase que ele diz, o que pra mim é o que faz o grande ator.
Semana passada, no feriado, eu fiz uma sessão dupla radical de James Franco: assisti na sequência "Milk" e "Segurando As Pontas".
Pra quem não sabe, "Milk" é o drama biográfico do ativista gay Harvey Milk, dirigido por Gus Van Sant, filmaço, sério até o último fotograma. Franco é o primeiro namorado de Milk, o cara que o tira do armário e a grande paixão da sua vida. Mesmo sendo coadjuvante, Franco rouba todas as cenas em que aparece, e na minha opinião, inclusive as rouba de Sean Penn, que está espetacular no filme como o ativista.
Logo depois eu vi a comédia maconheira "Segurando As Pontas" (aliás, grande título!), da turma do Judd Apatow, o queridinho retardado do cinema americano atual. Franco é o dealer que vende a melhor maconha de todas, a tal do título, e por causa desse fumo, tudo acontece no filme, que é um suspense-pastelão, por assim dizer. Eu super recomendo o filme, é bem divertido, herdeiro da linha dos filmes do Cheech and Chong. E Franco como o dealer carente e fofo, dá um show e de novo, rouba o filme. Ele não só vende a melhor maconha, como quer ser amigo de seus clientes e a partir daí, já era!
O contraste desses dois filmes é tão abismal e me fez ver de uma vez por todas que um grande ator bem dirigido, tira de verdade leite de pedra. E se continuar nessa pegada, James Franco logo logo vira e reerência como ator do cinema americano atual. Seu próximo filme a ser lançado é "Howl" e ele vai ser ninguém menos que Allen Ginsberg, o grade beat, e promete quebrar tudo, mais uma vez.
No momento ele está estudando cinema na NYU e como primeiro trabalho dirigiu um curta que se chama "The Feast Of Stephen" que conta a história de um moleque gay que fica assistindo os jogos de basquete na escola e sonhando em pegar os jogadores, tudo isso baseado num poema homônimo de ANTHONY HECHT.
Esse cara é o cara!
Tags: james franco, milk, segurando as pontas, gus van sant, allen ginsberg
A fofoca de Quarta: o problema do lobisomem da sequência de "Twilight".

Diziam as más línguas que o ator Taylor Lautner, o Jacob da série de filmes "Crepúsculo", que faz o lobisomem principal do bando, sofreria de uma tal síndrome onde ele não pararia de mexer a perna nervosamente. Bom, nesse vídeo de um making of do segundo filme da franquia, "Lua Nova", vá até o 1min30 e veja como ele não pára mesmo. Tadinho!
17.06.09 20:07Deixe seu comentário

Diziam as más línguas que o ator Taylor Lautner, o Jacob da série de filmes "Crepúsculo", que faz o lobisomem principal do bando, sofreria de uma tal síndrome onde ele não pararia de mexer a perna nervosamente. Bom, nesse vídeo de um making of do segundo filme da franquia, "Lua Nova", vá até o 1min30 e veja como ele não pára mesmo. Tadinho!
Tags: crepusculo, twilight, new moon, lua nova, taylo lautner, lobisomen, vampiro, fofoca
A não-estréia da TERÇA: "Otto, Or Up With Dead People".

Pois é, o canadense Bruce LaBruce é um dos diretores mais cultuados do cinema mundial. Faz pornô mas ao mesmo tempo faz arte. Seus filmes são de sexo explícito mas não só. Aquele "sonho" que muita gente tem de filme de sacanagem com historinha, ele faz. Claro que tem muita sacanagem, gay, aliás, mas tem historinha também. Mas não qualquer historinha, sempre alguma coisa bizarra, estranha, diferente e por aí vai.
Seu mais recente petardo é esse "Otto, Or Up With Dead People". O filme conta uma história num futuro não muito distante onde zumbis começam a aparecer com uma certa frequência e são aceitos pela sociedade, passando a conviver com os vivos. O Otto do título é um zumbi quase emo que é escalado pra participar de um filme de uma diretora malucona e aos poucos vai se lembrando de coisas de quando ele era vivo, inclusive que ele era gay e que trabalhava num açougue!
O interessante do filme é principalmente o ritmo, um filme que os supostos filmes de arte de vanguarda deveriam ter na minha opinião. Por isso ele fica mais "parecido" com um filme comercial, apesar de todas as suas "doidices".
Uma cena já é clássica desse filme, claro que uma cena de sexo, entre um zumbi e um humano que ele acabou de morder e transformar. A hora que o zumbi vai "comer" o humano é absurdamente boa! Claro que não vou contar pra não estragar a surpresa, porque espero que você que está lendo baixe o filme, o que eu fiz pelo torrent, achei bem fácil.
Esse filme foi financiado por alemães, filmado na Alemanha, e é meio que esse caminho que diretores mais alternativos do hesmifério norte encontram para realizarem seus trabalhos, leia-se David Lynch e Woody Allen, só pra lembrar do suposto main-stream. Mas Bruce LaBruce não desiste, filma mesmo que sem dinheiro, em 16mm, com amigos e não pára.
La Bruce declarou recentemente que o futuro do pornô gay são os filmes de zumbi e por isso ele já está realizando seu próximo filme na áres, mas agora com dois astros gays, Tony Ward e François Sagat. Aguardo ansioso!
09.06.09 18:051 comentário

Pois é, o canadense Bruce LaBruce é um dos diretores mais cultuados do cinema mundial. Faz pornô mas ao mesmo tempo faz arte. Seus filmes são de sexo explícito mas não só. Aquele "sonho" que muita gente tem de filme de sacanagem com historinha, ele faz. Claro que tem muita sacanagem, gay, aliás, mas tem historinha também. Mas não qualquer historinha, sempre alguma coisa bizarra, estranha, diferente e por aí vai.
Seu mais recente petardo é esse "Otto, Or Up With Dead People". O filme conta uma história num futuro não muito distante onde zumbis começam a aparecer com uma certa frequência e são aceitos pela sociedade, passando a conviver com os vivos. O Otto do título é um zumbi quase emo que é escalado pra participar de um filme de uma diretora malucona e aos poucos vai se lembrando de coisas de quando ele era vivo, inclusive que ele era gay e que trabalhava num açougue!
O interessante do filme é principalmente o ritmo, um filme que os supostos filmes de arte de vanguarda deveriam ter na minha opinião. Por isso ele fica mais "parecido" com um filme comercial, apesar de todas as suas "doidices".
Uma cena já é clássica desse filme, claro que uma cena de sexo, entre um zumbi e um humano que ele acabou de morder e transformar. A hora que o zumbi vai "comer" o humano é absurdamente boa! Claro que não vou contar pra não estragar a surpresa, porque espero que você que está lendo baixe o filme, o que eu fiz pelo torrent, achei bem fácil.
Esse filme foi financiado por alemães, filmado na Alemanha, e é meio que esse caminho que diretores mais alternativos do hesmifério norte encontram para realizarem seus trabalhos, leia-se David Lynch e Woody Allen, só pra lembrar do suposto main-stream. Mas Bruce LaBruce não desiste, filma mesmo que sem dinheiro, em 16mm, com amigos e não pára.
La Bruce declarou recentemente que o futuro do pornô gay são os filmes de zumbi e por isso ele já está realizando seu próximo filme na áres, mas agora com dois astros gays, Tony Ward e François Sagat. Aguardo ansioso!
Tags: otto, filme, bruce labruce, porn, gay, berliim, lynch, woody allen



